quinta-feira, 31 de julho de 2014

1917: Inexorable




Death Metal


1917 é bem mais que apenas uma data, é também o nome de uma banda/projeto que nasceu e carrega a bandeira da Argentina da melhor forma possível.

A banda tem uma carreira muito interessante, uma quantidade grande de lançamentos e lançamentos que estão incluídos de todas as formas como, Split, Demo, Compilações e obviamente os álbuns, a banda não tem nenhum lançamento fraco, e todas as músicas são voltadas para o lado mais possuído do Death Metal.

Em seu último lançamento intitulado “Inexorable” a banda mostrou que a potência existe e ela tem que ganhar cada vez mais espaço no mundo do Metal.

O álbum sem perder tempo já começa com a faixa intitulada “Exordio” que é uma faixa instrumental muito atmosférica e faz com que o álbum tenha o melhor começo possível, a música conta com uma quantidade muito grande de sentimento, uma quantidade densa de riff’s e a bateria está em uma velocidade mais reduzida, mas mesmo assim a música em determinados momentos fica um tanto mais rápida, nada absurdo, mas pro nível de instrumental fica mais rápida.

Continuando com o álbum, a segunda música aparece com o nome “Al fin te besa la Muerte” que é uma música muito bem feita, muito bem criada, ela tem um sentimento muito obscuro e ao mesmo tempo que acontece a tenebrosidade na musica, conseguimos também notar a diferença nítida na banda que é apostar em um vocal mais puxado pro Harsh Vocal ao invés do gutural tão tradicional no Death Metal, e essa mudança mostrou que a banda não tem medo de apostar em coisas novas, a guitarra tem um destaque bem interessante, ela não é focada sempre em um riff repetitivo, porem ela não chama toda a atenção, a banda consegue distribuir muito bem a sonoridade de todos os instrumentos.

A terceira faixa Exhortación é impecável, ela começa com uma bateria totalmente esmagadora, uma forma de mostrar o Death Metal arte da banda que faz com que você trema, o baixo dessa música aparece de forma muito interessante também, ela tem uma potência muito grande, uma potência muito completa que faz com que seu trabalho se torne ainda mais interessante, conforme você vai escutando a música você vai percebendo que a banda tem uma atmosfera muito maligna e isso é muito bem feito, a atmosfera é sempre muito única de banda pra banda e isso deixa essa banda ainda melhor, uma forma de fazer o mundo virar pó em todos os momentos.

Ad Extirpanda é uma outra música que mostra muito bem o que é a atmosfera da banda, a música começa com um toque de guitarra que lembra bastante o Doom Metal e até mesmo o Progressive em alguns momentos e é muito interessante a banda mostrar um lado mais puxado pra densidade do que pra velocidade na bateria e tudo mais logo de cara, a banda mostra que tem totalmente o controle do que está acontecendo e 1917 mostra a cada música, a cada batida, a cada riff uma potência diferente, um mundo mais único, algo mais particular, uma forma de destruir tudo em seu caminho.
Ad Extirpanda continua mostrando um lado diferente da banda que chega ao invés do Harsh Vocal que estava apostando nas outras faixas, agora 1917 aposta no gutural e o gutural extremamente bem feito, uma potência muito grande e um tom profundo que faz você imaginar que você está caindo em um buraco no meio do planeta e você não está vendo o fim, o fim desse buraco é a sua morte, você ficará caindo até sua alma ser levada, uma forma de mostrar pânico e Death Metal ao mesmo tempo, essa banda realmente consegue ser surpreendente.

Poucas pessoas conhecem 1917 e é muito interessante ver como todos ficam loucos quando escutam essa banda, banda que mostra que a Argentina é muito mais do que Rata Blanca, o Death Metal na Argentina sempre será bem representado enquanto essa banda estiver viva, o nome, ou melhor, os números 1917 vão se tornando cada vez mais potentes dentro do mundo underground do Metal.

Para encerrar o álbum a banda apostou em algo que já é tradicional dentro do mundo do Metal, encerrar o álbum com uma faixa instrumental e “Consumacion” consegue trazer um excelente encerramento para o álbum que faz essa banda se tornar ainda mais conhecida e que merece crescer muito e tem tudo pra crescer muito até o fim de sua carreira.



Postado por: Renan Martins

terça-feira, 29 de julho de 2014

100 knives inside: Moral Fabrication



Technical Death Metal


Banda por banda conseguimos indo ao lado mais obscuro, mais esquecido e técnico do Technical Death Metal lá vamos encontrar bandas da melhor qualidade.

Em praticamente todos os gêneros e subgêneros é sempre procurado álbuns da melhor qualidade, mas no caso do Black Metal a Demo é muito valorizado por conter uma sonoridade totalmente crua e saturada e em sua maioria com a qualidade sempre procurada nesse gênero incrível, dentro dos subgêneros do Death Metal o Technical Death Metal apresenta sempre uma ótima qualidade nos lançamentos em formato de EP, provavelmente pela liberdade a banda sempre cria algo bem criativo e bem feito.

100 Knives Inside é uma ótima banda para servir de exemplo, a técnica da banda por completa é impecável, em sua carreira a banda lançou apenas dois trabalhos, ambos os trabalhos são EP, e um deles é de uma técnica, uma potência, tudo tão incrível.
Intitulado “Moral Fabrication” o EP saiu via independente e mesmo assim segue com uma qualidade animal.

A primeira música intitulada “Anima in Process”, é uma arma muito equipada do lado mais potente do Technical Death Metal, um horizonte totalmente em chamas é muito fácil de ser visto quando a banda começa a tocar.
O vocal tem uma potência muito interessante, ele vai pro gutural que é muito bem feito e que tem um peso muito bom e consegue ainda depois sair do gutural e ir para o Harsh Vocal e em alguns momentos a frase começa em gutural e vai pro Harsh Vocal no fim, uma música muito bem feita, tanta técnica e criatividade não poderia falhar quando juntadas.

Seguindo dessa música para o lado ainda melhor, se você acha que o EP está excelente e não tem como melhorar, eu já deixo claro que ele pode e ele vai ficar melhor.

Adulteration of Principles, esse é o nome da faixa que mostra o quanto a banda consegue progredir e fazer sempre algo mais impactante, sempre algo mais delirante, sempre algo mais marcante, e nessa faixa podemos notar uma martelada de peso incrível logo no começo, uma bateria muito densa que parece que você está dando uma marretada no pé de alguém, a guitarra ganha muito destaque nessa música ela aparece muito gritante e muito bem trabalhada, o vocal em determinados fica um gutural mais denso ainda e isso da um tom ainda mais demolidor pra música que é incrível, o andamento da faixa muda em vários momentos, ele em alguns momentos está rápido e em outros ele atinge um lado bem mais denso que leva o clássico Death Metal e em outros momentos o Technical Death Metal aparece de uma forma única e sempre com a guitarra que pega toa a atenção para criar seus riff’s e solos gritantes e ardidos com a guitarra marcante do 100 Knive.

A arte de capa do EP é sensacional, ela mostra de forma simples o nosso mais esquecido lado da consciência que sempre que aparece mostra o quanto a vida é difícil e que não existe volta, ela mostra dois caminhos e uma mão segurando uma bússola e só depende de você a escolha que vai tomar, mas a escolha é sempre difícil, uma vez que, se você chegar e ir para o lado esquerdo você pode estar indo para o lado errado, você pode estar fazendo a pior coisa da sua vida, mas por outro lado, você pode estar fazendo a melhor delas também, então essa escolha é sempre difícil, ela sempre absorve o lado mais tenebroso da alma.

Continuando o EP, nasce mais uma música incrível e dessa vez ela é intitulada “New Blood Transfusion” que é uma música muito interessante porque ela joga uma quantidade tão grande de energia e caos no ar que faz o mundo se tornar um caos gigantesco, a bateria dessa vez aparece bem mais seca e ela fica em algo bem básico, mas que combina perfeitamente, o vocal nessa música é o que mais chama atenção, ele apresenta uma grande potência, uma grande profundidade do som retardado que é permitido fazer das cordas do Simon L. Jakobsen.

Para encerrar esse EP que rendeu muita euforia, muita fúria em questão de sentimento das músicas para os fãs e que rendeu muita felicidade por ser algo tão bem feito, vem a música “Distorted View By The Hour” essa música é na mesma linha das outras músicas, ela vai sempre trazendo uma grande quantidade de energia, uma quantidade grande de riff potente, uma fúria e técnica surpreendente, um final digno para o EP digno.




Postado por: Renan Martins

domingo, 27 de julho de 2014

StaliNO: Conflict



Technical Death Metal


O lado mais gelado da Ucrânia apresenta uma excelente banda, uma banda do underground do Technical Death Metal, uma banda que merece um reconhecimento tão grande e tão magnífico quanto o seu trabalho que é uma verdadeira construção completa.

Sempre que o assunto é Techincal Death Metal a guitarra totalmente aguda, totalmente gritante é a maior referência, porem, com essa banda o assunto é um pouco diferente e a potência maior aparece no baixo que é como se fosse um câncer dentro da banda, ele cresce e ele mata tudo, mas não de uma forma ruim, o câncer no caso seria para mostrar o quanto é potente e aniquilador o som do baixo dessa banda magnífica.

A banda é bem construída e tem uma excelente carreira, mas infelizmente a banda tem apenas 2 lançamentos sendo eles um EP e um álbum, mas ambos da melhor qualidade.

O EP da banda é muito interessante, pois ele mostra o começo de uma carreira promissora, uma carreira que tem tudo para dar certo e hoje a banda consegue colher os frutos dessa arvore devoradora de almas, a mais completa forma de começar uma carreira é com um excelente lançamento que já te coloca uma dúvida na mente, uma dúvida que te faz pensar se a banda vai conseguir criar algo melhor que o lançamento anterior, quando uma banda consegue isso é porque de fato ela conseguiu fazer algo incrível e o StaliNO conseguiu.

A primeira e já potente música é a “Bitter Poison”, essa música é uma voadora de dois pés no peito, ela tem um começo impecável, uma forma tão bruta de fazer o som que a banda surpreende todos que estão conhecendo o seu trabalho, a guitarra é excelente e não fica fazendo um som cansativo, a bateria é muito bem explorada, o baterista Alex mostra que sua técnica é impecável, ele consegue explorar cada parte, cada pequeno espaço da bateria para conseguir chegar em seu som desejado e ele consegue isso da melhor forma possível.

A arte de capa do EP é magnífica, ela mostra um corpo sem cabeça e duas mãos tentando resolver um cubo mágico ou cubo do Capeta, mostrando o quanto a banda quer mexer com a sua mente e ela consegue, porque todos os instrumentos estão um dependendo do outro, se a bateria falhar isso vai prejudicar o baixo que vai prejudicar a guitarra e por fim vai prejudicar o vocal, mas no fim a banda consegue andar da melhor forma possível e destruir tudo que está em seu caminho.

Começando de uma forma bem diferente e que sempre da certa, a banda colocou uma introdução em sua faixa “Multifaced” que é uma gravação antiga feita em uma rádio, isso joga você para um cenário totalmente destruído, um cenário de guerra em que você tem que seguir a ordem de seu comandante até destruir todos os seus inimigos, a sonoridade construída pela banda nessa música é absurda, o baixo é de um tom tão absurdo que parece que tem um Tanque de Guerra avançando e esmagando o corpo de todos os inimigos que estão mortos ou estão feridos no chão, a morte é o único caminho para a salvação e o destino mais certo é a dor e a morte, não existe perdão em uma guerra e isso ficou marcado no sangue que escorre no campo de batalha, uma música sensacional que não falha em momento algum, o vocal em seu gutural incrível, um gutural totalmente fechado e bem executado que consegue demonstrar todo o sentimento, toda a fúria que existe dentro da alma do músico, uma banda bem completa que carrega um EP animal em sua carreira.

O poder do StaliNO não termina na música anterior, esse EP todo é uma metralhadora de técnica e de destruição, uma granada de sangue que explode levando a alma de todos para o inferno e com isso nasceu a faixa “Feeding The Carnivorous” que começa com um baixo mais que demoníaco, a potência e a obscuridade colocada nele é de outro mundo, a vontade da morte nascer está junto desse baixo, essa é provavelmente a melhor música do EP, ela é completa do começo ao fim, carrega a potência da bateria que trabalha muito bem explorando a sonoridade dos pratos e do pedal, a guitarra explorando riff’s potentes e distorcidos como se estivesse chamando o Diabo para o nosso mundo, uma faixa fora da realidade, uma sensacional criação.

Para encerrar esse EP que faz uma carreira com apenas dois lançamentos parecer uma carreira com muitos lançamentos a banda escolheu a faixa “Collector Of Psychological Traumas” que é uma música muito bem construída e que consegue mostrar toda a potência e sentimento da banda, um vocal ainda seguindo a mesma linha do muito bem profundo gutural e a sonoridade por completa dos instrumentos principalmente a do baixo mostrando que a banda não faz música por fazer, a banda faz porque ela tem capacidade e que tem tudo para ser uma das melhores, se você está querendo conhecer o Technical Death Metal essa banda é uma das melhores bandas para isso.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Dodecameron



Lançado em 2005 via independente
(The Dark Horde)

Black Metal

1.Intro
2.Hail to the Fallen
3.United Till the End
4.With Hate Towards Them
5.Apocalyptic Revelations of a None so Far Future
6.The Archaid Legend of the Dark Horde



Postado por: Renan Martins

Dizziness



Lançado em 2012 via independente
(Promo 2012) 

Black Metal


1.For Glory And Pride

2.Triumph Of A Superior Idea







Postado por: Renan Martins

Dizziness



Lançado em 2013 via Apocalyptic Art
(Offermort Heritage)

Black Metal

1.Uplifting Touch
2.For Glory and Pride
3.Polemos
4.Triumph of a Superior Idea
5.The Age of Darkness
6.Mortuus Spes
7.Unveiling the Truth of Universe
8.Offermort Heritage
9.Nyx



Postado por: Renan Martins

Djevel



Lançado em 2013 via Aftermath Music
(Besatt av maane og natt)

Black Metal


1.Besatt av maane og natt
2.Aapne kister og tomme graver
3.Marefar
4.Tornekroner og geitehorn
5.Blant fjell og falne
6.Stjernesluker
7.Og englene dinglet fra galgene...
8.Saa tok alt slutt



Postado por: Renan Martins

Djevel



Lançado em 2011 via Aftermath Music
(Dødssanger)

Black Metal


1.Ingen vei tilbake
2.Djevelheim
3.Mørkefødt
4.Da kvinnene brant
5.Djevelslått
6.Paakallelsen
7.Vi malte verden i sort
8.Paktens ende - i Satans eie



Postado por: Renan Martins

Divine Blackness



Lançado em 2011 via Independente
(Toward the Dark Inferno)

Black Metal


1.The Flames of Eternal War (Intro)
2.Menembus Batas Ketidaksucian
3.Into the Darkness Space
4.Sacrifice for the Darkness Lord
5.Keabadian Jiwa Yang Tergelapkan
6.Gods of War
7.The Black Knight of War
8.In War with Shyaithan
9.Here's No Peace... War!!!
10.Toward the Dark Inferno



Postado por: Renan Martins

Divine Codex



Lançado em 2010 via War Arts Productions
(Ante Matter)

Black Metal

1. S.O.S. (Screams of Scourge)
2. Departure from the Flesh
3. Anti Dogma Decoded
4. Demonic Incarnations
5. Neuro Sickness Frequency
6. Beyond the Sands of the Weak-Minded
7. Lost Chants of the Depths
8. Lifeless Void
9. Outermost Madness



Postado por: Renan Martins

Aura Damnation



Lançado em 2007 via Primitive Reaction
(Aura Damnation)

Black Metal

1.Aura Damnation
2.Benedictus Ye in Sin
3.Lift up Your Eyes on High
4.Gospel of Death to All Creation
5.Apeiron



Postado por: Renan Martins

Ditesco Mori



Lançado em 2002 via independente
(Victa Iacet Virtus) 

Black Metal


1.Stygius  
2.Requiem 

3.Ex Inferis






Postado por: Renan Martins

Dissension



Lançado em 2004 via independente
(Architects of Modern Lies)

Black Metal


1.Spread the Sickness upon the World
2.Into the Arms of Putrefaction
3.One by One (Smother Us All)
4.The Race of Hypocrites
5.Salvation in Suicide



Postado por: Renan Martins

Dissaor


Lançado em 2008 via independente
(And from the Darkness)

Black Metal

1.Dissaor
2.The End of the Christianity
3.The Order of Acheron Knight



Postado por: Renan Martins

Disrupt Christ



Lançado em 2010 via independente
(Diabolical Temple, into the Cults of Sins)

Black Metal

1.Intro (the Rite of the Sinners)
2.Reverence
3.Into the Cult of Sins
4.Sodomizing the Bastard Whore
5.Under Unholy Moonlight
6.Elizabeth Bathory the Lady of Satan (Live 2008)
7.Sovereign Triumphator (Live 2008)



Postado por: Renan Martins

Disrupt Christ


Lançado em 2006 via independente
(Domination by the Evil Empire)

Black Metal

1.From Shadows to Reign in Blood
2.Religious War
3.The Truth Behind of the Cruelty
4.Domination by the Evil Empire
5.Sovereign Triumphator
6.Altars of Dead



Postado por: Renan Martins

Disjecta



Lançado em 2006 via Vomitium Niger
(Da Marmorea Lapide Ombrati)

Black Metal


1.When the Pestilence Was Born from a Rib of Evil
2.Sunset of the Human Kind
3.The Eternal Souls Live in Fire
4.Repel the White Light Creations
5.Inno a Nerone


Postado por: Renan Martins

Disiplin



Lançado em 2010 via Frenteuropa Records
(Hostis Humani Generis)

Black Metal


1.ArioSophic Initiation
2.For Blood, Soil and the Gods!
3.The World Trembles
4.MithrAion
5.Revolt Against the Modern Man
6.Ascend to the Skies
7.Knives and Thoughts
8.Vilje av Jern
9.Weltenfeind
10.Stare into the Eyes of Vengeance
11.KulturKampf
12.Hostis Humani Generis


Postado por: Renan Martins

Disiplin


Lançado em 2003 via Moonfog Productions
(Disiplin)

Black Metal

1.Ultimatum
2.Liberation
3.Strategy Formulation
4.Kniferegime
5.The One Who Makes You Crawl
6.Titan Imperia
7.Hate Engine
8.A Lesson in Discipline
9.The Death Song
10.The Lucifer Principle
11.Under His Horns



Postado por: Renan Martins

Disharmonic



Lançado em 2012 via Masterpiece Distribution
(Carmini Mortis)

Black Metal

1. Inni Di Dolce Morte E Amaro Martirio
2. Livor Mortis
3. Morire Per Essere Devoto
4. Oscurità Senza Tempo
5. La Litania Del Chiedo
6. Mastro Titta I Ode
7. Mastro Titta II Ode
8. Mastro Titta III Ode
9. Sotto Il Flusso Di Una Luna Malvagia
10. Uno Scritto A Mezza Mano
11. E' Giunta La Fine
12. Amaro Martirio



Postado por: Renan Martins

Disguster


Lançado em 2010 via Independente
(Human, All Too Human)

Raw Black Metal


1.By Nocturnal Glory
2.Solve
3.The Dawn of the Age of Infinite Denial



Postado por: Renan Martins

Disguise



Lançado em 2007 via Black Havoc
(Late)
Melodic Black Metal


1.Ending
2.Decreasing pleasure
3.Involved
4.Better unborn
5.Dead for brought Death
6.Identical beginning of the end
7.Into the black void (sea of vacuous hulls)
8.Late



Postado por: Renan Martins

Disfavor



Lançado em 2012 via Parkbench Records  
(First Demonstration)

Raw Black Metal


1.Wet Film over Bareen Inlets, Smothered
2.Unto It I Can but Scatter, Horrified
3.Nineteen Circular Mouths with One Tongue, Lilting
4.Hulls of Carelessness, Upended



Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Illogicist: The Unconsciousness of Living



Technical Death Metal


As cores da bandeira da magnífica Itália aparecem novamente aqui e dessa vez carregas por uma banda que se tornou para muitos uma referência no gênero, ou melhor, no subgênero.

Illogicist carrega faz algum tempo uma grande quantidade de fãs e essa magnífica banda consegue juntar o Death Metal bruto e sem piedade com toda a técnica do mundo criando um Technical Death Metal da melhor qualidade.

Em apenas três álbuns a banda conseguiu conquistar o coração dos fanáticos por Technical Death Metal, em seu primeiro álbum lançado em 2004 via Crash Music, Inc. a banda já conseguiu mostrar uma sonoridade muito boa, algo bem particular e bem longe do que é cansativo, mas não foi o seu primeiro álbum que fez a banda explodir e principalmente no underground do Death Metal.

Logo após o lançamento do seu primeiro álbum “Subjected” veio o “The Insight Eye” que foi um trabalho excelente, uma obra prima do gênero que consegue fazer ponte com o Progressive Death Metal e isso conseguiu mostrar que a banda é ainda melhor a cada lançamento fazendo com que os fãs ficassem esperando por algo novo e quando saiu o álbum “The Unconsciousness of Living” em 2011 via Willowtip todos os fãs ficaram alucinados com a construção das músicas e toda a classe do álbum.

Da forma mais fácil possível de ver que o álbum é realmente algo muito bem feito é observar a arte de capa que é extremamente bem feita com cores excelentes e que de certa forma combina com a sonoridade do álbum, álbum que começa com a música “Ghosts of Unconsciousness” que é uma faixa brutal que começa com uma batida muito grave e que faz o mundo tremer.
A guitarra dessa música é espetacular, ela não deixa em momento algum o som se tornar cansativo, a música toda é bem construída e quando entra o vocal você nota algo bem diferente, não é um gutural totalmente denso, é quase um Harsh Vocal, isso torna ainda mais único o som da banda.

Se a primeira música foi ótima então a segunda também teria que ser, e ela realmente é, intitulada “Hypnotized” a música aparece com uma sonoridade ainda mais técnica e dando mais destaque ainda para a guitarra que é totalmente gritante, totalmente aguda e que consegue mostrar o quanto a banda sabe explorar sua criatividade, pois todos os instrumentos são diferentes em todas as faixas e a queda no ritmo da música em determinados momentos deixa tudo ainda melhor, uma impecável faixa.

Com um lado mais Progressive Technical Death Metal a banda vem com força total na faixa “The Mind Reaper” que tem uma sensacional linha de criação, a bateria em cada momento mais rápida, o baixo aparecendo com tanta potência, aparecendo com tanta facilidade e tanta propriedade do som que faz tudo se tornar ainda mais pesado, a junção de todos os instrumentos e o vocal fizeram a música ter um cenário próprio em que você imagina uma pessoa totalmente cortada, totalmente destruída de uma casa abandonada onde ela foi torturada por muitos dias e a única coisa que faz ela se manter de pé é o fato dela sentir ódio e a vingança precisa acontecer, o único modo de a sua alma conseguir dormir novamente é conseguindo a morte de quem um dia te fez sofrer.

Ainda continuando em seqüência das músicas do álbum, a banda conseguiu depois dessas outras músicas que já são incríveis, conseguiu colocar uma faixa que tem riff’s muito potentes e que fazem você jogar todo o ódio para fora da forma mais impactante possível.
Com o nome de “A Past Defeated Suffering” a música aparece com um baixo totalmente atormentador, uma sonoridade rápida na bateria e a guitarra nos potentes e rápidos riff’s, o andamento da música te faz se sentir uma pessoa em meio ao caos mais profundo que o planeta mais temia acontecer e isso faz com que você jogue pelas regras da guerra.

Ainda com muita criatividade a banda surpreende em chegar ao fim do seu álbum e ainda conseguir mostrar a sua potência e técnica em um sua ultima música que é a “A Never Ending Fall” e essa música tem uma bateria excelente com pedal duplo que faz sua cabeça explodir, uma guitarra totalmente distorcida como se fosse o Trovão mais denso já escutado e o vocal é o puro retrato da dor, e esse é o encerramento de mais uma obra dessa banda excelente que traz a Itália no peito, uma banda que vêm se tornando uma excelente referência no Technical Death Metal e que encerra da melhor forma possível esse seu trabalho tão bem feito e tão bem produzido.




Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Faust: From Glory to Infinity



Death Metal


Carregando uma tradição impecável dentro do mundo do Metal principalmente no Death Metal a Itália que é um magnífico país apresenta mais uma banda que é sensacional e que carrega o nome do país da melhor forma possível.

Parece até mentira quando pensamos o quanto esse país cria bandas boas, músicos excelentes e criativos, pegando isso como base a banda Faust criou uma carreira interessante com o seguimento do Death Metal.

Infelizmente a banda tem apenas três lançamentos na carreira, entre esses lançamentos temos uma Demo chamada Faust, um EP chamado “...and Finally Faust!” e a carta que faz todo mundo querer mais e mais da banda é o álbum “From Glory to Infinity” que é uma magnífica obra criada em 2009 que saiu via Paragon Records.

O começo do álbum já é totalmente Death Metal, a guitarra está bem diferente, ela não carrega o riff clássico pesado e denso que tanto aparece dentro do Death Metal, porem a música ganha a bateria rápida e bem trabalhada do Death Metal.
O vocal é excelente e cria uma atmosfera excelente junto do baixo, ambos em tom grave conseguem fazer uma junção poderosa e assim a música “Purple Children” consegue abrir o álbum da melhor forma possível.

Se torna cada vez mais nítido a capacidade da banda de criar uma sonoridade diferente e única, a potência na bateria junto do baixo é algo realmente admirável, e a guitarra nessa segunda faixa intitulada “Wet Veils” aparece de uma forma um tanto mais Death Metal lembrando bastante os tempos antigos.
A melodia sempre fez parte dessa banda e talvez isso que tenha conseguido pegar todos os fãs de surpresa, o som não é fraco, ele consegue desenvolver de uma forma muito nítida o que acontece, você não consegue ficar perdido em momento algum na música, a faixa toda consegue te fazer ter a sensação do nascimento desse gênero que é destruidor e para coroar essa música como uma das melhores a faixa conta com uma parte em que a guitarra faz um solo excelente e consegue completar tudo o que falta na alma.

Sentimental Worship, a música que consegue ganhar um destaque na bateria excelente, a faixa começa com a bateria seguindo na liderança tornando tudo ainda melhor, o vocal que é um gutural impecável faz com que a música se torne cada vez melhor.
Muitas bandas apostam em se tornar cada vez mais pesadas para conseguir criara algo diferente, mas isso não aconteceu com essa banda que apostou ainda nessa música em um momento mostrar a técnica no violão e criar um som magnífico com muito brilho e de uma calma fora da realidade, um mundo muito bem construído e uma sonoridade bem longe do que estamos acostumados a encontrar dentro do puro Death Metal.

Golden Wine Countess é uma música bem diferente das anteriores, ela tem uma base bem diferente, a bateria junto do  baixo são totalmente Death Metal antigo, mas depois a guitarra aparece criando algo um tanto mais leve para conseguir mostrar o lado marcante da banda, e de fato ela consegue, mas a música volta para a pedrada na cara depois e ela consegue ficar cada vez mais interessante, cada vez mais pesada, cada vez mais Death Metal das antigas e a bateria não abre mão da velocidade, uma forma genial de compor, realmente essa banda
carrega a Itália no peito e consegue mostrar o quanto esse país é impecável.

A perfeita mescla entre a destruição e o brilho da luz mais pura do mundo é a faixa “Servants of Morality” que tem um instrumental muito lindo, um instrumental impecável que faz você se sentir em um outro momento que é totalmente fora da realidade e esse instrumental impecável que ganha como destaque a junção da guitarra ainda mais melódica e a bateria em um seguimento mais lento e isso juntando com o gutural só poderia sair uma obra prima dessas, a banda está realmente de parabéns.

Para encerrar o álbum a banda escolheu o instrumental intitulado “A Religion-Free World's Dream” e esse instrumental tem uma sonoridade tão impecável, uma sonoridade dos anjos, e sinceramente, uma banda de Death Metal que consegue arriscar em mudar dentro do estilo sem fugir dele merece todos os reconhecimentos do mundo, essa banda é incrível e tem tudo para ser uma das mais completas da Itália.



Postado por: Renan Martins

sábado, 19 de julho de 2014

Endless: Prophetic Seals of Apocalypse



Death Metal


Endless uma das maiores representantes do Death Metal da atualidade.

Endless não é apenas uma banda excelente de Death Metal, essa banda é totalmente revolucionária dentro do gênero.

Com apenas dois membros na banda, Endless não deixou faltar nada, a bateria é destruidora, o vocal é impecável, é como se fosse um tiro de um canhão no rosto de uma pessoa, uma guitarra que passa do Technical Death Metal para o Death Metal tradicional e também até em alguns momentos pelo impecável Progressive Death Metal.

A banda não tem uma carreira gigantesca com uma quantidade extrema de lançamentos, porem, a banda tem uma capacidade gigantesca e mostrou isso em seus três lançamentos e ela conseguiu fazer um melhor que o outro, mas o mais recente mostrou algo que é fora do mundo real, uma junção de criatividade incrível que faz o mundo ficar muito melhor com esse lançamento.

Times of Deception (First Seal) é a primeira música do álbum e ela começa com uma forma única.
Com muita atmosfera você consegue notar um tom perturbador como se pessoas estivessem sendo queimadas vivas e uma menina nova fala bem baixo e assim começa a destruição da banda, a sonoridade criada pela guitarra é impecável, ela cria os riff’s potentes e também consegue apostar no lado mais gritante da guitarra trazendo um som bem agudo, o gutural é excelente, você imagina um rei ordenando a tortura de seus escravos enquanto o mundo está caindo, a ordem suprema de um rei do submundo, a bateria consegue se tornar cada vez melhor, uma potência muito grande e um pedal duplo que é extremamente rápido e tudo muito bem executado, a banda é realmente uma das melhores do gênero e dificilmente ela vai ser esquecida.

Majesty of Darkness (Second Seal) é a segunda obra prima da banda no álbum, e não diferente da primeira a Majesty of Darkness (Second Seal) também começa com uma forma atmosférica, porem, não com tanto tempo, e nessa música você sofre uma destruição em sua mente, a bateria está sensacional, uma metralhadora que sangra a cada vez que é tocada, um vocal que é destruidor e consegue romper o seu tímpano da forma mais dolorosa possível, o apocalipse criado por essa banda é fora da realidade, o mundo de chamas e de caos é totalmente dominado por essa banda, a guitarra é muito diferente em todos os momentos, ela sai do riff potente e carregado e já cria uma ponte para um lado mais Technical Death Metal e o baixo consegue ganhar um grande destaque, uma adrenalina gigantesca é liberada quando essa música é executada.

O Death Metal fica orgulhoso de ter uma banda tão bem feita, tão incrível igual essa, é retardado o som da banda e energia nunca falta para os dois incríveis músicos da banda e é surpreendente que apenas dois músicos consigam criar algo tão diferente, tão fora da realidade e sinceramente essa banda merece sempre ser lembrada como uma das melhores até o fim e talvez mais surpreendente ainda é a banda ter apenas três anos de carreira e os músicos conseguiram deixar claro que Endless entrou no Death Metal não só pra ser mais uma banda, mas sim, para ser uma das melhores.

A maneira que a banda construiu o seu som ela consegue fazer uma seqüência de cenários, e a faixa “The Plague (Third Seal)” começa com um barulho de moscas rodeando carne morta e assim você já consegue imaginar a morte dos escravos e a música libera tanta energia que você cai no mundo em que o rei está esmagando a cabeça dos escravos com um martelo, a brutalidade ganha vida de uma forma impecável nessa música e a guitarra ao fundo cria uma potente base progressiva e faz com que fique ainda melhor a faixa.

Começando de uma forma bem mais diferente das anteriores a atmosfera dessa vez é feita pela guitarra e começa com uma forma um tanto mais leve, ou melhor, um tanto mais limpa, porem é só no começo depois que entra o baixo junto da bateria a destruição volta a acontecer e a faixa “When Death Arrives” ganha uma maquina de desmembrar humanos em sua bateria, a velocidade e a brutalidade que tudo funciona faz imaginar o quanto tudo está dominado, uma música perfeita de uma banda perfeita.

Infelizmente pulando para a ultima faixa do álbum a banda não falhou em nenhum momento e não seria agora que ela iria falhar, ela conseguiu construir uma música sensacional para encerrar o álbum.
The Return (Ninth Seal) é a faixa que fecha essa obra prima da destruição, a música começa com uma forma muito nebulosa, deixando tudo atmosférico, mas apenas no começo, depois vem a bateria e começa a destruir tudo junto dos outros instrumentos, o vocal encerra com urros potentes o álbum que é sem dúvidas uma obra prima colocando a banda entre as melhores do gênero.



Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Bloodstrike: Necrobirth



Death Metal


O Death Metal nunca deixou de mostrar que tem excelentes bandas em seu cenário e uma dessas bandas que conseguiu atrair olhares foi a Bloodstrike.


Criada nos Estados Unidos à banda é super nova, ela foi fundada em 2014 e seu primeiro lançamento que é uma Demo intitulada “Necrobirth” apresenta um pouco do que será a carreira dessa banda que tem tudo para dar certo.

A sonoridade da banda é bem carregada, se você é do tipo que gosta de um Death Metal das antigas, aquele Death Metal que conta com uma bateria seca, uma sonoridade produzida de uma forma suja traduzindo da forma mais nítida possível o que é o Death Metal então essa é a banda que você deve escutar e focar muito no som da banda.

A lentidão nos riff’s e na bateria junto do baixo faz com que o Death Metal fique ainda mais pesado e o vocal é incrível, vocal feito pela Holly Wedel, uma mulher que tem uma técnica incrível e sabe dominar muito bem o seu talento com o gutural extremo, quando você escuta o som da banda você logo percebe que ele está bem focado, ele está bem destinado, não é um som perdido apenas para vender, todos que estão ali estão fazendo um trabalho excelente para mostrar que toda a potência e raiva existe e a banda tem capacidade de crescer no mundo do Metal, de fato a banda tem muita capacidade, não é qualquer banda que chega no primeiro trabalho e já mostra uma qualidade tão boa quanto essa banda que em uma Demo de apenas três faixas conseguiu mostrar que o Death Metal que vai seguir na carreira da banda será o mais sólido possível.

Necrobirth é uma Demo com uma junção de músicas muito poderosas e com esse poder a Demo começa com a faixa “In Death We Rot”, uma sensacional criação dessa banda.
Com uma sonoridade totalmente saturada e um baixo muito agressivo a banda começa com sua música da forma mais magnífica que poderia ter, uma metralhadora na bateria com batidas secas e uma guitarra criando uma atmosfera de terremoto dentro da alma de cada fã, quando começa o vocal a banda mostra que não tem ponto negativo, toda a construção está correta, o instrumental está bem feito, a bateria não é repetitiva, o baixo é totalmente destruidor e faz com que você sinta o mundo tremer por completo, de fato essa banda tem tudo para dar certo e reinar um dia no underground ou fora dele, a banda está apenas em seu começo e seu começo é excelente e totalmente impactante.

Com músicas impactantes na Demo a banda segue seu trabalho e chega a segunda faixa intitulada “Skeletal Remains” e essa música começa bem diferente da anterior, ela começa com uma guitarra bem aguda construindo um som bem diferente como se você estivesse dentro do seu pior pesadelo, uma forma de jogar sua mente em um terrível mundo que não tem volta, a euforia do escuro está dominando sua alma conforme a música é tocada, uma impecável faixa que mostra ainda mais a capacidade da banda.
O vocal da música está diferente, diferente não no sentido de sair absolutamente do gutural tão bem executado pela excelente vocalista Holly Wedel, mas o vocal joga do gutural para o lado mais rasgado, um Harsh Vocal praticamente em que deixa a música ainda mais rasgada, e isso é excelente, pois não permite que a música se torne sempre a mesma coisa, a banda é nova e não tem medo de arriscar em criar coisas novas e isso é muito interessante de ser visto em uma banda recente, algo muito interessante também é que nessa faixa a banda muda de ritmos várias vezes e em determinado momento ela consegue deixar com que você escute de forma totalmente nítida o baixo, o baixo toma conta e consegue criar uma atmosfera totalmente diferente e que faz a música triunfar ainda mais.

Para encerrar essa Demo muito bem feita vem a música “Serpent Son” e essa música é interessante porque mostra que a banda consegue ir para um lado mais lento, depois voltar para um lado mais rápido com uma energia um tanto maior, depois voltar novamente para o lado lento e denso da história e essa música lembra um pouco o Brutal Death Metal se focar no gutural, então mostra que a banda é muito bem feita e tem excelentes músicos, Bloodstrike é uma banda que tem tudo para reinar no mundo underground.






Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 17 de julho de 2014

The Body Farm: Thanatoscope



Technical Brutal Death Metal

Do lado mais esquecido da Inglaterra nasce à banda The Body Farm a potente banda que construiu em poucos lançamentos uma excelente sonoridade misturando dois dos maiores subgêneros do Death Metal que são Technical Death Metal e Brutal Death Metal.

O Technical Death Metal permite que a banda mostre toda a sua capacidade, todo o seu nível de velocidade e criatividade e obviamente mostrar sua técnica, e o Brutal Death Metal vem trazendo o lado pesado vem trazendo o martelo que esmaga a cabeça das pessoas com uma pancada só é uma junção muito bem feita e que realmente deu muito certo.

A banda tem uma carreira com apenas dois lançamentos, ambos são EP e ambos têm uma excelente qualidade, mas o espaço está destinado para o primeiro lançamento intitulado “Thanatoscope” que foi lançado em 2010.

Começando o EP com a música “Intro Entering The Mansion” e como de costume essa faixa é uma introdução que carrega o instrumental, mas um instrumental bem interessante com um som bem tenebroso e atraente de um sino de igreja batendo como se estivesse chamando as almas perdidas para dentro do núcleo mais aterrorizante do mundo.

A segunda música intitulada “Dark Water Amuck” vem com uma potência diferente do que estamos acostumados a ver dentro do Technical Brutal Death Metal, a música tem uma potência gigantesca, você consegue sentir seu ouvido molhado com o sangue que jorra da garganta do urro mais denso do vocal que é excelente, o vocal faz uma mescla entre o gutural impecável e intenso e joga pro lado passando pro drive em gritos excelentes que fazem o mundo tremer.
A música é bem rápida, ela tem apenas três minutos, mas isso não tira a qualidade dela que é impecável, a banda consegue construir um mundo totalmente diferente, você é jogado em um salão de torturas, quando o ultimo sol aparecer você será iluminado apenas pela alma das pessoas que matou no cenário construído pela banda, uma música excelente que surpreende e mostra que a banda é totalmente impecável e isso tudo logo no começo do EP.

Uma potência tão grande, uma qualidade tão diferente, uma criatividade tão única não poderia ser colocada em todas as músicas, mas isso é apenas um erro das pessoas, todas as músicas desse EP magnífico são sensacionais, uma forma de poder fora do limite, uma sensação de euforia pós guerra, você consegue tocar a sua alma sem que ela morra, a música criada nesse EP mostra que a junção do Techincal Death Metal com o Brutal Death Metal é excelente e quando bem executada a música não falha e os músicos excelentes ao máximo então tudo está no caminho certo, a Inglaterra nunca foi tão bem representada dentro desse gênero quanto com essa magnífica banda.

Walls of Grotesque é o nome da terceira faixa que apresenta um começo já mais brutal que a anterior, a bateria é bem mais rápida e voltada para o lado do Brutal Death Metal bem mais nítido, a velocidade dela vai ficando cada vez maior, é um impacto incrível criado pelos músicos, uma nova vida nasce do fogo quando esse EP é colocado para tocar.
O vocal está cada vez mais pesado, cada vez mais fechado, um gutural que é simplesmente excelente, uma qualidade que faz você ver o quanto vale a pena focar no underground, afinal, o underground tem as melhores bandas e isso nunca foi segredo. 

The Arcane Roof-Garden é a faixa que começa com a velocidade de uma metralhadora, uma técnica excelente utilizando o pedal duplo que faz o oceano abrir, a guitarra tem uma construção em suas notas excelente que faz sua mente se tornar cada vez mais negra, cada vez mais ocupada pelas negras nuvens do ódio que estão tão vivas dentro do trabalho dessa excelente banda.

É totalmente difícil falar qual é o ponto principal da banda, a banda tem tudo de excelente e é muito diferente, ela segue um padrão próprio, ela consegue fazer um gutural muito forte, um drive muito bem feito e o gutural que quando você pensa que não pode mais ficar pesado ele consegue se tornar ainda mais focado e fechado, a potência da guitarra é excelente, uma energia que não tem fim em momento algum, e o baixo anda de mãos dadas com a bateria e ambos conseguem fazer a música se tornar cada vez melhor e tudo isso criado por apenas um membro, a banda é constituída apenas do brilhante músico Ross "Thebodyfarm" Piazza.





Postado por: Renan Martins

terça-feira, 15 de julho de 2014

Demiurg



Lançado em 2005 via Eastside
(From the Throne of Darkness)

Black Metal


1. Eternal Darkness (intro)
2. Baptism in Fire
3. From the Throne of Darkness
4. Latent Death
5. Darkess, Sorrow and Misanthropy
6. The Curse from Abyssic Labyrinth
7. Ancient Constellations
8. Eternal Land of Misery (outro)




Postado por: Renan Martins

Medo



Lançado em 2011 via War Productions
(Matéria Negra)

Black Metal

1. Por Trás da Porta de Ferro
2. O Portador das Tormentas
3. You will Never Burn All the Witches
4. Trabalho de Magia Negra (Segundo S. Cipriano)
5. Médium
6. Mistério da Nau da Morte
7. Vultos de Uma Batalha
8. Almas Penadas
9. O Verdugo
10. Licantropo - A Maldição
11. Rituale Romanum



Postado por: Renan Martins

Délétère



Lançado em 2013 via Les Productions Hérétiques
(Sacrificium Necrothytum)

Black Metal

1. Milites Pestilentiae
2. Sales Vestales
3. Terveneficus
4. Sacrificium Necrothytum



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Deities of Flesh



Lançado em 2013 via Depressive Illusions Records
(Misanthropic Savior)

Black Metal


1. Misanthropic Savior
2. Succubus
3. Impaled Angels



Postado por: Renan Martins

Deinos Mastema



Lançado em 2006via Eisiger Mond Productions
(Ruines)

Black Metal


1. Verzweiflung
2. Pagan Pride
3. Vers d'autres Horizons
4. Par une sombre nuit d'Hiver
5. Der mörderische Wald
6. Ruines
7. Existence éphémère
8. Parisienne Moonlight (Anathema cover)



Postado por: Renan Martins

Dèigh



Lançado em 2013 via Independente
(Nothingness)

Black Metal

1. Nothingness



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Dei Tetra



Lançado em 2010 via Crionics
(El Fuego)

Black Metal

1. The Beheading Ceremonial
2. Blasphemic Instinct
3. Devotees to Flames
4. Slay the Whore, Crown me King



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Deggial



Lançado em 2013 via Ars Funebris Records
(Confronted with Deggial's Wrath)

Black Metal

1. Demolish the Planet
2. Sodomy & Destruction
3. Death Fucking War
4. Violated Sanctity
5. Ebedi Karanlık Hükümdür




Postado por: Renan Martins

Defrontis



Lançado em 2013 via Independente
(Total Triumph Reign)

Raw Black Metal

1. Intro (Total Triumph Reign)
2. El Creador De La Venganza
3. Escuadrón De La SS
4. Bazofia A La Mentira
5. Sangre NSBM
6. Holocaust 666
7. Gloria Y Honor A Nuestro Camarada
8. Satanic Reich 88
9. Destruction, War, Hell
10. El Poder Del Sol Negro




Postado por: Renan Martins

Deferum Sacrum



Lançado em 2008 via Independente
(Antichristian Disease)

Black Metal

1. Under Devil's Protection
2. Demons Are Inspiring Me
3. Hidden in Evil
4. The Christian Disease
5. Thirst for the Dark Revenge



Postado por: Renan Martins

Default




Lançado em 2004 via Independente
(Warfare)

Black Metal

1. Take Me to the Dark Side (Intro)
2. Buried Alive
3. Master
4. Fools From Hell
5. End of the World
6. Black Metal Magic
7. Warfare
8. Fuckin' Bitch
9. Wall of Hate
10. Iron Fist (Motörhead cover)




Postado por: Renan Martins