domingo, 31 de agosto de 2014

Facebreaker: Dead, Rotten and Hungry



Death Metal


Facebreaker a monumental sonoridade do Death Metal puro com destruição do começo ao fim.

A banda Facebreaker é um tanto consagrada já dentro do mundo do Metal, algumas pessoas dizem que pega um pouco da sonoridade do Thrash Metal, mas se pegar é algo bem mínimo e o Death Metal é o que fica em puro destaque, e esse Death Metal faz com que seu trabalho seja cada vez melhor, cada vez mais destruidor.

Com uma quantidade boa de lançamentos a banda conseguiu mostrar qual sua real qualidade, qual sua forma de criar e qual o seu foco, no caso a banda chegou sem deixar nada pra trás e em seu lançamento intitulado “Dead, Rotten and Hungry” que saiu via Pulverised Records a banda deixou claro que tudo seria mais pesado, tudo mais cadavérico e ela conseguiu chegar a um dos seus melhores lançamentos, isso claro se não for o melhor lançamento.

A primeira música “Slowly Rotting” começa já da forma mais impactante possível, a guitarra consegue criar muito impacto em sua mente, com uma sonoridade impecável, tudo está da forma mais brutal possível, o vocal traz uma sonoridade profunda de total desespero da alma, um gutural que faz você quebrar todas as correntes que estão ao seu lado, o vocal para ficar ainda melhor consegue se juntar com um vocal mais rasgado ao fundo, uma forma de fazer a musica não se tornar cansativa e mesmo na quebra de ritmo a banda consegue trazer ainda mais peso, fazendo o álbum ter o começo perfeito.

Logo à segunda música carrega o nome do álbum, no caso “Dead, Rotten And Hungry” e começa também com um gutural tremendamente assustador, essa banda é completa, uma das melhores de Death Metal que temos hoje em dia sem deixar faltar absolutamente nada, a velocidade ditada pela bateria faz com que você consiga entrar totalmente no mundo de torturas dessa banda, uma magnífica música que consegue trazer todo momento uma guitarra que carrega um riff totalmente destruidor, totalmente negro e que não deixa o Death Metal morrer.

O Death Metal consegue trazer sempre excelentes bandas, excelentes álbuns e dessa vez com esse álbum ele está sendo muito bem representado, poucas bandas tem uma sonoridade tão completa, tão bem construída quanto a dessa banda, e logo na música “The Awakening” a banda consegue colocar ainda mais energia no álbum, essa música tem uma construção muito impecável, a forma em que o baixo trabalha junto com a guitarra faz você chegar em um Death Metal um tanto diferente, você começa a entrar na alma mais obscura do seu pior pesadelo que está dentro do lado oculto de sua mente, martelando sempre o sangue.

Walking Dead consegue carregar uma sonoridade muito bem trabalhada que mostra o pedal duplo de forma muito bem explorada, uma forma que faz você ser jogado pra longe sem deixar nada pra trás, em momento algum você consegue piscar os olhos, não existe tempo para esquecer, a tortura sempre será melhor, sempre será maior o lado da fúria que está em sua alma e essa banda consegue lembrar  o mundo o motivo do Death Metal ser considerado o lado Extremo da Densidade do mundo do Metal e isso faz com que essa banda seja ainda melhor, pois ela consegue carregar tudo isso, consegue fazer tudo ser muito bem trabalhado, consegue fazer tudo ser muito incrível.

Puxando um lado bem mais denso e um tanto menos focado na energia, a banda chega com a música “Burner” que faz sua alma queimar, faz sua alma se sentir livre para cometer todos os pecados, a música tem um baixo destruidor do começo ao fim, uma banda que realmente não tem o que falar, ela consegue ser uma das melhores, esse álbum é uma obra prima do mundo extremo.

Voltando totalmente e com toda potência pro lado da energia a banda joga “Consumed” que tem um cenário totalmente sangrento, totalmente destruidor, você consegue imaginar um mundo de zumbis correndo por todos os lados e quando você menos espera você é o único que está vivo e não está infectado, você tem que correr contra o tempo para conseguir livrar seu corpo do vírus infernal que está por todos os cantos, com a mascara em seu rosto você corre e sem deixar em momento algum você mata, você tortura, você se torna o pior pesadelo daqueles que um dia estavam vivos.

Devoured By Decay é a música escolhida para encerrar o álbum, essa música não tem piedade e encerra o álbum da melhor forma possível, a bateria apresenta sua sonoridade impecável que mostra o lado mais seco da batida marcante, um encerramento que não deixa faltar nada em momento algum, o vocal também é muito bem explorado, essa banda consegue mostrar que é uma das melhores e que merece ser conhecida sendo uma das melhores da atualidade tendo também esse álbum que é um dos mais completos, um dos melhores álbuns do mundo do Death Metal.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Tacit Fury: A Social Berserker



Death Metal



Novamente a Rússia aparece trazendo um excelente nome do cenário underground do mais bem feito possível do Death Metal.

Tacit Fury é o nome da banda que aparece nesse momento com um excelente álbum que saiu em 2014, um álbum que conseguiu mostrar um lado ainda mais Death Metal do que os anteriores, álbuns anteriores que são excelentes, porem, esse consegue chamar mais atenção.

O álbum se chama “A Social Berserker” e saiu via Fono Ltd. e esse álbum não deixa em momento algum o Death Metal morrer.

A primeira música do álbum que saiu via Fono Ltd. é a “Lacerated, Strangled, Impaled” que começa com uma bateria totalmente densa, totalmente Death Metal e quando tudo começa a se juntar a guitarra começa a mostrar seu lado mais pesado, seu lado mais denso e destruidor, em alguns momentos com uma sonoridade um tanto mais gritante, mas apenas para dar um tom diferente, a bateria consegue mudar de ritmo em vários momentos e muitas vezes aposta no trabalho com o prato para conseguir criar algo mais voltado para a intensidade, o vocal consegue trazer a brutalidade perfeita em um gutural muito bem feito, um tom bem fechado, bem construído, bem Death Metal que em momento algum fica cansativo, a banda realmente sabe trabalhar e logo de cara consegue mostrar isso.

Run While You Can é o nome da segunda pedrada que vem deixando tudo mais denso, tudo mais bruto, o baixo está com uma fúria impecável e você consegue notar a sonoridade dele da melhor forma possível, um caos nascendo dentro da mente, um caos que faz com que você entre em um mundo diferente e perto do fim você começa a matar tudo o que um dia te aproximou da morte, a guitarra nessa faixa aparece um tanto mais melódica, porem, não perde o peso em momento algum.

A máquina que faz o sangue ser jogado na parede se chama “Mind Crushing Power Dominance” e esse nome é o que marca a parte do começo do álbum, a bateria está totalmente bem trabalhada e apostando bastante no pedal e a guitarra consegue criar uma sonoridade totalmente pesada, mas puxando ainda para o lado mais melódico, um lado que não fica fraco em momento algum, o gutural sempre consegue surpreender e dessa vez não foi diferente, mas não está com o mesmo peso das músicas anteriores, ele aparece de forma mais seca, mas também combinando perfeitamente com as músicas.

Esse álbum mostra um lado muito bem feito, as músicas estão com muito peso, muito bem construído tudo e sem frescura, o vocal coloca toda a sua energia, não deixa nunca faltar nada, toda a potência acontece todo momento e conforme você escuta a música você entra no ritmo do álbum, você pode estar calmo, mas quando escuta esse álbum ele tem o poder de fazer você sentir a fúria nascer em seu sangue, sua alma consegue ganhar peso, consegue fazer o mundo todo ser fraco perto da sua raiva, e uma das músicas que faz com que você entre nesse mundo particular e totalmente brutal da sua mente é a “Release The Lions” que tem um pedal excelente, uma velocidade impecável e um gutural atordoante, a música toda é sensacional, e para deixar tudo ainda mais impecável, logo em seguida vem a música “Chronology Bleached” que tem um começo bem mais denso do que a música é por costume, ela tem uma potência muito grande, uma guitarra que consegue fazer você entrar no ritmo e querer ir para a guerra, a bateria consegue explorar muito bem todas as partes e não deixa em momento algum o ritmo ficar repetitivo.

Se tornou muito difícil nesse álbum dizer qual a música mais impactante, qual a melhor música, qual a música mais melódica, qual a música mais completa, mas sem duvidas, uma das melhores músicas é a “Future For Future” que tem um baixo destruidor que faz você ter um colapso, uma arma que afunda sua alma no mais profundo lado do oceano, uma música que deixa o álbum cada vez melhor, o vocal tem uma potência mais aberta, mas ainda consegue transmitir todo o lado destruidor que está sempre vivo com essa banda.

Para encerrar o álbum a banda escolheu a música “War Against All Living” que começa com riff’s excelente e uma bateria que consegue fazer a energia aparecer do fundo do abismo, uma música que é completa, não deixa o álbum terminar de forma morta, o álbum é encerrado com a maior potência possível, e a banda consegue mostrar que essa é sua obra prima, um lançamento muito digno que tem total respeito e que coloca a Rússia sendo um grande nome no Death Metal.





Postado por: Renan Martins

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Dhwesha: Sthoopa



Death Metal


A Índia conseguiu crescer muito no mundo do Metal, isso é algo realmente interessante e extremamente importante, pois consegue colocar ainda mais qualidade e mais cultura dentro desse gênero tão magnífico e único.

Uma das bandas que aparece no underground da Índia é a Dhwesha que consegue mostrar um Death Metal da melhor qualidade, e quando digo melhor qualidade estou dizendo que absolutamente tudo é bem feito.

A banda tem poucos lançamentos, mas isso é questão de tempo até que ela consiga lançar mais coisas e com mais impacto, mas a banda não tem que se preocupar com esse assunto agora.

O primeiro lançamento da banda foi uma Demo intitulada “Yuddhabhumi” que saiu totalmente independente, uma Demo com que serve sempre para apresentar a banda, mas logo depois do lançamento da Demo, a banda apostou no álbum “Sthoopa” que saiu via Dunkelheit Produktionen, Dunkelheit Produktionen que tem como um dos principais nomes a band Horrid que é impecável dentro do mundo do Death Metal, Horrid é da Itália e outra banda de muito respeito e dessa vez das terras quentes do Brasil, a banda Mystifier de Black Metal também é representada com esse selo de muito respeito.

A primeira música do álbum Sthoopa se chama “Sattva Bali” e essa música começa com uma bateria totalmente densa, uma guitarra criando uma atmosfera totalmente perturbadora com uma sonoridade limpa, e logo após isso o riff começa e tudo se torna mais brutal, a sonoridade da música é impecável e consegue retratar perfeitamente o que é o Black Metal, o gutural que nasce na música traz ainda mais peso, deixa tudo ainda mais fechado, deixa tudo ainda mais marcante, poucas são as vezes que uma banda consegue logo de cara fazer uma música tão boa quanto essa, uma faixa que abre perfeitamente o álbum.

Começar um álbum qualquer banda consegue começar, agora começar o álbum da melhor forma possível, já com uma música impactante e marcante que mostra como será o ritmo e a qualidade do álbum e a banda conseguir se manter com uma sequencia grande de músicas bem feitas é bem mais difícil, mas não para essa banda, essa banda fazer música boa é fácil.

A segunda faixa intitulada “Sthoopa” começa bem mais eletrizante que a anterior, porem, não sai do Death Metal, a bateria está rápida e explorando muito os pratos, a guitarra cria uma quantidade de riff’s mais rápidas e sem deixar nada para trás a banda consegue mostrar o baixo da melhor forma possível, uma nuvem negra que domina totalmente o centro do mundo.
O gutural apresenta uma sonoridade mais aberta, um vocal mais aberto, mais energia em todo momento, uma segunda música que chega para colocar fogo em todas as casas.

A música que carrega o nome da banda, no caso “Dhwesha”, começa com um violão da melhor qualidade, uma sonoridade que transmite a paz dentro da alma, mas uma paz pós guerra, a paz que está junto com a dor, mas essa introdução não mostra o que será realmente a música, a bateria aparece trabalhando bem com o pedal e o vocal nasce com mais potencia do que nunca, um gutural extremamente fechado, extremamente extremo, nada fica quieto, tudo está caindo, uma música que mostra como tudo pode ser brutal e ao mesmo tempo bem feito, realmente essa banda tem tudo para crescer e dominar muitas coisas.

O cenário do Death Metal está realmente repleto de bandas excelentes, todas elas trazendo uma sonoridade bem única, uma sonoridade que não deixa faltar nada, uma guitarra bem trabalhada, um vocal que consegue fazer um tom mais rasgado, ou em alguns momentos fazer um tom mais fechado conseguindo fazer o mundo se tornar um grande câncer ou até mesmo deixar tudo mais intenso sem sair do gutural, uma forma importante de saber trabalhar com as armas que tem e essa banda sabe muito bem isso, o baixo aparece também da melhor forma possível, sempre criando uma atmosfera destruidora, sempre conseguindo mostrar que ele existe e que sem ele a música não teria metade do peso que tem, um instrumento incrível que faz tudo se tornar mais Death Metal.

Para encerrar o álbum foi escolhida a música “Kapala Haara”, essa música encerra da melhor forma possível o álbum, o motivo disso é que ela consegue trazer tudo o que aconteceu e colocar ainda mais peso e trabalhar melhor com o pedal que é uma das características do Death Metal, a música ficou cada vez melhor, cada vez mais bem construída, tudo que você encontra na música mostra mais qualidade, realmente a banda consegue honrar o nome da Índia da melhor forma possível.




Postado por: Renan Martins

domingo, 24 de agosto de 2014

Miseo: Lunatic Confessions


Death Metal


Do mais profundo local do underground da Alemanha a banda Miseo nasce e mostra para o mundo o motivo pelo qual esse país é um dos melhores quando o assunto é Metal.

Em seu ultimo lançamento intitulado “Lunatic Confessions” a banda não deixou dúvidas de como seu som ficou ainda melhor conforme o tempo, tempo que fez muito bem pra banda montar algo realmente surpreendente.

O primeiro trabalho da banda foi um EP intitulado “The Dead Will Predominate” que saiu via Blacksmith Records e sem deixar em momento algum a sonoridade ficar fraca esse EP mostrou que a banda teria um grande futuro, e hoje nós podemos ver que o futuro estava certo quando olho e disse que essa banda seria impactante e surpreendente.

A primeira música do álbum “Lunatic Confessions” que saiu via Blacksmith Records é sensacional, lembrando que no caso a música é a primeira depois do instrumental que pouco tem de tempo então acabou não tendo muito impacto, mas deixando claro que o trabalho é muito bem feito no instrumental.

A primeira música intitulada “Daddy´s Girl” tem uma guitarra totalmente densa, uma guitarra que consegue transmitir energia e junto do gutural do vocalista que consegue transmitir também muita energia a banda consegue criar algo quase que lunático, uma forma impactante de fazer seu som e conforme você vai escutando mais você entra na alma da música, e essa faixa para ficar ainda melhor conta com um momento um solo de guitarra que faz com que tudo se torne ainda melhor, ainda mais bem feito e logo após isso o gutural consegue puxar ar direto do inferno e soltar um urro que pode ser escutado antes de por o álbum pra tocar, um gutural realmente excelente.

A porrada na cara não termina por aqui e logo em seguida vem a música muito potente e com muita pegada que é a “Greed Kills” essa música tem uma construção bem clássica do Death Metal, mas é uma formula que pra sempre será certeza que será bem vinda, uma bateria rápida trabalhando super da melhor forma com o pedal e com os pratos, a guitarra sempre criando riff’s excelentes e pesados e o baixo deixando tudo mais confortável dentro do caos, o gutural cada vez mais fechado e mais denso tudo colaborando para a música ser algo realmente única mesmo seguindo a formula mágica do Death Metal.

Lunatic Confessions começa de forma mais melódica com uma guitarra trazendo uma sonoridade mais leve junto dos pratos da bateria, mas isso é apenas a introdução, depois já começa os gritos atordoantes que fazem o Death Metal ser algo realmente respeitado mais do que já é e faz esse gênero se tornar o melhor.
O gutural aparece nessa música de forma mais brutal, de forma que faz sua alma pular todo momento, mas a velocidade na batida seca da bateria ajuda com que tudo se torne melhor, uma música realmente impecável, e quando o vocal grita Lunatic Confessions a música se torna totalmente grudenta e sua mente consegue absorver ela pra sempre da forma mais atordoante possível.

Skin Dress começa com um simples e breve solo de bateria e logo depois nasce a guitarra criando um som totalmente destruidor, um som que faz você querer quebrar tudo, uma música que não tem frescura, uma banda que tem o sangue gelado da Alemanha que tão linda banhada com neve fica nos invernos, uma música sensacional com gutural destruidor em um álbum tão impecável quanto poderia ser.

Realmente essa banda mostrou o quanto ela se superou, o quanto ela conseguiu se tornar mais sólida e mais única, e com a música “Ueberzucht und Untergang” a sonoridade já está em um andamento diferente, tudo está mais rápido, o vocal está mais aberto, porem está seguindo ainda dentro do gutural, um gutural não tão denso, mas um gutural que consegue transmitir mais intensidade, tudo está da melhor forma possível e conforme a música vai acontecendo a energia vai ficando maior, a formula do poder nunca acaba com essa banda.

Se você está procurando densidade então na música “Harlots For God” você vai achar uma densidade excelente, um baixo totalmente destruidor, uma guitarra totalmente distorcida, mas sempre trazendo uma melodia excelente que dentro do caos faz muito sentido, uma forma em que você consegue entrar perfeitamente no mundo da banda, essa banda não pode ser considerada a melhor, ela está muito longe de ser a melhor, até porque o melhor existe de forma particular, mas sem duvidas essa banda se alguém esta querendo conhecer mais a fundo o Death Metal é uma excelente dica, uma dica que não enjoa e não deixa em momento algum você com o ouvido saturado do som, realmente uma banda destruidora que carrega a linda bandeira da Alemanha.





Postado por: Renan Martins

sábado, 23 de agosto de 2014

Dødsverk




Lançado em 2014 via Apocalyptic Empire Records
(Dødsverk)

Black Metal

1. Den siste...  
2. Intet mer å gi  
3. Gjendød  
4. I perversjoner  
5. Aldri tilbake  
6. Renselse  

7. Motstå frelse




Postado por: Renan Martins

Dødsengel



Lançado em 2009 via Satanic Propaganda Records
(Visionary)

Black Metal

1. Åpenbaring
2. Word of Uncreation
3. Void
4. Djevelens Lys
5. The Opposing Ideal
6. Warfare by Witchcraft
7. Interlude
8. Raziel
9. En Hyllest
10. Frelserens Ord
11. Glorious Salvation
12. Torner I Snøen



Postado por: Renan Martins

Dyster



Lançado em 2010 via Drakkar Productions
(Le Cycle Sénescent)

Black Metal

1. Immersion
2. Chroniques d'un Asocial
3. Hurle!
4. Chute Libre
5. Insomnie Automnale
6. Freeways of Perdition
7. Le Fruit Pourri
8. Sweet Illness of Mine (Lifelover cover)
9. Intermède Sylvestre
10. La Ballade du Malade
11. Le Cycle Sénescent
12. Farewell



Postado por: Renan Martins

Dysphoric



Lançado em 2011 via independente
(Intens Melankoli)

Black Metal

1. Mørke
2. Withering
3. In Infinite
4. Allusion
5. Deathscape
6. Happy Portrait
7. Happy Portrait III
8. Tomhed




Postado por: Renan Martins

Dys Inbunden


Lançado em 2013 via Liflätinn Productions
(Pandemonium Unchained)

Black Metal

1. Öktar
2. The Black Dawn of Chaos
3. Sansho Shima
4. The Claws of Moribund
5. Pandemonium Unchained
6. Wings of Immunity
7. Reflections of a Blackened Mind
8. Unblinded by Misanthropy



Postado por: Renan Martins

Dying Sun



Lançado em 2008 via Rigorism Production
(Last Light of a Dying Sun)

Black Metal

1. Misanthropic Scream (Intro)  
2. Prince of Time  
3. In Terrible Labyrinths
4. Last Light of a Dying Sun  
5. Destruction of Epoch of Hypocrisy and Lie  

6. Outro



Postado por: Renan Martins

Dying Fullmoon



Lançado em 1995 via Noise Variations
(Unter Dem Thron Der Sterne)

Black Metal

Side A - Mondseite

1. Symphonie Nr.2 (Part I)
2. Der Tod Des Zweifelspiegels
3. Im Gewand Des Sensenmannes
4. Bosheit Inmitten Der Stahlfelsen-Festung
5. The Black Dragons Of Sorrow
Side B - Sternenseite

6. Symphonie Nr.2 (Part II)
7. Das Kristallklare Angesicht Der Nacht Im Kalten Sterbedunst
8. Storming Towards The Stars...
9. Das Goldene Schwert
10. Hymne
11. Romantik Im Blutnebel Des Dunklen Mittelalters





Postado por: Renan Martins

Dying Christ



Lançado em 1993 via Independent
(The Black Lord...)

Black Metal


1. Intro  
2. Black Lord of the Seven Gates 
3. Nebirus
4. In the Undying Dark Mountains  

5. Versus of the Unholy Spirit



Postado por: Renan Martins

Dyfectus Amadeous



Lançado em 2003 via R-A Production
(Eternal Opening Get Lost)

Black Metal

1. Eternal Opening Get Lost
2. Uncivilized of Dewi Siwi
3. Kutukan Dari Surga
4. Lembah Sengsara
5. Wanita Penabur Dosa
6. Tahta Sang Petaka
7. Anubis
8. Sesaji Sedekah Bumi
9. Derita di Alam Neraka




Postado por: Renan Martins

Dyfectus Amadeous



Lançado em 2009 via independente
(Wanita Penabur Dosa)

Black Metal

1. Anubis
2. Derita di Alam Neraka
3. Eternal Offering Get Lost
4. Kutukan Dari Surga
5. Lembah Sengsara
6. Sesaji Sedekah Bumi
7. Tahta Sang Petaka
8. Uncivilized of Dewi Siwi
9. Wanita Penabur Dosa



Postado por: Renan Martins

Dwelling



Lançado em 2007 via independente
(Pierced Thoughts of Desolation)

Black Metal


1. Untitled I
2. Untitled II
3. Untitled III
4. Untitled IV



Postado por: Renan Martins

Dwellers of the Twilight



Lançado em 2009 via Eichenwald Industries
(Grey)

Black Metal

1. Sovereign of Sulphur
2. Domus Mundi
3. Blessed Heir
4. The Price of Fear
5. Grey I
6. Crown of Sadness
7. Trail of the Foe
8. The Darkest Son
9. Grey II




Postado por: Renan Martins

Dwellers of the Twilight


Lançado em 2009 via independente
(Sycophant)

Black Metal

1. Skeptics
2. Dark Matter Lungs
3. Explorers
4. Endless Cycle
5. Fastwalkers
6. Sycophant
7. Self Conspiracy
8. Unearthing History
9. Terraformer
10. Serpents in the Sky




Postado por: Renan Martins

Dux



Lançado em 2004 via independente
(Vintras)

Black Metal

1. Disciples de Vintras
2. Eternité
3. Carapace
4. Des Cieux Emplis de Haine
5. Bienheureux les Simples d'Esprit
6. La Mort d'un Astre
7. Vanité
8. Terre Brûlée




Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Swine Overlord: Parables of Umbral Transcendence



Brutal Death Metal

Mostrando a potência dos Estados Unidos dentro do mundo do Metal, a banda Swine Overlord cria uma destruidora sonoridade dentro do Brutal Death Metal.

Essa banda mostrou que a forma de criar a música pode ser destruidora e ao mesmo tempo muito bonita, bonita no sentido da arte de capa que está impecável, uma mistura de cores excelente e tudo da forma mais marcante possível.

Um álbum que começa com uma arte de capa muito bem feita tem todo o respeito, pois os músicos se preocuparam em criar algo impactante dês do começo, dando a idéia de que todo o álbum será excelente também, nesse caso, o álbum é uma sequencia de morte, dor e muito peso, a densidade dessa banda faz você entrar em outro mundo, um mundo que te leva para um cenário totalmente sangrento.

A banda tem uma carreira com uma quantidade pequena de lançamentos, mas felizmente quantidade não corresponde com a qualidade, e essa banda consegue mostrar a qualidade de forma única em suas músicas que fazem o mundo quebrar em todos os pedaços.

Intitulado “Parables of Umbral Transcendence” a banda lançou o álbum via Gore House Productions e não teria selo melhor para lançar essa banda e logo de cara a banda já deixa bem claro que não existe piedade e não existe frescura em seu som, a potência vem toda banhada de sangue e intitulada “Celestial Purge”, a música já começa de forma interessante, interessantes em vários pontos, um deles é que a banda consegue apostar em um vocal que você consegue entender as palavras e isso tudo sem deixar de perder o peso, o gutural é extremamente pesado e isso faz a banda ser ainda mais sensacional, a guitarra conta com riff’s de muito peso e muito impacto, a bateria aparece ao fundo e consegue seguir com um pedal duplo que faz você se sentir dentro de uma guerra, o baixo dessa música tem uma potência muito grande, você consegue escutar ele de forma muito nítida, ele constrói uma obscuridade muito animal dentro da música, tudo se torna mais brutal conforme a música vai se aproximando do fim.

A segunda música já mostra um lado mais destruidor e mais Brutal Death Metal clássico, o motivo disso é que a bateria está totalmente mais rápida e trabalhando de forma excelente com os pratos, a guitarra transmite riff’s da melhor qualidade e de muito peso, o baixo é algo impressionante, você entra em um mundo de destruições, você consegue imaginar que está dentro do Oceano e um monstro está prestes a te devorar e você começa a entrar em pânico dentro da escuridão das águas esquecidas, uma música impecável que faz você querer escutar mais e mais do álbum que é uma incrível sequencia do medo.

Post Burial Defloration é uma das melhores faixas do álbum, ela começa com uma forma atmosférica como se você tivesse sido seqüestrado e estivesse dentro de um quarto todo sujo e conforme o tempo vai caminhando você vai se aproximando da morte e da dor.
A quantidade de riff’s dessa música é impressionante, riff’s sempre muito bem trabalhados, muito impactantes, muito bem construído e uma banda que não deixa em momento algum o Brutal Death Metal morrer, a qualidade dessas músicas e desse álbum fazem você ganhar grande admiração por essa banda que coloca os Estados Unidos mais uma vez como um nome cheio de bandas boas que conseguem sempre construir algo impecável.

Se para alguns um álbum bom é feito de uma sequencia marcante, então esse álbum é realmente um álbum bem feito, mesmo deixando claro dês do começo isso, a banda não deixou em momento algum morrer sua criatividade e as faixas “Falsum Messias” e “Bleeding the Sinful” são de uma monstruosidade incrível.
Começando com a faixa Falsum Messias, a banda não perdoou em momento algum a mente humana, ela consegue fazer você entrar em seu lado mais psicopata possível, uma música que tem uma bateria ainda mais Brutal Death Metal com pedal rápido e uma batida um tanto mais seca, o baixo trabalha perfeitamente junto com a bateria e consegue também combinar com o vocal que consegue se aproximar do impossível em todas as músicas e logo em seguida já nasce a outra impactante música, no caso a Bleeding the Sinful tem um foco na bateria diferente da música anterior, essa música tem um pedal duplo mais brutal e o baixo está um tanto mais denso também, o vocal está totalmente fechado mas tem uma sonoridade muito característica dessa banda.

Realmente Swine Overlord tem uma sonoridade destruidora, e para encerrar o álbum teria que ter algo da qualidade da banda, então nasceu a música “Seeds of Treacherous Creation” que tem uma sonoridade também um tanto pesada, uma bateria totalmente focada na fúria, um subgênero que não tem medo.
O vocal é totalmente brutal e essa é sem duvidas uma das bandas que se você não conhece o gênero e quer se aprofundar mais, então é uma excelente dica, o vocal é totalmente fácil de absorver e não perde o peso em momento algum, a bateria é bem trabalhada e ao mesmo tempo é simples,  a guitarra mostra seus riff’s potentes e de forma impactante e o baixo é uma arma secreta que faz com que tudo seja ainda mais obscuro e destruidor.




Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Malhkebre: Revelation



Black Metal


Malhkebre, a banda que consegue fazer um ritual do começo ao fim.

Quando o assunto é Black Metal essa banda nunca te deixará na mão, o trabalho da banda é excelente, tudo construído da forma mais potente e tenebrosa possível e o lado obscuro da banda faz com ela consiga ganhar uma quantidade excelente de seguidores pelos caminhos mais obscuros do Metal.

Em seu álbum intitulado “Revelation” a banda colocou todas as suas energias e conseguiu fazer uma obra prima.

A primeira música intitulada “Multi sunt vocati” se trata de uma introdução bem curta de alguns segundos, mas uma introdução que tem um som totalmente perturbador, como se o ritual estivesse começando, vozes começam a ditar o começo da destruição da luz e culto ao obscuro.

Continuando sem perder a energia a banda começa com a faixa “In Pulverem Reverteris” que se encaixa ao termino da introdução, e essa música tem uma bateria totalmente Black Metal, uma bateria que consegue explorar de forma rápida e criativa os pratos e todas as outras partes desse instrumento impecável, a guitarra está sempre rápida criando uma atmosfera excelente de tenebrosidade como se você estivesse entrando cada vez em um lugar mais profundo, cada vez em um lugar mais obscuro, a escuridão já faz parte da sua alma e o vocal dessa banda é excelente, o álbum todo faz você entrar em um ritual e você será o sacrifício.

Hystérie Révélatrice é uma faixa que mostra um lado interessante da banda, o motivo disso é que todas as pessoas sempre dizem que para um álbum ser bom ele tem que ter uma dobradinha, no caso, músicas seguidas de excelente qualidade e nesse caso a banda acerta sempre, com a música Hystérie Révélatrice a banda criou a parte 1 e parte 2, mas começando pela ordem “Hystérie Révélatrice (Part I)” a faixa tem um tom totalmente soturno como se uma pessoa estivesse encostada em uma parede totalmente encolhida tentando se esconder dos membros da ordem e quanto mais ela chora, mais a escuridão aparece você se sente totalmente perdido dentro de uma nevoa negra que está por todos os lados do castelo e quase no fim a dor que era gigantesca se torna uma fonte de prazer e assim que começa a segunda parte da música “Hystérie Révélatrice (Part II)”  você consegue sentir a tenebrosidade acontecer da forma mais impactante possível, uma guitarra que consegue ditar um ritmo extremo com muitas pausas a música consegue ganhar uma atmosfera mais pesada, como se você estivesse fazendo sexo com um pedaço de uma pessoa que morreu, a sonoridade do vocal é excelente, ele tem um tom grave, aparecendo em alguns momentos como se estivesse sussurrando algo em seu ouvido, uma música excelente e que consegue fazer a agonia nascer na alma de qualquer um que escuta pelas pausas bruscas.

Dogma é uma faixa tão atmosférica quanto poderia ser, você consegue notar um cenário totalmente obscuro e as pessoas destruindo tudo que estão ao seu redor, e uma besta prestes a sair do portão do inferno, um monstro que não tem como controlar, a atmosfera dessa música é excelente e consegue fazer esse álbum ser um dos mais interessantes de Black Metal.

To Become or Die é uma das música que mais consegue transmitir o lado Black Metal da vida, uma música que traz uma sonoridade muito rápida na bateria com uma sequencia absurda de velocidade e raiva e a guitarra consegue sempre criar uma base excelente para fazer as trevas ficarem mais densas.

Pouco aparece o baixo nessa música, o motivo disso é que ele não está com um destaque tão grande, mas ele está ali e consegue sempre trazer uma parte mais densa, consegue sempre fazer você querer entrar ainda mais nessa escuridão criada pela banda, uma banda que é excelente e que surpreende todas as pessoas com tamanha tenebrosidade, o álbum todo praticamente é a trilha sonora de um ritual, ritual que vai marcar sua alma até o fim dos tempos, uma música excelente que consegue te fazer entrar em um outro mundo, um mundo em que sua alma se torna um objeto de troca e o seu sofrimento quanto maior mais preciosa será sua alma.

Para encerrar o álbum a banda escolheu a música “IHSV” e essa música é realmente muito interessante, pois ela consegue trazer uma sonoridade um tanto mais leve, não leve de fraca ou com pouco impacto, leve de pura, e essa música é o encerramento perfeito para esse álbum que é tão bem construído e tão brutal ao mesmo tempo, o ritual nunca terá fim e o jogo de torturas só está começando.




Postado por: Renan Martins

sábado, 16 de agosto de 2014

Ichor: Depths



Death Metal/ Deathcore


Ichor, a banda que carrega a bandeira da Alemanha sem piedade, mostrando sempre a classe e a potência de um som impecável.

O Deathcore sempre conseguiu uma base de fãs grande, mas nunca conseguiu superar o Death Metal, quando juntou o Deathcore com o Death Metal à banda Ichor mostrou como conquistar o mundo com seu som diferente.

Em seu álbum intitulado “Depths” que saiu via Bastardized Recordings a banda deixou claro que a sonoridade seria esmagadora e bem feita.

Não existe uma formula para fazer o álbum dar certo, ou para fazer o álbum ser o mais pesado do mundo nem mesmo uma formula que mostra como ser o mais grudento do mundo, porem, um álbum bom começa sempre com uma excelente arte de capa, o motivo disso é que se a banda realmente está preocupada com o álbum ela fará dês da arte algo extremamente extremo e bem feito, uma arte que sempre consegue agradar e chamar atenção sem ser forçada, no caso, a arte do álbum Depths a banda conseguiu colocar uma cor azul que deixa uma atmosfera de fundo do Oceano, uma arte impecável que consegue fazer o álbum ter o melhor começo possível.

A primeira música pulando a introdução é a “Apophis” que é uma música que começa de forma violenta e rápida, mostrando todo o empenho e toda a técnica da banda, um Death Metal com Deathcore da melhor qualidade, se você tem algum tipo de preconceito com Deathcore então está é a banda que vai mostrar o lado bem feito do gênero, uma banda que merece muito espaço, sabemos que praticamente tudo que nasce na Alemanha e acaba saindo para o mundo tem muito impacto, muita força e musicalmente essa banda é uma máquina alemã de fazer pesadelos.

A música “Ra´iroa” começa sem deixar você respirar, seu peito já começa a sangrar quando escuta de tanta qualidade.
Ra´iroa começa com um urro totalmente profundo e pesado, a falta de piedade na alma é evidente e a banda consegue destruir tudo em seu caminho, uma música excelente que consegue te grudar mais ainda no caminho para amar o álbum, a banda quando aposta em uma bateria um tanto mais quebrada também acerta muito no gênero, uma forma sensacional de destruir tudo, a guitarra consegue criar sempre um ritmo rápido e melódico ao mesmo tempo, o objetivo da banda é juntar o Death Metal com o Deathcore, porem, o lado do Deathcore aparece com uma forma maior na sonoridade da banda, mas claro que o Death Metal não está morto, ele está apenas criando uma atmosfera no baixo em algumas músicas.

Falando em música mais puxado pro lado do Death Metal a banda apostou todo o seu lado Death Metal com a música “While Giants Sleep” que pode talvez ser considerada a melhor faixa do álbum, esse título não seria um absurdo, mesmo o álbum tendo uma quantidade muito grande de músicas excelentes e de riff’s que fazem você querer destruir tudo, essa música te consegue transmitir o ódio e consegue fazer o Death Metal aparecer da forma mais nítida possível em determinadas partes, claro que o Deathcore ainda manda, mas a banda consegue juntar ainda mais os gêneros nessa música e escolhendo sempre a ordem correta para fazer um álbum, essa música não poderia estar em outro lugar do álbum, ser a faixa de número 4 fez com que esse álbum ficasse ainda melhor, pois mostrou um lado mais diferente que consegue garantir o retorno das pessoas para escutarem o som dessa banda extremamente extrema.

Outra música que consegue mostrar um lado animal do álbum é a “The Beasts Approach” que tem uma sintonia excelente dos instrumentos, uma bateria extremamente rápida e seca que lembra o Death Metal mais clássico e o vocal que é um gutural excelente muda do gutural mais seco para um gutural ainda mais potente, um gutural ainda mais destruidor, quando você escuta essa música você consegue encontrar um buraco em sua alma, uma música que te faz entrar em um mundo totalmente diferente, um mundo em que você está caindo no seu profundo pesadelo e só tem um modo de sair de lá que é se tornando um pesadelo de alguém, uma forma realmente impecável de construir a música, a guitarra aparece criando riff’s excelente e um solo que faz total diferença na música, esse solo consegue fazer a música se tornar mais melódica e ainda mais agradável, a bateria consegue ganhar mais peso e mais velocidade conforme o tempo, uma banda que realmente não tem medo de soltar o braço e a perna para criar algo impecável, o baixo aparece ao fundo sempre criando a atmosfera atormentadora que ele tem poder de criar, a quebra de ritmo que acontece nas músicas fazem com que você consiga escutar de forma mais fácil o baixo e isso é realmente genial, pois a banda consegue mesclar realmente os dois gêneros que ela está com o foco de seguir e sem perder tempo ela consegue fazer com que você escute ambos sem um tampar o outro, ambos excelentes e sempre quebrando todas as barreiras.




Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Orphalis: Human Individual Metamorphosis



Technical Brutal Death Metal


Direto do canto mais obscuro da Alemanha a banda Orphalis não está mofando, a banda está mais viva do que nunca e mostrando que seu som é realmente impecável.

A primeira música do álbum se chama “Intro” que como de costume é uma faixa bem atmosférica, nesse caso não é um instrumental, é uma faixa que tem uma gravação como se tivesse uma voz falando em uma rádio em um local totalmente destruído, falando como para os sobreviventes se esconderem, pois a morte voltará.

A segunda música já começa com uma velocidade extremamente extrema e que faz você querer escutar mais e mais da música.

A bateria da música é realmente algo animal, um pedal duplo que faz você ser triturado por dentro, um pedal duplo que faz com que você tenha sua alma rasgada em várias partes, a guitarra consegue criar uma quantidade muito grande de riff’s, riff’s que conseguem fazer você querer esmagar a cabeça das pessoas com toda a dor do mundo, o baixo aparece também de forma muito nítida no trabalho da banda, uma banda que realmente merece muita atenção, afinal, o som dela é impactante ao extremo e tem tudo para ser considerada uma incrível banda do gênero, no caso, Technical Brutal Death Metal.

O vocal dessa banda é genial, uma força muito brutal no vocal, uma vontade de fazer o mundo ser ainda mais sangrento nasce em cada urro, uma banda que não deixa em momento algum você sentir sono, você só consegue sentir fúria e a fúria se torna cada vez maior, cada vez mais impactante e esse impacto faz sua mente abrir as possibilidades para o lado da tortura humana.

A faixa “Watchmaker” que aparece sendo a terceira faixa do álbum mostra uma mente violenta da banda que pede em todo momento espaço para destruir e espalhar seu sangue por todos os lados do mundo.
A bateria dessa música segue o mesmo caminho da anterior, uma bateria muito rápida e com muita densidade, uma densidade que não é cansativa, o vocal dessa música aparece ainda mais fechado e ainda mais rasgado ao mesmo tempo, essa forma de apostar nesse estilo de vocal da banda fez com que a música fosse totalmente modificada, não modificada para pior, a música se tornou ainda melhor, pois ela mostrou um lado mais técnico da banda, lembrando que a proposta da banda é juntar o lado extremo do Brutal Death Metal com a técnica e a quantidade absurda de solos e riff’s do Technical Death Metal e a banda consegue com muita facilidade executar isso, a banda consegue fazer com que tudo seja ainda mais bem feito.

A música “Veins of Delusion” que aprece no álbum na seqüência  e consegue trazer um lado ainda maior do Technical Death Metal, esse lado do Technical Death Metal fica mais vivo do que o comum quando focamos os ouvidos na guitarra e na quebra de ritmo, a quebra de ritmo é fundamental para o Technical Death Metal ficar dominante na música, mas com isso a banda apostou em um vocal um tanto mais aberto dentro do gutural, claro que em determinados momentos o Brutal Death Metal aparece trazendo um peso impecável no gutural com a junção do gutural mais aberto com o gutural mais fechado, a bateria se torna uma metralhadora em alguns momentos da música e quando menos esperamos a música se torna algo quebrado e volta para o lado mais técnico e depois para algo mais brutal, a música se torna uma verdadeira máquina, a banda é realmente surpreendente e consegue fazer a bandeira da Alemanha ser muito bem lembrada no cenário do Metal.

Seguindo o álbum com a música intitulada “Gnosis in Self Immolation” você já consegue notar um lado totalmente diferente da música “Veins of Delusion”, Veins of Delusion que apresenta um lado mais Technical Death Metal, mas a banda apostou em um Brutal Death Metal muito bem feito na música Gnosis in Self Immolation que consegue em todo momento se tornar ainda mais violenta, ainda mais rápida e com uma bateria mais seca e mais trabalhada, os pratos em todo momento são explorados e isso faz a atmosfera ser ainda maior, a banda realmente sabe trabalhar.

A arte de capa desse trabalho é realmente excelente, ele apresenta cores excelentes e tudo de forma muito chamativo, mas nunca saindo dos elementos característicos das artes de Technical Death Metal, uma banda que sabe apostar em todos os momentos, sabe criar uma atmosfera bem feita, sabe construir uma parede de corpos que não deixa você em momento algum sentir tristeza, o único sentimento é a fúria que aparece para fazer você ser cada vez mais único.

Encerrando com a música “Monuments to Aneristic Illusion” a banda já sabia que o álbum estava em força total, então a banda criou algo ainda mais impactante, e com essa música a banda mostrou um lado tenebroso da alma, uma atmosférica que faz sua alma querer rasgar sua pele procurando o inferno, uma música que tem tudo para ser considerada a melhor de um álbum que é impecável, álbum que mostra a qualidade absoluta da banda que não deixa em momento algum o trabalho ficar cansativo.


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Icon of Evil: Syfilis Mentalis



Death Metal


Os Estados Unidos tem excelentes bandas no Death Metal, a Inglaterra tem bandas boas também, mas nunca, nunca terá um país tão completo nesse gênero quanto à Polônia que apresenta sempre um artista ou banda nova que surpreende sempre.

Syfilis Mentalis é o nome do primeiro e único álbum da banda Icon of Evil, o primeiro trabalho da banda foi um Split intitulado “The Bold and the Beautiful / Icon of Evil” que saiu em 2011 via Trująca Fala.

Icon of Evil apostou grande no seu lançamento de 2013 com o álbum Syfilis Mentalis, esse álbum é uma obra totalmente completa, ela tem uma arte de capa impecável que faz com que você queira escutar só para entender o que vai acontecer no som da banda, a arte traz Cristo em uma cruz em um lugar muito vago e isso deixa um sentimento de loucura ao mesmo tempo de tortura mental.

A primeira música do álbum é a introdução “Intro” que tem um som totalmente absurdo na questão de sua atmosfera, uma música que retrata bem um caminhar dentro de um inferno, barulho todo momento de corvos e lobos uivando, a bateria aparece junto da guitarra nessa introdução e consegue criar, ou melhor, deixar tudo ainda mais pesado e interessante, esse instrumental faz com que você consiga entender bem o motivo pelo qual esse álbum é excelente e pelo qual essa banda merece ser mais reconhecida em todos os cantos do mundo.

A segunda música vem intitulada “Drzewo Krzyża (Wood of the Cross)”, e essa música começa excelente, o gutural da banda é impecável, um tom que realmente lembra muito o Death Metal das bandas mais potentes e é muito interessante que o vocal sai do gutural em alguns momentos e pula pro Harsh  Vocal e consegue criar algo incrível, essa banda é uma que teria tudo para entrar para o pentagrama das 7 cruzes, uma banda impecável que consegue fazer um som muito bem feito e marcante.

Um começo de álbum tão arrasador assim as vezes assusta pelo fato de achar que a banda não vai conseguir dar continuidade, porem, essa banda consegue, essa banda tem força e poder pra isso, e prova disso é a terceira faixa que traz uma atmosfera em seu começo e logo depois aparece a guitarra criando uma sonoridade totalmente perturbadora e a bateria acompanhando com uma batida violenta, nessa faixa o vocal aparece ainda mais fechado, um gutural ainda mais pesado, a quebra de ritmo que permite você achar algo mais melódico é realmente excelente a banda é surpreendente e faz com que você queira escutar mais e mais toda vez, mas o gutural não fica absoluto, o Harsh Vocal aparece e consegue trazer muita versatilidade na música, a bateria consegue ficar mais rápida de acordo com o decorrer da música, uma banda impecável.

Zapchajcie Sobie Mordy (Clog Your Mouths) começa trazendo toda a potência do baixo ao fundo e logo depois a guitarra aparece junto da bateria e o inferno ganha vida da forma mais nítida possível, o urro aparece quebrando todas as barreiras e conforme você escuta a música você consegue entrar na sonoridade da banda e criar um cenário em sua mente de total destruição, você quer conseguir furar a cabeça das pessoas com uma Furadeira e usar o sangue da sua vítima para pintar um quadro com todo o seu sentimento, uma banda que consegue fazer você sentir tudo que está acontecendo dentro das mentes dos músicos, a bateria consegue ficar mais rápida a cada minuto, a guitarra sempre criando uma sonoridade destruidora e pesada e o baixo é a porrada que faz seu peito tremer.

Syfilis Mentalis é uma música que mostra uma diferença muito grande do álbum, uma diferença não pro ruim, mas uma diferença de ritmo, a música apresenta uma sonoridade muito mais puxada pro lado denso e literalmente lento do que as anteriores, mesmo na parte mais rápida a música não se torna tão impactante a ponto de ser rápida ao extremo, mas essa faixa consegue ser muito melódica ao mesmo tempo que não deixa de ser o puro Death Metal, essa banda sabe trabalhar, a criatividade não falta em momento algum e sempre aparece uma oportunidade de criar algo sensacional dessas mentes.

Para encerrar o álbum a banda não poderia deixar de escolher uma música sensacional, e essa música é realmente muito bem feita e encerra com chave de ouro o álbum.
Intitulada “Wojna = Korporacje = Biznes”, é uma música que consegue transmitir um caos gigante na mente através do baixo principalmente, a bateria é sensacional criando uma introdução apenas usando os pratos como destaque e depois quando junta todos os instrumentos você consegue notar o quanto essa música é impecável, uma das melhores do álbum com toda certeza, a banda realmente faz o nome da Polônia se tornar ainda mais forte, uma banda que não falha em momento algum e merece todo o reconhecimento possível.




Postado por: Renan Martins

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Horizon Ablaze: Spawn



Death Metal



Essa é a banda que nenhuma pessoa do mundo do Metal extremo coloca defeito, uma das bandas mais underground do momento, e ela tem uma sonoridade que consegue conquistar o mundo se ela desejar.

Dentro do underground existe certas bandas que conseguem surpreender pela potência, outras pela forma de se apresentar ao vivo, outras por conseguir criar uma letra muito incrível ou até mesmo pela forma que se veste, mas poucas bandas conseguem criar uma atmosfera tão infernal quanto à banda Horizon Ablaze.

Horizon Ablaze é o retrato da noite que ficará em sua mente até o fim da sua alma, até o momento em que sua alma virar pó.

Em seu primeiro álbum intitulado “Spawn”, a banda não deixou faltar absolutamente nada e se você é uma das pessoas que tem dificuldade extremo em achar a sonoridade do baixo na música, então você tem que escutar essa banda, porque a arma principal da banda é esse instrumento que tanto consegue construir o furo em sua mente e fazer o mundo se tornar cada vez mais escuro.

A primeira música do álbum intitulada “Inception”, a banda aposta em uma introdução um tanto tenebrosa com uma sonoridade que não parece nem ser Death Metal, porem, você já consegue notar a quantidade de sentimentos e de ódio nessa introdução e acredite quando digo que esse ódio só ficará maior e o pesadelo está apenas começando.

Logo em seguida da faixa Inception nasce à impecável “Throne of Trepidation” que já deixa logo na cara o poder do baixo, um baixo que faz você sentir sua alma tremer, a potência da banda é muito grande, um Death Metal que surpreende e consegue mostrar que essa é uma das bandas que merecem estar dentro do pentagrama das 7 cruzes, a banda consegue mostrar todo o ódio de forma muito fácil e a potência no vocal é excelente, um gutural totalmente fechado, um vocal que quando apostado no grito cria um tom de dor e junto do instrumental em uma velocidade não tão rápida a banda consegue mostrar que a sua potência é absurda e o baixo consegue fazer o cenário do corpo do Diabo.

1941 é a terceira faixa do álbum e se você pensa que é difícil criar algo tão impactante quanto a faixa anterior então você realmente não sabe as cartas dessa banda que consegue sempre surpreender da forma mais positiva possível, o ritmo cadenciado da música no começo consegue fazer você sugar um ódio da atmosfera, mas a música não é toda assim, ela começa a ganhar mais velocidade e o vocal consegue deixar incansável a música, o gutural impecável dessa banda é uma das obras primas dessa banda, os gritos são bem diferentes, não é um timbre qualquer e a parte lenta que aparece novamente na música joga você em um cenário em que você está espancando uma pessoa com um martelo, espancando alguém com algo que consegue ser tão pesada quanto sua raiva.

Black Burden começa de forma mais elétrica, a forma mais diferente da banda até o momento, ela consegue pegar da guitarra uma sonoridade excelente que cria uma introdução um tanto diferente, o baixo aparece ao fundo criando uma atmosfera muito diferente como se um robô estivesse sendo construído dentro do inferno, essa banda é realmente surpreendente, chamar ela de uma das melhores dessa nova geração não é nenhum absurdo, essa banda consegue nascer do fogo e criar o fogo em sua mente, você consegue se sentir sujo e sua mente de psicopata ataca nascendo um novo demônio em sua vida.

Mesmo sendo algo praticamente impossível, mas se você não achou o baixo ainda na música a sua chance é agora, na faixa “Ink & Blood” ele cria uma introdução mais que impecável, essa música é o retrato de uma banda que está crescendo mais rápido que o vírus Ebola, uma banda magnífica que consegue dominar tudo que está em sua frente, a potência não está apenas no baixo, não está apenas em um vocal extremamente impactante, a banda toda é uma máquina criada por uma divindade que consegue transmitir uma das suas características o medo, o medo que a banda cria em sua atmosfera é muito grande e ela não falha em momento algum, uma banda sensacional que merece ser reconhecida cada vez mais.

Começando de uma forma um tanto diferente a faixa “Prefeterminus” mostra um lado mais elétrico da banda, e nessa música quem faz o caos não é o baixo, mas sim a guitarra que consegue criar uma atmosfera de raios e dor dentro de tudo que existe em sua alma, uma banda que realmente surpreende e nesse primeiro álbum ela já conseguiu lançar sua obra prima, a carreira dessa banda se continuar nessa mesma linha tem tudo para ser uma das mais sólidas já feitas, fazer um Death Metal não é pra qualquer um, mas fazer um Death Metal único que consegue fazer você saber que a banda é aquela mesmo se escutar separadamente todos os instrumentos, é, isso é ser Horizon Ablaze.





Postado por: Renan Martins

domingo, 10 de agosto de 2014

Hate Division: Order of the Enslaved



Death Metal/Grindcore


Quando um Death Metal puro da melhor qualidade se mistura com o Grindcore da melhor qualidade você consegue achar a banda Hate Division que faz uma sonoridade destruidora do começo até o ultimo momento do álbum.

Com seu mais recente álbum intitulado “Order of the Enslaved” a banda já começou a mostrar o motivo pelo qual ela deve ter muito espaço, a sonoridade da banda é animal, o Grindcore muitas vezes se torna repetitivo, mas não com essa banda, essa banda conseguiu mesclar ambas as partes e construir um legado muito fiel.

A primeira música do álbum intitulada “Peace.Tranquility.Subsequent.Deception” começa de uma forma assustadora sem deixar que você fique calmo, o vocal é consegue apresentar uma mescla impecável do gutural puro com a potência de um gutural um tanto mais rasgado, um tanto mais carregado ao tom da dor, uma guitarra que consegue criar um riff totalmente bem feito que não deixa em momento algum faltar potência nem criatividade na música, a bateria tem uma velocidade muito boa, mas não fica a música toda com a velocidade absurda, em determinados momentos a banda deixa tudo mais focado no lado denso e não no lado absurdamente intenso.

The Divine Reward é a segunda música que começa de uma forma bem mais Death Metal com um riff muito mais cadenciado e muito mais carregado, o gutural também aparece de forma muito pesada, uma forma muito única que faz com que a música se torne cada vez mais potente, cada vez mais impactante.
O baixo quando aparece ao fundo você pode jogar tudo pro lado e focar só nele que ele consegue fazer com que você entre em um mundo totalmente diferente, um mundo totalmente caótico, um mundo em que você tem uma faca na mão e cabe a você escolher se vai matar uma pessoa que ama para salvar mil pessoas ou vai deixar mil pessoas abraçadas com a morte por amar uma pessoa e não ter coragem de tirar a vida dela, uma música impecável que já torna o álbum ainda mais interessante, a banda só consegue melhorar, a quantidade grande de músicas que tem no álbum consegue se tornar pequena perto da qualidade da banda.

Em um álbum de uma banda que está focada em tocar Grindcore não poderia faltar músicas rápidas de apenas 2 minutos ou 1 minuto, então a banda jogou com isso e conseguiu fazer uma sonoridade impecável nos 2 minutos, uma bateria totalmente seca puxando um lado muito Grindcore, a música intitulada “A Controlled Extinction” mostrou o lado Grindcore e mostrou que esse lado não está morto, ele está vivo e está sendo muito bem feito pela banda.

Pornography of War é uma música que mostra um lado totalmente diferente da banda, não se trata de um diferente na questão da sonoridade sair do Death Metal e do Grindcore, mas sim pelo fato da perfeita mescla de ambos e criando algo muito diferente, a bateria consegue mudar várias vezes sem fugir do que é a característica de cada um, o vocal consegue ser mutante e mudar do gutural extremo totalmente grave, totalmente fechado para um vocal totalmente rasgado e impecável que não deixa em momento algum ficar fraco o som da banda, uma banda que realmente supera muitas que são chamadas de excelentes, essa realmente merece um reconhecimento gigante, a música é intensa e rápida, a densidade acontece da melhor forma possível sem deixar que sature em momento algum, a potência na guitarra é grande e ela consegue criar riff’s muito bem feitos e logo depois pular para algo totalmente mais melódico, a bateria tem uma velocidade muito interessante e a violência que nela existe é algo realmente Grindcore, a sonoridade seca de alguns momentos não deixam que a música se torne comum, uma forma de criar sensacional, uma banda que tem tudo para surpreender quem não conhece e surpreender os fãs com os novos lançamentos.

The Final Exhalation é uma das melhores faixas do álbum, tudo bem que é extremamente difícil falar qual é a melhor faixa, afinal esse álbum tem muitas músicas excelentes, excelentes do começo ao fim, cada um dos gritos, cada urro, cada riff, tudo muito bem feito e pensado da melhor forma possível para conseguir criar algo totalmente diferente e essa banda conseguiu fazer isso sem deixar faltar nada.
A energia dessa música é muito grande e a bateria aparece de forma muito extrema, a velocidade do pedal junto do trabalho com os pratos a bateria consegue dar um tom totalmente mais impactante para o trabalho, uma banda que tem tudo para conseguir conquistar o mundo do Grindcore/Death Metal, mas principalmente o do Grindcore, pois a banda consegue trabalhar muito bem nele de uma forma diferente que não cansa em momento algum, e ainda na The Final Exhalation a banda aposta em um solo de guitarra que torna tudo ainda mais atmosférico, uma banda que sabe trabalhar e tem criatividade para sempre surpreender de forma positiva.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Crescent: Pyramid Slaves



 Blackened Death Metal


Colocando como tema das letras o lado mais interessante possível da mitologia egípcia, certas bandas conseguiram ganhar muito destaque e isso apareceu tornando um grupo muito bem criado de bandas que conseguem fazer um som totalmente criativo e com muita poesia em suas letras, com muito conteúdo bem pensando.

As letras bem pensadas fazem com que essas bandas que apostam em falar de assuntos históricos ganhem certa fama por sempre trabalhar com um som diferente, toda a atmosfera conta e o trabalho nunca fica apenas nas músicas, a parte da arte de capa é o começo mágico de bandas que fazem esse tipo de letra.

Crescent é uma banda que consegue mostrar muito bem o que é começar um álbum da melhor forma possível com seu trabalho mais recente, o álbum intitulado “Pyramid Slaves” que tem dês da arte de capa até o ultimo riff tudo muito bem feito, muito bem construído, uma forma muito interessante é que a banda consegue transmitir o seu som sem deixar nenhuma falha, sem deixar com que em algum momento a música fique cansativa.

Saindo um pouco do lado Brutal Death Metal que ficou marcado com o Nile apostando nesse tema das letras, a banda Crescent mostrou logo de cara, logo na primeira música como fazer um som impactante.

Gates of the Sun é a primeira música, e muito diferente do que todos estão esperando a música não é um instrumental, essa banda não aposta nisso, a atmosfera do começo te faz entrar completamente em um cenário de deserto, um cenário totalmente seco ao mesmo tempo muito poético e quando entra o instrumental conseguimos notar a criatividade e capacidade da banda que faz da bateria uma espécie de tumba que consegue fazer Anubis sorrir, uma bateria eletrizante uma marca sensacional da banda, uma das coisas mais interessantes dessa banda é a parte um tanto separada dos instrumentos, no caso, o separado não quer dizer que todos estão tocando algo diferente, mas sim, que nenhum ofusca a sonoridade do outro, a potência não foge em momento algum de nenhum instrumento e se tem pessoas que tem dificuldade em escutar o som tremendamente turbulento do baixo está música consegue mostrar da forma mais clara possível como é potente o som desse instrumento impecável.

A segunda música começa de uma forma mais brutal que a anterior, a banda aposta com seu Blackened Death Metal em uma sonoridade que lembra até o puro e excelente Brutal Death Metal/ Death Metal tradicional, uma banda realmente excelente que merece ter muito reconhecimento pelo trabalho impecável que faz.
A segunda música intitulada “Ra-Men-Kheper” começa com uma força impecável e faz a bateria trabalhar na velocidade da luz, o pedal duplo da bateria consegue criar uma forma muito destruidora dentro do trabalho da banda, a guitarra dessa música consegue criar uma atmosfera muito interessante, ela faz com que você fique pulando da noite pro dia em sua mente enquanto você olha nos olhos do seu maior pesadelo, uma fumaça negra aparece olhando dentro de sua alma enquanto você tem que lidar com seu pior medo sozinho, o vocal dessa banda é impecável, um gutural de extrema potência que faz a atmosfera ser cada vez mais potente e quando junta todos os instrumentos e o vocal você consegue notar que a banda tem uma diferença muito grande das outras que estão seguindo nesse gênero, uma banda muito bem construída que mostrou o motivo de estar ganhando uma base de fãs sólida.

An Ode To Qadish é uma faixa que consegue transmitir algo muito importante, pois a banda aposta em fazer um Blackened Death Metal e a parte do Black Metal quase não aparece ao decorrer do álbum, a parte do Death Metal fica muito mais nítida, mas conforme você vai escutando você consegue encontrar certos momentos em que o Harsh Vocal, no caso, vocal do Black Metal aparece fazendo um apoio para o gutural e isso deixa muito diferente o som da banda, pois deixa um tom de dor e euforia na música, deixando ela cada vez mais excelente.

Falando em excelente a banda não poderia deixar de encerrar um álbum de tamanho impacto de qualquer forma, a música tem que ser a melhor, tem que ser a mais impactante, se de fato é a melhor é algo questionável, afinal, só tem música boa no álbum, mas a ultima música intitulada “Fallen Kingdom Of Men” é uma música que consegue fazer o álbum ter um fim clássico, um fim que surpreende pela incrível quantidade de atmosfera e peso, a banda não aposta no instrumental, todas as músicas são bem pesadas e bem construídas, uma banda realmente que tem tudo para conseguir fazer o país Egito crescer ainda mais no mundo do Metal carregando sempre esse tema magnífico que é a história e cultura desse lugar tão único.



Postado por: Renan Martins

domingo, 3 de agosto de 2014

Gortal: Deamonolith



Death Metal



Gortal é uma das bandas que tem um vocal muito interessante e que cada vez ele vai ficando mais denso e mais destruidor.

Carregando à bandeira da Polônia a banda já mostra que tem tudo pra dar certo, em seu álbum intitulado “Deamonolith” que saiu em 2012 via Pagan Records a banda mostrou que foi um lançamento muito, muito bem feito e muito extremo.

O Death Metal sempre apareceu carregando excelentes bandas, mas nunca vai existir um país igual à Polônia para conseguir lançar bandas de Death Metal tão bem feitas, a potência das bandas são algo impressionante, a vontade, a violência e o sangue que escorre dessas bandas se tornaram ao decorrer dos anos a Polônia o local mais sagrado para o Death Metal.

Começando o álbum você já consegue se sentir com medo de tanta atmosfera colocada na introdução, a arte de capa combina perfeitamente com esse álbum, a arte mostra uma pedra com um símbolo pronto para fazer um ritual e tudo isso no meio do Oceano e isso faz com que você já se sinta perdido e com um pavor gigante por ser engolido pela água e nesse caso a banda conseguiu combinar tudo perfeitamente, a música D.F.C. começa com uma guitarra muito bem trabalhada e um riff muito denso que faz a música ser muito agradável e extrema ao mesmo tempo, o gutural é impecável e em determinados momentos ele se torna tão denso e potente que faz você imaginar que o próprio Diabo está cantando, uma banda sensacional que não deixa faltar nada, a bateria consegue trabalhar muito bem e apostar de forma muito técnica na utilização dos pratos e de cada pedaço da bateria, uma banda que surpreende pela qualidade.

Crimens Sollicitationis é a segunda música e se você está pensando que com a potência da primeira música e qualidade dela não poderia vir algo melhor logo em seguida então você está completamente enganado, a banda consegue mostrar em todos os momentos a sua criatividade e o seu lado destrutivo, uma forma mais que impressionante da banda executar seu trabalho.
Crimens Sollicitationis começa com toda a violência do mundo e o pedal duplo dessa música é algo assustador, uma velocidade impecável, uma máquina de peso que consegue fazer o mundo se tornar poeira em segundos, o vocal consegue mostrar o seu lado mais pesado em cada momento, em cada música a mescla de vocal vai aparecendo, nessa no caso a potência do gutural está um tanto mais fechada e o Harsh Vocal aparece de apoio e isso faz com que toda a música se torne ainda mais potente e chamativa, uma forma genial de construir uma música.

Doombringer é a faixa seguinte e começa de foram atmosférica também, com uma espécie de conversa ao fundo, mas por pouco tempo, pois depois o esmagador pedal duplo aparece e mostra como faz para separar as partes do corpo de uma pessoa, a forma mais nítida de fazer um Death Metal é apostando no de sempre, mas não é assim que funciona com essa banda, banda que consegue construir uma sonoridade muito bem feita e com muitas quebras no ritmo, uma forma de caminhar sobre a água e não afundar em momento algum, a banda realmente tem tudo pra dar certo, ou melhor, dar mais certo do que já é, o trabalho do Gortal se mostra cada vez mais sólido e esse ultimo álbum realmente é uma obra prima do Death Metal Polonês que  sempre aparece trazendo as melhores bandas, a famosa estrela de cinco pontas que é formada por Hate, Behemoth, Vader, Decapitated e Lost Soul mostra o quanto o país é bem servido, porem, os que ficam de fora dessa estrela merecem um lugar, pois a cada ano uma banda impecável nasce nesse país e cada vez que uma banda de Death Metal nasce na Polônia você pode ter certeza de que música boa está nascendo da forma mais pura possível.

Deliver Into Suffering é mais um dos retratos da pedrada na cara que essa banda joga pra todas as pessoas, uma banda excelente não pode deixar em momento algum o álbum se tornar ruim e essa música tem uma energia muito grande, o pedal duplo parece uma metralhadora que está furando tudo em sua frente da forma mais impactante possível, o vocal está ainda mais pesado e rasgado mesmo sendo um gutural, a guitarra está aguda e em uma cadência interessante e conforme ela vai aparecendo ela se torna mais aguda, a música em um determinado momento sai do gutural e você consegue escutar ao fundo gritos como se pessoas estivessem sendo torturadas e tomando chicotada e o inferno estivesse aberto esperando pela sua alma, uma música extremamente extrema, o retrato do que é a carreira dessa banda incrível e surpreendente.





Postado por: Renan Martins