sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Bleeding Utopia: Darkest Potency


Melodic Death Metal


O Melodic Death Metal é uma das vertentes do Death Metal que sempre terá uma grande força em suas músicas, pois a banda consegue colocar toda a melodia que sonha com todo o peso possível.

Bleeding Utopia tem uma carreira com uma quantidade de lançamentos muito interessante, a banda conta com um EP e dois álbuns, o primeiro álbum que saiu em 2010 via ormHoleDeath Records do qual é intitulado “Demons to Some. Gods to Others” e o “Darkest Potency” que saiu em 2014 via Bleeding Music Records.

O motive de ser interessante a quantidade de lançamentos é que a banda consegue demonstrar um crescimento muito grande dês do primeiro EP que vai até o ultimo álbum, no caso “Darkest Potency” que é um excelente álbum.

A primeira música do Darkest Potency é a Blackest Of Bloods que é uma sensacional faixa, uma música que mostra tudo que existe dentro do mundo do Melodic Death Metal, uma bateria sempre muito rápida trabalhando de forma marcada e o vocal um tanto pesado dentro do gutural, mas que quando cai perto ou no refrão tudo se torna mais melódico, muitas vezes trabalhando ainda com o gutural que se torna em um conjunto de torturas mentais, uma banda que sabe trabalhar dessa forma você pode sempre esperar o melhor dela.

A segunda música do álbum mostra uma característica muito interessante que puxa muito mais pro lado do Death Metal mais rústico, ou melhor, mais fechado. 
Intitulada “Your Kingdom Will Fall” a banda consegue explorar a bateria de forma sensacional, e os pratos são muito bem trabalhados nessa música e outra característica que aparece é o pedal duplo que consegue destruir, consegue criar certa raiva na atmosfera e que deixa todos com muito poder.

This Is Where We Die é o nome da terceira faixa e essa faixa consegue trazer uma euforia, uma velocidade, uma tremenda quantidade de melodia e peso junto que consegue também fazer de todos os elementos muito vivos dentro da música, a bateria apresenta um pedal duplo em determinadas partes da música que consegue fazer com que você se jogue em um mundo totalmente destruidor, uma guitarra que consegue aparecer tanto na parte mais densa quanto mais na parte melódica, o baixo aparece muito nítido também criando uma onda que faz sua alma pular e virar pó aos poucos, o vocal é uma arma muito impactante que sempre consegue ser bem explorado por essa banda, o gutural está sempre pesado da forma correta, nunca muito longe do que é o peso do instrumental.

O pedal duplo aparece também na música “I Will Return” que é a faixa seguinte da música This Is Where We Die, e a banda consegue acertar mais uma vez em seu Melodic Death Metal, realmente esse álbum é um grande lançamento, a bateria aparece sempre na melodia correta, a batida nunca é seca ao ponto de se tornar outro gênero, a criatividade é sempre bem trabalhada, a banda realmente merece ser reconhecida dentro do Melodic Death Metal.

Essa banda quando pega para fazer algo bem feito ela não deixa faltar absolutamente nada, ela consegue colocar todo sentimento dela, consegue colocar toda a energia e criatividade para trabalhar em pleno conjunto, consegue fazer com que você seja totalmente possuído pela melodia da música que sempre apresenta uma bateria sensacional, uma bateria que consegue explorar também o pedal duplo, uma guitarra que consegue explorar sem medo os riff’s , uma faixa melhor que a outra que sempre consegue fazer desse álbum ser ainda melhor.

Nighttime Divine é a música escolhida para encerrar o álbum e ela consegue explorar tudo que estava faltando nesse álbum, uma faixa com uma introdução mais melancólica, uma música em que a guitarra apresenta mais o “Melodic” do que o “Death Metal” logo de cara, mas o Death Metal está presente nessa música e ele aparece com muita potencia e encerra assim o álbum da melhor forma possível.



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Witches of Doom: Obey



Gothic Stoner Doom Metal


A Obscuridade do Doom Metal é muito bem trabalhada e sempre consegue transmitir muito sentimento, muita emoção, mas quando uma banda junta o Doom Metal e o Stoner Metal a sonoridade fica extremamente única e muito ampla para explorar novas melodias.

Uma banda que consegue trabalhar muito bem nisso é a Witches of Doom que chega com seu álbum intitulado “Obey” e o mais impressionante de tudo é que esse álbum é de uma qualidade muito grande e é logo de cara o primeiro trabalho da banda.

Obey saiu via independente e faz de 2014 ainda melhor, a arte de capa do álbum é algo muito bem feito que consegue puxar o clima do Doom Metal e uma pegada um tanto Stoner também.

Focando diretamente no álbum, a primeira música intitulado “The Betrayal” já começa mostrando o motivo pelo qual essa banda pode ser considerada impecável.

The Betrayal começa com um violão da melhor qualidade e um vocal grave que consegue dar uma atmosfera muito única, você consegue imaginar o Sol no horizonte, consegue sentir seus cabelos ao vento em uma estrada que jamais terá fim.

Essa música abre o álbum da melhor forma possível, mas um álbum de qualidade não pode fazer a segunda música fraca, essa banda não faz, a segunda música é intitulada “Witches of Doom” e ela pega uma linha muito mais puxada para o Doom Metal, uma sonoridade mais carregada e ainda mais vendável, uma sonoridade que faz você imaginar a noite perfeita em que você vai conseguir tudo que sempre sonhou.

Intitulada “To the Bone” a terceira faixa começa com um solo de bateria que é impecável e logo depois o teclado fica extremamente visível, o vocal é muito bem explorado, uma voz impecável que faz a sonoridade ser ainda melhor, mas é muito interessante em ver como a banda consegue misturar entre uma música e outra a vertente do Stoner e do Doom, tudo ficando da melhor forma possível em sintonia sem escapar em momento algum.

Se você tanto procura uma banda de sonoridade única, que tem uma identidade muito forte e que sabe aplicar bem seu trabalho, que sabe fazer a guitarra trabalhar da melhor forma possível sem criar riff’s repetitivos, apostar em um baixo que consegue aparecer nitidamente na música então essa é a banda excelente para você.

Neeedless Needle é uma faixa que a banda mostra outra parte do seu foco de vertentes, ela aposta em uma sonoridade que pega muito do Gothic Metal, uma sonoridade que é totalmente compatível com uma balada em um lugar abandonado em que você está procurando esquecer tudo que existe em sua vida, e acaba deixando sua alma mais viva em cada riff.

Crown of Thorns é uma música que a banda consegue explorar tudo que poderia em questão de melodia no teclado, a música tem uma linha excelente, um vocal grave que consegue deixar a música ainda mais cadenciada e mais agradável, um teclado que consegue trabalhar de forma impecável junto da melancolia trazida na bateria e diferente de muitas outras baladas de certas bandas, essa música consegue sempre mostrar o sentimento de todos os músicos da banda, uma faixa da melhor qualidade em um álbum que por ser o primeiro da banda, já será difícil de superar por ela.

Rotten to the Core é uma música que também aparece trazendo uma sonoridade mais cadenciada e diferente das outras, essa música consegue pegar o Gothic o Stoner e o Doom Metal, tudo isso junto em uma única música faria tudo ser sensacional, e a banda consegue fazer uma música de outro mundo, essa faixa consegue ser uma das melhores desse álbum que é completo, essa banda é realmente uma que se tornou referência.

Pouco se fala nessa banda, mas isso é apenas um momento, pois essa banda merece todo o reconhecimento do mundo, esse álbum é um dos melhores desse ano, sem deixar faltar nada, essa banda vai ser uma das maiores no que faz, uma aposta que vai se tornar realidade em pouco tempo.





Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cemetery Filth: Screams from the Catacombs



Death Metal


Cemetery Filth, esse é o nome da banda de Death Metal que aparece trazendo uma sonoridade totalmente carregada e muito destruidora que não deixa você fechar seus olhos com a paz quando chega à noite.

A banda tem apenas um lançamento em sua carreira, afinal, a banda foi formada em 2014, e sem perder tempo a banda começou a trabalhar em seu primeiro trabalho.

O primeiro trabalho da banda é um EP intitulado “Screams from the Catacombs” e esse trabalho é muito interessante, porque mostra logo de cara o primeiro e marcante lançamento da banda sem sair do Death Metal, um Death Metal que é rústico e que consegue puxar um pouco até do bom e velho Black Metal, mas não na parte rápida, afinal o trabalho da banda é bem carregado, ele não tem uma velocidade gigante.

A primeira música do EP é intitulada “Screams From The Catacombs” e ela deixa tudo isso vivo, deixa uma sonoridade bem carregada dês do começo, a bateria é totalmente seca e consegue ainda carregar uma sonoridade de DEMO e isso é ainda mais sensacional, a banda não se preocupou em produzir de forma pop o seu trabalho, ela focou na sonoridade e isso é importante, a guitarra consegue criar riff’s bem carregados, bem pesados sem deixar o Death Metal morrer em momento algum, a voz é um gutural um tanto diferente, o motivo é que ele não está tão fechado quanto deveria para um Death Metal, mas não está aberto o bastante para ser considerado um Harsh Vocal, por isso talvez a banda consiga um destaque ainda maior, por ter uma característica bem diferente.

Gateway Among The Graves é a segunda música e ela mostra um lado diferente da primeira música.

Gateway Among The Graves consegue trazer uma sonoridade bem carregada e ainda um pouco mais rápida puxando um pedal duplo sensacional da bateria que consegue fazer uma construção sensacional explorando tudo que tem em seu caminho, a guitarra consegue construir uma sonoridade bem pesada com riff’s rápidos e que ainda trazem um pouco do Black Metal e o vocal mesmo sendo ainda um pouco mais rasgado do que o gutural de costume, aparece trazendo uma sonoridade muito compatível com os outros instrumentos, uma forma de destruir tudo e rasgar sua mente em várias partes diferentes, a alma das pessoas ficam ainda mais abaladas ao escutarem essa faixa, uma faixa que consegue ter o poder de te puxar para o inferno pouco a pouco.

É sempre muito importante apontar o lado da Arte de Capa do trabalho, esse EP aparece da melhor forma possível trazendo uma arte totalmente em preto e branco com uns pequenos detalhes em cinza que faz a arte ser ainda mais magnífica, um desenho totalmente completo e cheio, como se estivesse representando toda a loucura que está na mente de cada um dos músicos.

O trabalho dos músicos ficou pronto e quando foi lançado o EP a banda realmente mostrou que não precisa ficar anos e anos de espera, a banda chegou e lançou o trabalho sem medo e agradou bastante por ser uma sonoridade totalmente rústica e totalmente real do que é o Death Metal antigo.

Para encerrar o álbum abanda conta com a música “Cemetery Filth” que tem um baixo totalmente carregado.

Cemetery Filth é uma música que você consegue sair da sua realidade cansativa e entrar em um mundo de total tortura e total dor, você sente sua alma caminhando lentamente em um cemitério, pessoas vestindo um manto preto começam a te seguir e isso vai cada vez te deixando mais morto, sua alma se sente fraca, ela deita, e quando abre os olhos ela sente o doce beijo da morte.

Essa é a faixa principal do EP que encerra da melhor forma possível, uma música que não deixa o trabalho que é muito bem feito ter um fim diferente, o fim é totalmente destruidor.



Postado por: Renan Martins

domingo, 26 de outubro de 2014

Chris Barnes


Six Feet Under
Estados Unidos


O gutural aparece sempre no Death Metal e se não for bem executado ele acaba se tornando algo totalmente cansativo, totalmente repetitivo, mas isso não acontece quando o gutural é feito pelo Chris Barnes.

Chris Barnes tem um gutural muito único, ele tem aquela fúria na voz que você procura em todos os momentos para torturar alguém, a técnica que é feita por ele permite que o som saia muito pesado e saia um tanto ardido também e isso faz as músicas ficarem ainda mais impactantes.

Barnes ficou muito conhecido em sua carreira por ter ficado como vocalista da banda Cannibal Corpse e ele também foi o vocalista do lendário álbum "Swarm!" que é da banda Torture Killer, um dos álbuns mais sensacionais que tem.




Mesmo com tantas bandas incríveis na carreira, o vocalista hoje está na magnífica e super respeitada Six Feet Under, e em 2013 a banda lançou o álbum "Unborn" que é uma obra prima do Death Metal e carrega todo o sentimento de um psicopata, o vocal do Chris aparece nesse álbum de forma ainda mais destruidora.

Chris Barnes  um gutural que consegue fazer sua sanidade se tornar pó dentro da noite, um gutural que faz você sentir o gosto do sangue escorrendo em sua boca enquanto você está sorrindo olhando para o espelho sem conseguir ver o seu próprio reflexo de tantos delírios que está tendo no momento.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Anckora: Экстрим



Industrial Metal


Rússia, país de bandas excelentes, mas a de Metal Industrial Anckora aparece cantando na língua do seu país e ainda trazendo toda energia e um foco muito grande na questão da produção.

A banda tem uma carreira um tanto consagrada, na questão de lançamentos a banda tem bastante conteúdo, antes de começar o lado mais industrial a banda apostava no Symphonic Gothic Metal, mas com a mudança a banda não deixou de ganhar fãs, afinal, esse gênero tem muito impacto.

Em seu último lançamento intitulado “Экстрим” que é um EP, a banda não deixou faltar absolutamente nada, uma qualidade muito grande em sua sonoridade e uma junção muito criativa entre a melodia e o extremo, realmente uma banda que surpreende.

A primeira música intitulada “Полночь” começa com uma melodia calma, mas apenas o começo é calmo, pois o resto consegue puxar totalmente a loucura que é o mundo do Metal Industrial, o vocal é um tanto diferente, uma espécie de Harsh Vocal um tanto mais rasgado e por ser uma mulher no vocal o timbre se tornou um pouco mais agudo, mas isso é fantástico, pois consegue colocar ainda mais mistério e fúria na sonoridade, uma música que começa o álbum da melhor forma possível, e se só o vocal da “Katrin "Antares" Sokolova” não for o bastante para você, a banda consegue ainda colocar uma segunda voz sensacional ao fundo que consegue criar uma atmosfera que deixa a música ainda mais carregada, uma faixa impecável.

O trabalho do Teclado consegue ficar todo momento muito vivo, ele consegue criar um espaço muito grande na música, ele consegue fazer um furo em sua mente e te levar para um mundo de destruições e muitas cores vibrantes em que seus pesadelos fazem de você um simples brinquedo.

В темноте é uma música um tanto mais diferente da primeira, essa música pega um lado mais carregado, uma forma de cantar bem diferente, uma forma mais rápida e que conta com voz de peito, o Teclado aparece novamente de forma fantástica, a guitarra tem uma sonoridade muito carregada, um peso absurdo, o baixo aparece também conseguindo criar muita densidade na musica, uma forma de mostrar que a banda sabe trabalhar em equipe sem que falte absolutamente nada, uma pedrada na boca que faz você delirar mais que cocaína.

Começando totalmente na linha do clássico Metal Industrial a banda aposta na faixa “Выше” uma sonoridade muito puxada para algo mais “máquina”, uma música melhor que a outra que consegue sempre fazer desse EP surpreendente, a voz aparece no começo com uma forma mais calma, mas a fúria começa a ganhar mais forma ao decorrer do tempo, a bateria não aparece em grande destaque nessa banda, o que mais carrega o foco é o teclado, teclado que pega apoio do baixo e da guitarra para conseguir deixar ainda mais completo o som, a magnífica forma de criar dessa banda consegue fazer o Metal Industrial ainda mais completo, ainda mais magnífico, ainda mais bem feito.

O underground consegue esconder bandas da melhor qualidade, isso não é apenas em um gênero ou subgênero, mas como o foco é o Metal Industrial, o underground consegue mostrar que não está morto, ele nunca vai ter um fim com tantas bandas excelentes nascendo, isso é ótimo, as bandas conseguem fazer o Metal se tornar cada vez mais sólido, cada vez mais impactante, cada vez mais completo.

Em uma música em que a bateria aparece bastante é a “Bluehole (Dahab, Egypt)” a bateria aparece com bastante potência e criando uma sonoridade muito poderosa junto da guitarra que aposta em um riff sensacional que faz o mundo tremer.

Para encerrar o EP a banda escolheu a música “Тени” que é uma música totalmente cheia de energia, uma música que faz sua mente entrar em outro mundo, provavelmente a música mais brutal que tem no EP, a sonoridade da língua Russa faz com que a sonoridade seja ainda mais pesada, a musica é perfeita para encerrar o Экстрим, um EP magnífico.



Postado por: Renan Martins

sábado, 18 de outubro de 2014

Tellus Terror: EZ Life DV8



Death Metal


Se o Brasil aparece sempre com novos nomes no mundo do Metal, então dessa vez ele consegue fazer o mundo conhecer mais uma obra prima que é a banda Tellus Terror.

Tellus Terror é uma forte candidata a conseguir conquistar todos os cantos do mundo, a banda não tem uma quantidade gigantesca de lançamentos, mas isso não quer dizer absolutamente nada, porque essa banda conseguiu em seu lançamento intitulado “EZ Life DV8” mostrar sua potência com muito impacto.

Sem perder tempo, a banda começa o álbum com a faixa intitulada “Stardust” que é uma música que tem uma introdução de outro mundo, a música começa com uma melancolia sensacional e muito bem trabalhada, a banda logo de cara consegue mostrar toda a sua técnica e sua capacidade focando na melodia, e logo quando você menos espera, entra um gutural que é totalmente bem feito, uma potência muito grande que consegue combinar perfeitamente com o trabalho dos instrumentos.

Com essa faixa sensacional, o álbum começa da melhor forma possível, começa fazendo uma revolução no cenário nacional que consegue sempre lançar bandas excelentes, mas dessa vez a banda conseguiu surpreender muito.

Terraformer, esse é o título da segunda magnífica faixa que consegue dar continuidade ao álbum da melhor forma possível, a sonoridade desse álbum é muito diferente, por mais que a banda esteja focada em fazer um Death Metal, a sonoridade é um tanto diferente, claro que a banda consegue manter a quantidade do peso do Death Metal, porem, existem influências que são bem diferentes do Death Metal e isso faz do álbum ainda mais sensacional, pois ele consegue transmitir a sonoridade de outras influências, mas sem apagar o Death.
Terraformer é uma música mais melódica e que consegue deixar claro uma mescla de vocal bem interessante, o gutural aparece, mas o vocal rasgado, o drive mais intenso aparece ao fundo também e isso da um tom ainda mais incrível para a música, e para completar tudo, a voz de peito aparece também e essa junção fica sensacional, uma música que é uma obra prima dentro do álbum que é uma obra prima.

3rd Rock From The Sun é a terceira faixa do álbum e ela consegue manter a qualidade das músicas anteriores, ela também aparece com a densidade grande e com o peso muito focado para baixo, uma sonoridade carregada e dessa vez que explora ainda mais a bateria, uma bateria muito sensacional que consegue mostrar uma raiva gigante e muito bem trabalhada, a guitarra consegue criar riff’s da melhor qualidade, uma banda que realmente merece todo o reconhecimento do mundo, um trabalho muito bem feito e que não poderia ficar apagado.

Bloody Vision começa de forma destruidora, uma máquina e se você tem dificuldade em escutar o baixo, então nessa faixa você consegue esquecer isso, a potência desse instrumento magnífico fica muito nítida, como se estivesse colocando seu cérebro em outro lugar, o gutural aparece ainda mais aberto, um gutural mais intenso e ao mesmo tempo mais maligno.

A banda queria realmente fazer um trabalho de outro mundo, um trabalho que não ficaria nada para trás e ela então deixou a arte de capa nas mãos de um dos maiores ou talvez o maior artista do mundo obscuro, da arte do pesadelo, Seth Siro.
Seth ficou encarregado de criar a arte da banda, e a arte ficou sensacional, e uma banda que se preocupa com a arte de capa consegue começar o álbum sempre da melhor forma possível, e esse álbum é realmente uma obra prima do cenário nacional.

I.C.U. In Hell (International Chaos United) esse é o nome de uma das melhores músicas do álbum, esse álbum é realmente uma obra prima e a música consegue sempre se tornar melhor, todas as faixas tem uma potência muito grande e essa banda é realmente magnífica, o cenário nacional nunca foi tão rico quanto agora.
I.C.U tem uma potência muito grande na bateria, uma metralhadora que não tem piedade, o vocal consegue mostrar suas várias características, e quando tudo está junto é como se o inferno estivesse esperando pela sua alma da forma mais magnífica possível.

Para encerrar o álbum a banda escolheu a música “Error” uma música que tem uma guitarra sensacional que consegue criar um ritmo muito bem pensado, um ritmo do qual combina perfeitamente com todo o resto, um ponto muito importante desse álbum é que a sonoridade do teclado fica ainda mais nítida, e isso encerra da melhor forma possível o álbum, um álbum com músicas que tem uma qualidade que outro mundo,  um mundo próprio do Tellus Terror.




Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Dimenzion: Psychosphere: Collapse



Industrial Groove Metal



O mundo do Metal Industrial precisa ganhar espaço e com a banda Dimenzion: Psychosphere isso ficou bem mais fácil.

A banda tem uma sonoridade tremendamente sensacional, um Industrial que tira o fôlego com uma sonoridade bem própria.

Dimenzion: Psychosphere apresenta seu álbum “Collapse” que saiu via Crime Records com uma sonoridade sensacional, uma musica melhor que a outra e tudo isso sempre dentro do mundo do Industrial, isso é incrível e com um poder magnífico a banda agrada praticamente todos.

A primeira música intitulada “The Machine” começa já mostrando como será a sonoridade dessa incrível banda.
Guitarras preparadas para sempre criar a sonoridade mais impecável possível, uma sonoridade totalmente própria e que consegue trazer todo o peso possível, sem deixar que falte nada, o baixo tem um papel muito importante nessa música, ou melhor, nessa banda, ele consegue fazer o som ter uma onda muito forte, com ele à sonoridade tem ainda mais impacto, ainda mais destruição, ainda mais brutalidade, o vocal aparece com uma sonoridade excelente, sem deixar que fique muito gutural tudo trabalhado em um drive excelente, uma mescla perfeita que faz o álbum começar da melhor forma possível.

Fury é totalmente impecável, ela tem uma sonoridade ainda mais carregada, como se uma máquina estivesse ganhando vida, como se ela estivesse caminhando em direção da destruição dos humanos.
Com uma arma em cada mão a máquina avança sem deixar ninguém vivo em seu caminho, e não existe mais escapatória para os humanos, apenas esperar para tudo acontecer, uma música realmente surpreendente que consegue aparecer no momento certo e fazendo o começo do álbum ser mais que impecável.

A bateria da destruição aparece cada vez mais nítida, cada vez mais impactante e dessa vez na música “Void” a banda consegue criar uma sonoridade ainda mais robótica, mas com uma técnica tão impecável, tão sensacional que você tem que dar os parabéns para a banda por conseguir criar algo tão bem feito, com tanto sentimento, o vocal é trabalhado de uma forma muito sensacional, um drive que não é tão rasgado, nem tão grave, um drive que serve como uma espécie de “capa” para o vocal e faz a sonoridade ser ainda mais interessante.

Epistemophobia é o nome da próxima obra divina que aparece e dessa vez com muita energia, a guitarra cria um efeito sensacional de brutalidade e ao mesmo tempo de puro impacto, um baixo que consegue fazer o mundo tremer, e nessa música aparece algo que é clássico desse gênero, uma sonoridade meio suja como se a máquina estivesse dando problemas , a música funciona de forma sensacional, uma sonoridade que causa uma transformação em seu cérebro e você começa a entrar em outro mundo, um mundo em que você está combatendo as máquinas com as poucas pessoas que estão vivas, esse álbum é realmente uma obra prima do mundo do Metal Industrial, a Crime Records nunca acertou tanto em lançar um álbum que carrega o nome da Crime Records como selo, porque realmente a sonoridade desse álbum é de outro mundo, um mundo de máquinas.

O Metal Industrial conseguiu muito espaço com o Rammstein, mas conforme os tempos foi perdendo um pouco a mídia, mas essa banda apresenta totalmente a sonoridade necessária da destruição que pode ser causada por esse gênero, uma música melhor que a outra em um álbum que é realmente nota 10, um álbum que consegue ser clássico, que consegue ter músicas excelentes em que você consegue notar absolutamente tudo, consegue perceber qual é a potência do baixo, qual é a brutalidade da guitarra, qual é a técnica da bateria e o quanto é especial o vocal puxado no drive sensacional que tem nessa banda.

Collapse é a faixa que foi escolhida para encerrar o álbum, uma faixa que é totalmente Industrial e tem uma leve característica que lembra um pouco a lendária banda Fear Factory, a potência do instrumental é muito grande e consegue encerrar esse álbum da melhor forma possível, consegue mostrar que o Metal Industrial não está morto e tem uma forte banda nascendo com um caminho muito destruidor.




Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Wömit Angel: Holy Goatse


Black Metal/ Punk


A sonoridade do sangue e da escuridão aparece cada vez mais forte dentro do Black Metal e dessa vez a banda que traz tudo isso é a Wömit Angel.

Wömit Angel carrega a bandeira da Finlândia, e tudo que nasce na Finlândia musicalmente falando é excelente e o Black Metal desse país do gelo é totalmente potente e bem feito, logo, com essa banda não poderia ser diferente.

A banda tem uma carreira muito interessante, com uma quantidade de lançamentos bem interessantes, mas em questão de álbuns a banda tem apenas dois, e duas Demos.
Em seu último álbum a banda mostrou que a sonoridade consegue se tornar cada vez ainda mais forte, cada vez mais técnica e mais bem feita.

O álbum que é intitulado “Holy Goatse” que saiu esse ano via Inverse Records mostrou ao mundo que a sonoridade da banda precisa ser divulgada, precisa ser escutada com toda a atenção do mundo, a qualidade das músicas são excelentes e sempre colocando todos os elementos necessários.

A primeira música intitulada “Serpens Cauda” começa de uma forma surpreendente, um coral totalmente atmosférico que consegue tornar tudo ainda mais amedrontador, tudo ainda mais bem feito, mas se você está pensando que isso vai tirar o lado Black Metal da música e se tornar algo como Melodic Black Metal ou Symphonic Black Metal você está totalmente errado, pois a música é totalmente Black Metal, ela segue em uma bateria muito interessante que aparece bem seca, mas sempre conseguindo construir a sonoridade que tanto deseja.
Um pedal muito bem explorado também aparece fazendo a bateria ser uma das principais armas nesse começo de álbum, uma música excelente para abrir o álbum sem faltar nada.

Skin 'n' Fuck é uma música que vai surpreender ainda mais que a primeira, pois a música tem 1 minuto e alguns quebrados e tem uma sonoridade muito bem feita, um Black Metal totalmente seco e totalmente destruidor, um vocal que é rasgado ao máximo com seu Harsh Vocal muito bem trabalhado, mas ao fundo aparece o gutural que combina perfeitamente.
Com o urro de “Satã” a banda consegue mostrar que essa música é uma das melhores do álbum, uma música curta que tem potência e técnica do começo ao fim, realmente uma sonoridade surpreendente que marca bem o que é realmente esse álbum, no caso, algo surpreendente.

Nekrofilian Kutsu é uma música que mostra um lado mais Punk da banda, a banda puxa bastante da sonoridade do Punk para fazer as músicas, sempre trazendo o Punk principalmente na bateria, uma bateria seca que sabe ser uma verdadeira máquina, o baixo consegue construir a atmosfera perfeita para a música, a música se torna cada vez mais densa, cada vez mais pesada, cada vez mais grudenta em sua mente e algo muito interessante dessa banda, é que ela consegue dar espaço para todos os instrumentos, você consegue escutar tudo de forma bem simples e direta, a guitarra aparece sempre criando riff’s rápidos e totalmente clássico na linha do Black Metal tradicional e o vocal aparece sempre criando uma atmosfera também muito interessante com a mescla entre o mais puro rasgado do Harsh Vocal e puxando muito do gutural ao fundo, e essa mescla faz a sonoridade ser ainda mais sensacional, ainda mais impecável, uma sonoridade que faz o Black Metal ser ainda mais rico.

Outro ponto muito positivo da banda é que ela consegue puxar o lado Punk de forma muito nítida, mas isso sem deixar de lado o Black Metal das antigas, realmente a potência e criatividade da banda conseguem surpreender, esse álbum é surpreendente.

Para encerrar esse trabalho surpreendente a banda aposta na música “Holy Goatse” que é a música que carrega uma sonoridade muito Black Metal, sem deixar faltar nada, nem um riff, nem um grito, nem uma alma perdida, o mundo do obscuro nasce toda vez que essa banda é escutada, realmente esse álbum é surpreendente e mostra a qualidade da banda que encerra o álbum da melhor forma possível sem deixar faltar absolutamente nada e sempre encerrando com todo poder do mundo.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Morost: Solace in Solitude


Death Groove Metal


Dentro do mundo do Death Metal alguns subgêneros começaram a ganhar um reconhecimento maior e um deles foi o Progressive Death Metal.

Com esse Progressive Death Metal nascendo cada vez mais forte com bandas da melhor qualidade, o mundo conheceu a banda Morost que carrega a bandeira da Eslovênia, deixando ela muito forte com essa banda magnífica.

A banda é bem recente, por bem recente quero dizer que ela é de 2010 para frente e a banda após 4 anos de muito treino e foco conseguiu lançar o álbum “Solace in Solitude” que é o primeiro álbum da banda e que saiu via independente.

O álbum conta com uma sonoridade muito clássica do Progressive só que de uma forma um pouco mais carregada, uma forma que consegue trazer a alma da banda junto com todas as faixas.

Logo na primeira faixa intitulada “Introversion” a banda começa com um instrumental da melhor forma possível, uma guitarra totalmente perturbadora que te faz entrar em um mundo que resgata todos os seus pensamentos mais esquecidos, mais amedrontadores e isso tudo sem deixar faltar nada, o baixo aparece criando uma atmosfera ao fundo da melhor qualidade possível fazendo sue corpo cair em um oceano de lágrimas.

Human Debris é a segunda música do álbum e é uma música que já começa mostrando mais o lado Death Metal da coisa, a música começa com um gutural potente e que encaixa perfeitamente na sonoridade dessa faixa e no fim da faixa anterior que é no caso o instrumental perfeito para abrir o álbum, a velocidade da música está sempre no tom perfeito, nada muito extremamente rápido, mas tudo com muita pegada, tudo com muita violência e a guitarra consegue criar uma potente estrutura que faz a música ser cada vez mais sólida.

Essa banda tem um diferencial de conseguir pegar um peso bem sólido, uma sonoridade muito densa e construir algo muito melódico que permite uma quebra de ritmo sem deixar faltar nada e consegue também colocar momentos de pura melodia deixando a música sem peso, mas com um toque tão bem feito, tão bem criado que tudo ao certo fica excelente e a banda consegue grudar todas as mentes no álbum que é realmente sensacional.

A Predicament In Time apresenta um começo mais puxado para o Progressive Metal, uma guitarra muito bem trabalhada no riff e sempre puxando energia, mas logo depois aparece o vocal destruidor com um gutural da melhor forma possível, um gutural que consegue destruir e quebrar todas as barreiras, uma música que se torna melhor a cada momento, uma bateria que trabalha todo momento praticamente com os pratos e isso consegue transformar a música de forma ainda mais impactante, realmente essa banda consegue nesse primeiro álbum superar as expectativa e criar um som magnífico que não deixa em momento algum você criticar algo criado por ela.

Thorp Afield aparece com a mescla perfeita de ambos os gêneros, tanto o Progressive Metal quanto o Death Metal, você consegue notar o gutural sempre potente e sempre conseguindo construir uma sensacional atmosfera, uma bateria que consegue ser tanto do mundo do Progressive quanto do mundo do Death Metal, o baterista tem uma técnica muito boa e consegue executar as músicas da melhor forma possível, uma bateria que te faz entrar na música cada vez mais e sempre trabalhando muito bem com os pratos.

Se você espera por um som de muito peso e que aparece o baixo da melhor forma possível então você esperou pela música “Mitos” que é a música talvez com o maior nível de brutalidade e de fúria da banda, não deixa em momento algum ficar nenhum instrumento fora, o diferencial dessa banda é o conjunto perfeito, é como se tudo fosse funcionando da melhor forma possível sem deixar faltar nada e sem deixar que um fique mais potente que o outro, essa é a provável melhor música do álbum.

Morost escreve seu nome na bandeira de seu país e mostra ao mundo a potência do Progressive Death Metal com toda a técnica do mundo fazendo com que esse álbum seja lembrado nesse ano e no futuro.




Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Deconstructing Sequence: Access Code



Progressive Death Metal


Deconstructing Sequence, esse é o nome da banda que consegue trazer uma sonoridade de outro lado do mundo, um lado mais obscuro e mais interessante que poucas bandas foram procurar.

A forma mais destruidora de criar uma sonoridade, a forma mais inteligente de fazer um trabalho sério e direto com apenas duas músicas em seu Ep intitulado “Access Code” que saiu via independente.

A banda é muito bem focada, ela tem um peso absurdo e consegue trabalhar com toda a técnica possível, consegue fazer tudo acontecer da forma mais impactante e puramente brutal possível, e claro, tudo isso sem fugir do magnífico lado do Progressive Death Metal.

Antes de tudo, se você tem algum pé atrás em escutar o Progressive Death Metal por achar que será algo cansativo, algo chato ou até mesmo algo muito forçado, você está totalmente enganado e essa banda é a prova disso, uma excelente sonoridade que faz você entrar em outro mundo e conhecer como se trabalha sem deixar faltar nada.

Access Code é apenas o segundo trabalho da banda, o primeiro trabalho da banda é intitulado “Year One” que saiu via independente também.
Year One conta com uma sonoridade ótima também, ele mostra o começo de uma carreira, uma carreira que tem tudo pra ser destruidora, uma carreira que tem tudo pra deixar a música dessa banda em outro nível, uma real carga de poder.

A primeira música intitulada “A Habitable World Is Found” tem 7 minutos e antes que você imagine que será 7 minutos cansativo, a banda já começa da melhor forma possível apostando em uma sonoridade única para a bateria que é totalmente rápida e totalmente pesada com uma intensidade impecável, a guitarra aparece de forma muito nítida, nada nessa banda fica apagado, você consegue escutar cada riff, cada batida e quando a música entra tudo em conjunto fazendo uma sonoridade mais rápida você já consegue notar uma potência muito grande no baixo, uma potência que é de outro mundo, o baixo consegue de forma destruidora aparecer e quebrar tudo, você se sente como se estivesse em uma equipe dentro de uma máquina percorrendo todos os lados do universo e quando você menos espera tudo sai do controle, tudo começa a desmontar e você começa a navegar de forma  totalmente perdida, uma música que vai muito alem de apenas uma sonoridade excelente, uma música que faz você viajar e realmente entrar em outro mundo, um mundo único dessa banda impecável que com duas músicas consegue te fazer se sentir  querendo escutar mais e mais do trabalho dela.

Para as pessoas que adoram jogos, essa banda tem uma sonoridade que combina perfeitamente com o jogo Dead Space que é um dos melhores jogos, essa banda consegue entrar no mundo Dead Space e fazer você ter um cuidado e uma fúria sensacional, uma música que faz você entender tudo o que está acontecendo mesmo estando no caos do fim, uma guitarra que tem total propriedade do que está fazendo, uma sonoridade totalmente destruidora, o baixo aparece criando sempre mais peso, e a guitarra consegue mesclar o peso do riff que aparece em boa parte da música com uma sensacional onda progressiva que aparece ao fundo fazendo a música ter um brilho que só ela consegue ter, um brilho que só ela tem propriedade para ter, uma música sensacional que faz desse EP ter o melhor começo possível.

Talvez o único problema da banda seja apostar em poucas músicas no EP, pois só duas faz todos sentirem vontade de escutar mais e mais do trabalho, mas infelizmente tem poucas músicas.

Para encerrar o EP vem a música “We Have the Access Code” que começa com uma energia muito bem pensada também, uma bateria totalmente grave junto do baixo que é de outro mundo, uma música que consegue deixar o lado Death Metal com o lado do Progressive Metal juntos e os dois com uma potência excelente, uma sonoridade de bater palmas para a banda, realmente um excelente encerramento para a banda que consegue destruir com esse lançamento magnífico.




Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Diva Satanica


Bloodhunter
Espanha



Bloodhunter, a banda que consegue fazer o sangue se tornar mais quente.

A banda não é apenas um nome que está conseguindo ganhar muitos fãs por todos os cantos do mundo, realmente a sonoridade da banda é excelente, uma potência sensacional e um timbre excelente da vocalista Diva Satanica fazem com que essa banda seja ainda mais única.

Essa impecável banda aposta na sonoridade do Melodic Death Metal, Melodic Death Metal que abre espaço para todas as bandas tentarem colocar um lado mais criativo na vida, e a banda conseguiu utilizar isso da melhor forma possível.

A forma que os trabalhos da banda foram feitos mostrou que a questão profissional não é um problema, a banda conta com guitarras da melhor qualidade, uma bateria sensacional que martela o mundo sem piedade e um baixo que faz sua alma ter fúria em todo segundo.

A vocalista Diva Satanica consegue puxar uma atenção muito grande, isso está ligado com vários fatores, primeiramente porque ela é uma mulher incrível, incrível no sentido de vocalista que é uma excelente vocalista com um gutural impactante e de colocar certos homens pra baixo e ela é linda, a mais linda.



As músicas conseguem ficar cada vez melhores com a voz da Diva, o motivo disso é que ela consegue seguir a energia da música e da banda, ela consegue soltar todo o sentimento que está nela, seja o sentimento de dor ou de raiva, uma vocalista impecável que merece muita atenção.

Não se pode julgar um livro pela capa, mas uma banda igual essa se você julgar você vai se apaixonar e perceber que ela é tão máster quanto poderia, e a Diva faz o mundo ser triturado com sua voz, um gutural que em sua maioria está mais puxado pro lado mais seco, pro lado mais Growl do gutural, uma sonoridade que sempre será marcada.

A banda conta com dois lançamentos e um single, entre os lançamentos tem o magnífico “The First Insurrection” que fez tudo nascer, tem o single “Ages of Darkness” e o último álbum que é intitulado “Bloodhunter” que saiu via Suspiria Records.





Postado por: Renan Martins