sexta-feira, 30 de maio de 2014

Milking the Goatmachine



Lançado em 2011 via NoiseArt Records
(Clockwork Udder)

Grindcore

1. We Want You
2. Greatest of All Times
3. Human Domestication
4. Knock Knock Vol. 1
5. Clockwork Udder
6. Trappings of Power
7. Raise Your Horns
8. Straw Palace
9. Knock Knock Vol. 2
10. In Combat Column March
11. The Milky Way
12. Make It Or Break It
13. Knock Knock Vol. 3
14. More Humour Than Human
15. New Broom Sweeps Clean
16. In Hardest Conditions


Postado por: Renan Martins

Mumakil



Lançado em 2009 via Relapse Records
(Behold the Failure)

Grindcore

1. Brothers in Slavery
2. Barbecue in Bhopal
3. Get Wasted or Die
4. Black Sheep
5. Whip Reward
6. The Eye of Wrath
7. Control
8. State of War
9. The Order Is Fucked Up
10. I-Bomb
11. Useless Fucks
12. Without Grief
13. Pigs on Fire
14. Worms of Chaos
15. Daily Punishment
16. Pisskeeper
17. Behold the Failure
18. Regression
19. Wish You the Worst
20. Let There Be Meat
21. Parasites
22. In Cold Blood
23. Face Reality
24. Apathy
25. Crawler
26. Mass Murder Institution
27. Doomed



Postado por: Renan Martins

Phobia



Lançado em 2006 via Willowtip
(Cruel)

Grindcore

1. Cruel
2. Death to False Punks
3. So Full of Hate
4. Scientific Fraud
5. Slaying Bastards
6. Get the Fuck Out!
7. Drunken Spree of Violence
8. Your Turn Next
9. Grind
10. Let's Get Pissed
11. Loud, Proud... and Punk as Fuck!
12. Cursed
13. Ignorant American
14. Yankee Swine
15. Fascist Smash Face
16. Wars with Us
17. Never
18. Kill to Love
19. War of the Sexes
20. Enemy of the State
21. Numb



Postado por: Renan Martins

Nasum



Lançado em 1998 via Relapse Records
(Inhale/Exhale)

Grindcore

1. This Is...
2. The Masked Face
3. Digging In
4. Time to Act!
5. Disdain and Contempt
6. I See Lies
7. Inhale/Exhale
8. Too Naked to Distort
9. There's No Escape
10. The Rest Is Over
11. Disappointed
12. Lägg om!
13. You're Obsolete
14. Tested
15. Shapeshifter
16. Feed Them, Kill Them, Skin Them
17. When Science Fails
18. Closing In
19. The World That You Made
20. The System Has Failed Again
21. For What Cause
22. Fullmatad
23. Screwed
24. Shaping the End
25. The New Firing Squad
26. No Sign of Improvement
27. My Philosophy
28. I'm Not Silent
29. The Breathing Furnace
30. Information Is Free
31. Burning Inside
32. A Request for Guidance
33. Grey
34. Worldcraft
35. It's Never Too Late
36. Du är bevakad
37. Blinded
38. Can de Lach



Postado por: Renan Martins

Coldworker



Lançado em 2008 via Relapse Records
(Rotting Paradise)

Death Metal

1. Reversing the Order
2. Citizens of the Cyclopean Maze
3. Symptoms of Sickness
4. The Black Dog Syndrome
5. Comatose State
6. Paradox Lost
7. The Last Bitter Twist
8. Seizures
9. The Machine
10. I Am the Doorway
11. Scare Tactics
12. Deliverance of the Rejected




Postado por: Renan Martins

Coldwar



Lançado em 2004 via Underground Movement
(In the Suns Dead Rays)

Death Metal

1. War Rising
2. Misery Cult
3. In the Name of God
4. Dirty Protest
5. The Messenger
6. Void Eclipse



Postado por: Renan Martins

Circe



Lançado em 2005 via Kaly Productions
(Divinikon Chaos)

Death Metal


1. Reality Is Not
2. When the All Is All
3. Splendor Solis
4. Evolution Involution
5. De rerum natura (The Atomic I)
6. Savours of My Guilotine
7. The Serpents Well
8. Mortals!
9. Ye operaciouns of ye sonne
10. Introspection



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Conjuration



Lançado em 2011 via Concept Machine I:A
(The House On Nuclear Hill)

Death Metal


1. Intro: House on Nuclear Hill
2. Clavicula My Coat of Worms
3. Necromantic Fever
4. Conjuration
5. Gangrene Limbfeast (You Are Who You Eat)
6. Cruel Cause
7. Outro: The Great Satanic Black Rot


Postado por: Renan Martins

Cocytus



Lançado em 2011 via Independente
(Excruciation)

Death Metal


1. Atone
2. Threshold of Acheron
3. Flesh Tempest
4. Sallowed Brine of Degradation
5. Avaricious Profligacy
6. Stygian Mire
7. Heretics
8. Suicidal Butchery of the Blasphemous Creation
9. Iniquitous
10. Biting Cold



Postado por: Renan Martins

Coalition



Lançado em 2005 via Konklav Records
(Tortured by Eternal Dream)

Death Metal


1. Intro
2. Tortured by Eternal Dream
3. Kingdom of Madness
4. Individual Spirit
5. World Erase
6. Endless Seek
7. Collateral Damage
8. Occult Presence
9. War and Blood
10. Lord of Rebellion
11. Furious Death
12. Kill Me



Postado por: Renan Martins

Cirrhosis



Lançado em 2008 via Cogumelo Records
(Drinks from Hell)

Death Metal

1. Invasion of the Faith
2. Mirror of Hate
3. Lord of Darkness
4. Drinks from Hell
5. Restless Soul
6. Alcoholic Ritual
7. Hate Dreams
8. Empty Desires



Postado por: Renan Martins

Cabaret Aberrante



Lançado em 2013 via Independente
(Matadero de Zorras)

Death Metal


1. Engullo tus Sucias Tripas
2. Desfigurado
3. Quemada Viva
4. Enemigo, Víctima Propiciatoria
5. Visceromancia
6. Sodomía Necrófaga
7. Brutalizado
8. Matanza de Cristianos
9. Se Venden Putas Muertas
10. Puta Mutilada



Postado por: Renan Martins

Imposer



Lançado em 2008 via Butchered Records
(Behold Demons)

Death Metal

1. Burn the Shroud
2. Worm of Nazareth
3. Mourning for the Dead
4. Clerical Crematorium
5. Suffer Slave
6. The Faiths Defeat
7. Blaspheme the Pentecost
8. Reaped Bernadette



Postado por: Renan Martins

D.A.M: Phantasmagoria


5/5

Como sempre eu posso dizer que o Brasil traz uma gigantesca quantidade de bandas excelentes, bandas que surpreendem da forma mais positiva de todas.

Seria um pecado não falar da banda que vem crescendo de uma forma absurda dês do primeiro lançamento que é a banda D.A.M.

Criada por Guilherme à banda de Melodic Death Metal apresenta uma sonoridade muito própria, ela consegue sair da parte comum e ela cria um universo de velocidade intensa em sua mente que vai virando pó ao decorrer das músicas.

Em seu lançamento, o EP mais recente intitulado “Phantasmagoria”, essa banda mostrou o motivo de tanta euforia e de tantos pedidos para ela fazer um show logo.
As músicas desse EP são surpreendentes, músicas intensas e que fazem você querer sair correndo por todos os lugares quebrando tudo.
A primeira faixa intitulada “Banished from Paradise”, é uma música intensa do começo ao fim, e quando eu digo intensa eu quero dizer que a música é de fato retardada, ela não tem uma pausa, é todo momento muita velocidade em todos os instrumentos e podemos notar uma gigantesca evolução no modo de criar da banda e até mesmo no vocal que está mais interessante e agressivo.
Essa magnífica faixa conta com partes em que o vocal sai do caminho normal e vai para o Gutural mais extremo, dando uma junção incrível, e como de costume, um Melodic Death Metal que não tem voz de peito é difícil achar, e nessa música também tem isso, ou seja, uma música completa.

Continuando o álbum e já seguindo para a faixa de número 2 que é intitulada “Fear(Lunar Body)”, você consegue notar uma introdução gigantescamente Power Metal, você escuta o teclado criando um ritmo “feliz” e muito positivo, mas isso não tira o potencial da música, pelo contrário,o D.A.M conseguiu com isso mostrar o quanto é criativo e que não tem medo de tentar criar coisas novas.
Essa música também conta com vocal de peito, e a bateria dela é mais cadenciada que a faixa anterior, uma faixa sensacional de uma banda formidável.

Phantasmagoria, essa música que carrega o nome do EP vem com uma potência de outro mundo, o som do teclado ao fundo faz parecer que tem uma orquestra por completo criando a atmosfera da música, mas assim que o som fica mais baixo e vai crescendo de acordo com o tempo, você consegue notar o quanto é formidável o teclado.
Com sua sonoridade rápida e esmagadora o teclado ganha um espaço muito grande, e isso é fundamental para a banda, afinal, o teclado e a voz são as armas mais marcante do D.A.M.

É quase impossível eu parar para dizer qual é a melhor faixa do EP, pois se pra muitos  música boa são feitas com o coração e pro EP ser bom precisa de uma sequencia de músicas incríveis, então não tem problema, pois esse trabalho é assim, é uma música melhor que a outra, e isso só cresce o trabalho desse grande músico que temos a honra de ter vestindo a roupa do Metal.

Agora com a faixa de número 4 intitulada “Lord of Dreams(S.I.Dm)” mostra o quanto essa banda é completa e mostra o quanto ela pode surpreender, pois a música vem em um riff mais melódico na guitarra e consegue ao mesmo tempo que isso criar uma linha de instrumental que não é cansativa em momento algum e também não deixa de ser rápida e intensa.
Se  você sente falta de conhecer uma banda que toque algo tão impecável e tão sem frescura e que tenha voz de peito dentro do mundo do Melodic Death Metal, então D.A.M melhor dica possível.

Para encerrar o trabalho não poderia ser qualquer faixa, teria que ser algo fantástico, algo magnífico, algo no nível do D.A.M.
E com esse pensamento a banda colocou de ultima faixa, a música “End of Light”, essa música é alucinada, ela não para um minuto e tem uma batida forte, ela é do começo ao fim surpreendente, o trabalho todo só mostra o quanto essa banda tem para oferecer e o quanto ela tem para crescer no mundo do Metal Nacional, D.A.M nunca decepciona.


Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Рогатые Трупоеды



Lançado em 2014 via Irond Records
(Забодаю и съем)

Death Metal

1. Svn Shines Vpon Our Hornz
2. For the Horde!
3. Кровавый жульен (О том, как банда мелких небритых жуликов обнесла делянку Дядюшки-Тролля, и чем всё это закончилось)
4. Rock'n'Roll Maggots
5. Bilbo Baggins (The True Story of the Shire Cannibal)
6. Zombie Blooz
7. Забодаю и съем
8. Пираты харибдского моря
9. Chez Sasha (Bière & Cochonnaille - L'interlude)
10. Пиво & колбаса
11. Corporation of the Whores
12. 6AM: A Misanthropic Mumble at Six O'clock in the Morning While Contemplating the Subtleties of Human Existence…



Postado por: Renan Martins

Deformus Corpos



Lançado em 2010 via independente
(Siniestra morbo enfermedad)

Brutal Death Metal


1. Enferma exitación
2. Mutilación morbosa
3. Cuerpo deforme
4. Desesperante orgasmo post mortem



Postado por: Renan Martins

Insain



Lançado em 2014 via Kaotoxin Records
(Enlightening the Unknown)

Brutal Death Metal


1. Abyssum invocatis
2. Absorbing
3. The Faceless One
4. Beyond Stellar Remnants
5. The Scourge
6. Enlightening the Unknown
7. Apex




Postado por: Renan Martins

Fetus in Fetu



Lançado em 2011 via Casket Music
(Abnormal Disfigurement)

Brutal Death Metal

1. Moulded Blood
2. Raped in the Crypt
3. Molested with a Knife
4. Bring Your Slasherhook
5. Abnormal Disfigurement
6. Sleeping with the Dead
7. Golgotha
8. Sacrifice, The Flesh




Postado por: Renan Martins

Cirith Gorgor



Lançado em 2007 via Ketzer Records
(Cirith Gorgor)

Black Metal

1. Total Annihilation
2. The Black Hordes
3. Demonic Incarnation
4. Ritual
5. Master of Dark Sorcery
6. Warcry of the Southern Lands
7. Der Untergang / Победа!!!




Postado por: Renan Martins

Circle of Ghosts



Lançado em 2011 via independente
(Prelude)

Black Metal


1. Lust for Her Spectre
2. Moon Phases and Clockworks
3. Silver Stars Watch Me Drown
4. Crystallized Tears
5. Snow Falls on Frozen Souls




Postado por: Renan Martins

Chemosh




Lançado em 2003 via independente
(Christian Epidemic)

Black Metal

1. Christian Epidemic
2. Tortured Soul

3. My Innocant Hate





Postado por: Renan Martins

Château Noir



Lançado em 2012 via Werewolf Promotion
(The Victorious Flame)

Black Metal


1. The Voice from the Tower (Intro)
2. The Victorious Flame
3. Shrine of Adversaries
4. Long Live the Fallen (Outro)



Postado por: Renan Martins

Chernobog



Lançado em 1999 via Cyndicat of Dark Music
(Vlidoxfato)

Black Metal


1. Mortis vincit omnia
2. Magisterulus
3. Templi omnium hominum pasic abbas
4. Warlock
5. Domino inferi
6. dOBITOsellMO.p.p.p.
7. The call of moon
8. Pacta cum demonibus (Professio tacita)
9. Amorosus semper est timorosus



Postado por: Renan Martins

Camulos



Lançado em 2014 via Blasphemous Terror Records
(Leichenlieder)

Black Metal


1. Intro
2. Erwachende Stimme
3. Blinder Geist
4. Kinder des Feuers - Opus I
5. Kinder des Feuers - Opus II
6. Kinder des Feuers - Opus III
7. Fleischeslust durch Krieg
8. Heuchelnde Lämmer
9. Leichenlieder




Postado por: Renan Martins

Campo Nero SS



Lançado em 2014 via independente
(Svasticanus)


NS Black Metal


1. Bombe a Mano sul Vaticano (Amici Miei)
2. Il Conducente del Pulmino degli Handicappati
3. Vomitare Odio
4. La Cenere dopo la Tempesta
5. Brigata Vikernes 88

6. Libertà per gli Ultras


Postado por: Renan Martins


sábado, 24 de maio de 2014

Sacristy: 4444



Do gigantesco e amplo cenário do Black Metal, nasceram várias bandas que conseguiram até hoje fazer história com sua música impactante e sombria.

Infelizmente não são todas as bandas que conseguiram uma grande repercussão, mesmo merecendo, pois a maioria tem uma sonoridade muito boa.

Uma das bandas que merecia ter um reconhecimento muito maior é a banda dos Estados Unidos “Sacristy”.

Criada em 1999 a banda conseguiu fazer uma carreira bem sólida, com 4 lançamentos, todos eles sendo álbuns, excelente álbuns, e hoje trarei o álbum “4444” para falar.

O último lançamento da banda, o álbum 4444 começa interessante dês da arte de capa, arte que capa que estampa uma espécie de espírito sendo sugado para o outro mundo, enquanto ele transmite uma aparência de dor e sofrimento, uma arte de capa realmente assustadora e muito, extremamente competente.

A primeira música do álbum começa com a “The Elemental Diffusion of Wisdom”, essa música tem um começo muito destruidor, ela começa com uma sonoridade totalmente rápida e muito esmagadora, ela traz a noite e te joga para um cenário, onde você imagina caminhar em um centro do inferno enquanto você vai sendo cercado por demônios, essa música não poderia ser melhor, sem dúvidas, a banda acertou muito em criar essa faixa, muito mesmo, foi a melhor forma de dar início ao álbum.

Puxando diretamente para a segunda faixa do álbum intitulada “To Gage the Heavens”, essa música já começa com a sonoridade mais crua do Black Metal, sem riff’s tão pesados, mas tudo puxado pro lado mais intenso.
A guitarra está em uma melodia muito incansável e cria uma atmosfera em momentos de apavoro e em outros momentos um tom muito épico, para construir um Black Metal da melhor qualidade, essa música conta com quebras de ritmo, ela começa bem mais rápida do que ela se torna ao decorrer da música.

A faixa três, lendária faixa número 3, e essa não é diferente, uma música sensacional com uma potência gigante que não para um minuto.
É muito importante falar do baixo dessa música, muitas pessoas tem dificuldade em achar o baixo na música, em distinguir o som dele mesmo que ele esteja nítido, mas no caso dessa banda, e dessa música, o baixo é muito nítido, ele representa o trovão que aparece ao fundo, e ele tem uma importância muito grande, pois ele cria a obscuridade em vários momentos, e no caso dessa música, tudo vira negro.

A faixa título “4444” vem com uma potência absurda, um caos total em seus riff’s, uma verdadeira obra de arte criada para ocupar um álbum que consegue suportar tamanha qualidade dessa música.
Não é fácil dizer qual é a faixa melhor do álbum, esse trabalho está realmente completo, está lindo do começo ao fim, a estética dele está perfeita, o trabalho da banda está impecável e é admirável a criatividade dos músicos para conseguir construir algo tão real e tão melódico ao mesmo tempo, a junção perfeita para uma noite mais intensa.

Mostrando mais o lado melódico vem a música “Venomous Skum”, que tem uma melodia muito soturna com a guitarra criando tudo que é de ruim em sua mente forjada ao mais puro caos.
Essa faixa se trata de um praticamente instrumental onde a guitarra entra em destaque e cria solos incríveis e rápidos ao ponto máximo, e a guitarra chora em uma noite de delírios.

The Void Between Nothing and Nothing essa faixa vem com uma sonoridade muito mais puxada para a “DEMO” do que uma gravação do álbum, porem é uma música excelente que mostra o lado mais cru ainda da banda, mais antigo, que da um toque em especial para esse álbum que está completo, e para encerrar o álbum vem a faixa intitulada “Suicidal Wood of Despair (Bonus Track)” essa música começa com toda a atmosfera possível, um som de água como se tivesse um barco navegando em uma água indo para a caverna que fica atrás das águas, e chegando lá ele se prepara para o ritual mais obscuro já feito. 
Não teria forma melhor para encerrar um álbum que essa sem dúvidas essa banda se superou e mostrou que o Underground esconde as melhores bandas de todos os gêneros.

Postado por: Renan Martins

Cosmic Church: Ylistys



A Finlândia sempre foi um exemplo de país que sempre teve bandas boas, e isso está sendo colocado na prática em todos os gêneros.

Um dos gêneros que a Finlândia vem se destacando faz tempo é o Black Metal, e ela traz em no gênero a banda Cosmic Church.

Cosmic Church é uma banda que tem tudo impecável, é uma banda que consegue transmitir a melancolia ao mesmo tempo trazer o Black Metal real para a história em suas vidas.

A questão visual dessa banda é impressionante, impressionante o fato de a banda conseguir usar as coisas mais simples de todas e conseguir fazer uma arte brilhantes como poucas bandas conseguiriam fazer.
Um excelente exemplo disso é o álbum “Ylistys” que tem uma arte sensacional de uma pessoa ajoelhada na neve como se estivesse rezando, usando um manto vermelho, isso traz um impacto sensacional onde consegue mostrar a solidão e ao mesmo tempo como se sentir confortável com ela.

O álbum começa com a faixa “Luon Perustani Sinun Kallioosi”, essa música é excelente, ela tem realmente tudo que você pode imaginar dentro do Black Metal da proposta da banda.
Essa faixa “Luon Perustani Sinun Kallioosi” tem uma duração de 11 minutos, ou seja, é uma música grande e que se não for bem trabalhada pode causar uma grande atmosfera cansativa, mas isso não aconteceu com essa banda, pois ela conseguiu nessa música e em todas as outras, construir uma sonoridade e uma atmosférica que não torna cansativa, que torna tudo muito agradável e em perfeito conjunto.
Com riff’s melódicos da guitarra e um vocal profundo que parece estar longe de tudo em um lugar aberto que propaga o eco, você consegue entrar em um sentimento de tristeza ao mesmo tempo consegue se sentir determinado em seguir em frente.

A segunda música começa com a guitarra tomando a frente de todos os instrumentos, e com o som distorcido ela começa criando uma atmosfera solitária, e ao fundo levemente aparece o Baixo, um baixo muito impecável e quando tudo entra em perfeito conjunto, a bateria lenta e a guitarra carregando uma sonoridade tão densa quanto poderia, tudo isso se junta ao vocal rasgado ao total do Harsh Vocal mais perfeito que poderia, e com toda essa junção incrível vem essa pedrada de 6 minutos que faz uma verdadeira obra prima chamada “Näkyjä Indigolähteeltä”, uma música perturbadora que não deixa faltar nada.

Cosmic Church é uma banda que tem muita facilidade em criar sua atmosfera, ela consegue fazer o simples se tornar genial, e uma verdadeira forma de mostrar isso é que a imagem de sua arte de capa, a foto onde tem uma pessoa ajoelhada na neve vestindo um manto vermelho enquanto supostamente ela está rezando, mostra toda a atmosfera da banda que gira em torno disso, uma solidão de alguém que se destaca no meio do nada, mas que escolhe viver solitariamente para conseguir compreender seus próprios Demônios.
Essa incrível, Genial banda só poderia vir da Finlândia, Finlândia que mostra novamente que carrega provavelmente os maiores nomes do Metal, e isso servindo claro, para praticamente todos os gêneros desse mundo único.

A música de número três vem com a maior duração do álbum, contando com 14 minutos de pura música.
Intitulada “Ennen” essa música traz tudo que teria que ter em uma música de longa duração para conseguir se tornar excelente e não se tornar cansativa e estragar o álbum, mas estamos falando da banda Cosmic Church e essa banda não decepciona, prova disso é o seu talento triste para construir esse álbum, o fato talvez mais interessante dessa banda é que ela é feita por apenas um membro, o “Luxixul Sumering Auter” é sem dúvidas um artista que sabe trabalhar com o que tem e sabe fazer tudo se tornar interessante.

Kätketyn Tulen Vartija, essa música é excelente, uma musica muito atraente que conta com a junção perfeita do triste com a decadência da mente humanda, ela tem uma bateria que fica rápida em alguns momentos, mas em que sua maioria ela transmite a sonoridade de solidão pura, a guitarra ao fundo criando um solo gritante faz com que você entre em um colapso mental querendo se aproximar da morte o mais rápido possível, essa banda é sensacional, e da neve se fez o espírito frio que caminha pelas noites onde chora em seu lamento por viver.

Interessante é ver como a banda consegue terminar o álbum de uma forma tão diferente das músicas anteriores, enquanto tudo estava apostando em fazer músicas mais puxadas para a tristeza, vem a última faixa e cria uma dimensão diferente para o encerramento do álbum com a música “Täydellisen Valon Äärellä”.
Essa música é bem mais agitada, com bastante energia, o vocal ainda consegue transmitir a tristeza, porem, ele não toma conta da música, e fica uma junção sensacional, impecável em seu completo.




Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Bathory: Bathory



Noruega, eis o nome do país que é considerado o fundador do Black Metal.

Falando a mais pura verdade, é muito difícil dizer se a Noruega é de fato o país que criou de verdade o Black Metal, mas sem dúvidas, a Noruega é o país que catapultou o Black Metal mundialmente com suas bandas e atitudes sensacionais.

Mesmo a Noruega tendo esse peso de país criador do gênero, isso não tirou a potência das outras bandas que estavam nascendo em outros países, e uma das bandas que veio dês do começo do gênero para destruir tudo é a banda Bathory.

Bathory tem uma importância gigantesca dentro do Black Metal, provavelmente foi a partir dessa banda que as junções e experimentações acontecerem nesse gênero, e seria impossível falar do metal intenso e não falar de um dos mais icônicos álbuns desse mundo.
Bathory em seu primeiro lançamento de álbum com o título de “Bathory”, conseguiu eternizar sua música de uma forma única, de uma forma muito única, e até hoje a banda é muito escutada pelos fãs desse gênero tão expressivo.

A primeira música do álbum vem intitulada “Storm of Damnation”, e essa música já têm inicio com a atmosfera carregada pela banda.
Essa faixa é um instrumental de 3 minutos que carrega o som das ondas em uma noite muito solitária da alma.

A segunda música vem trazendo o que realmente existe dentro do Black Metal mais crua possível, e intitulada “Hades”, a música conta com a bateria muito seca e trabalhando bastante usando os pratos, e a guitarra criando a sensacional atmosfera de muita obscuridade e ao mesmo tempo uma melodia profunda e negra que atinge as almas dos ouvintes.
O Vocal é sensacional, ele não conta com um tom muito rasgado, nem muito grave, a medida certa para ser um Harsh Vocal que não é cansativo.

E na mesma velocidade, mesma pegada e mesma energia vem à música “Reaper”, essa música é como se o mundo estivesse acabando, estivesse em pura guerra.
A voz está mais audível, e está mais expressiva nessa canção, uma verdadeira junção que trouxe com ela a perfeição e não poderia faltar é claro o som dos solos da guitarra gritante que traz a parte mais brilhante da música.

Muito diferente das faixas anteriores, a faixa de número 4 do álbum vem com uma sonoridade muito mais puxada para a produção “DEMO” que a produção de um álbum.
Necromansy, essa música incrível, tem uma cadência muito maior que as faixas anteriores, ela não fica focada em construir um som que muda o ritmo todo momento, mas consegue transmitir toda a potência possível para fazer uma música fenomenal e completa.

É incrível como essa banda consegue mudar tão fácil a sonoridade das suas músicas, não se engane, quando digo sonoridade não quero dizer que a banda está saindo do Black Metal, mas digo que a sonoridade de produção de algumas músicas parecem ser de Demo e as outras parecem ser mesmo de álbum, no caso a faixa “Sacrifice” é uma faixa que tem uma perfeita sonoridade de álbum, essa faixa é totalmente eletrizante, ela contem uma carga muito alucinada de potência, ela te faze entrar na mesma vibe e você se sente em um cenário totalmente caótico, onde todo mundo está contra você.

Provando o que eu falei do Bathory conseguir transmitir uma sonoridade de Black Metal de Demo e em momentos de álbum, vem a faixa “In Conspiracy With Satan”.
Essa é a faixa mais nítida da sonoridade da DEMO que a banda traz dentro do seu álbum, e claro, isso não quer dizer que a música é ruim, pelo contrário, essa música é sensacional e tem uma batida forte que te coloca em um caos permanente, um furo em sua mente que te faz entrar em colapso.

Para encerrar esse álbum tão conhecido pelo mundo todo, vem a faixa como de costume intitulada “Outro”.
Essa é uma faixa que apenas encerra esse magnífico trabalho, mostrando mais uma vez, a qualidade dessa banda que merece todo o reconhecimento que tem.




Postado por: Renan Martins

terça-feira, 20 de maio de 2014

Melkor



Lançado em 2009 via independente
(Blackstar Eclipse)

Black Metal

1. Blackstar Brigada
2. Bring Us the Goat
3. Uskrsnuće prokletih
4. ...from Dark Taiga Woods
5. Strvinari ponad raspela
6. Arrival of Cneajna
7. Portentous Circle
8. S.L.U.T.
9. Okovani pogrebnom tugom

10. Birth of the Last Mortal




Postado por: Renan Martins

Bustum



Lançado em 2012 via Regimental Records
(Demonolosophy)


Black Metal
1. Intro
2. Arrival of Serpent God
3. Nightrealm
4. Inquisitor Deum
5. Marauders Call
6. Mists of Solitude
7. Plijesan gori vijekovima
8. Zaplakalo nebo suzama od krvi
9. Hladan kamen
10. Outro



Postado por: Renan Martins

Beltez



Lançado em 2002 via Ewiges Eis Records
(Beltane)

Black Metal
1. Intro
2. Zug durch das Nebelgebirge
3. Siegerland
4. Urgewalten
5. Schlachtherr
6. Frosttod
7. Beltane  
8. Krieg (Våte Piker) *


Postado por: Renan Martins

Arbor Mortis



Lançado em 2014 via Exalted Woe Records
(Embla)

Black Metal

1. Depressive Imagination
2. Hjertesorg
3. Agony
4. Lullaby
5. Tribis et Solium sed Vacuum
6. Embraced by Darkness
7. Smerte



Postado por: Renan Martins

Aptorian Demon



Lançado em 2012 via Kyrck Productions & Armour
(Libertus)

Black Metal

1. Ignitus
2. Imprison
3. Libertus
4. Amir al-Mu'minin
5. Var Aere Er Troskap
6. Ordets Makt



Postado por: Renan Martins

Hyperborean: Mythos of the Great Pestilence



A Noruega de fato teve muita importância para o cenário do Black Metal, talvez o país de maior importância, mas um país que vem trazendo excelentes bandas do cenário underground e com os mais variados subgêneros é a Suécia.

Suécia, esse magnífico país traz uma banda que é sensacional até o ultimo suspiro.

Hyperborean essa banda que pouco se fala que poucas pessoas conhecem infelizmente, pois a banda tem uma sonoridade incrível.
Essa banda tem uma sonoridade muito interessante, e muito soturna.
Poucas são as vezes que você consegue escutar um Melodic Black Metal ou um Experimental Black Metal de qualidade completa que mantém o Black Metal real ainda vivo, e nesse caso a Hyperborean consegue de forma muito simples trazer isso, uma melodia de extrema importância com o Black Metal real.

A banda tem uma carreira com excelentes lançamentos, e já tem bastante tempo de atividade, atividade que teve início em 2000.

Seria impossível falar dessa banda e não falar do álbum “Mythos of the Great Pestilence”, álbum mais recente da banda e que surpreendeu á todos com a qualidade excelente e amedrontadora.

Na primeira faixa intitulada “Hail Dystopia”, a banda já deixa claro que certas coisas do Black Metal cru, Black Metal antigo não vai mudar, exemplo excelente é a bateria que continua rápida e muito potente com o pedal duplo incrível, o vocal é excelente um Harsh Vocal em um tom excelente demonstrando totalmente todo o sentimento do músico, isso é genial e entra em uma combinação perfeita com o instrumental em geral.
E se você esta achando que a banda vai ter um Melodic Black Metal cansativo sem força, você se engana, pois a melodia está na guitarra totalmente rápida com riff’s obscuros e que constroem uma verdadeira poeira do caos na mente de todos.

A segunda faixa intitulada “The Great Pestilence”, começa com um tom de obscuridade muito maior, esse tom de obscuridade é construído pela guitarra que com um som progressivo só que muito distorcido cria uma euforia na noite mais densa.
O vocal dessa música consegue abrir um mundo totalmente diferente, ele mostra o impactante Harsh Vocal de ódio e te coloca em um cenário completamente destruído onde você caminha em uma noite correndo de sombras que ditam o ritmo do seu verdadeiro pesadelo.

Seguindo no álbum por ordem, a faixa de número três é sempre a querida dos álbuns, a faixa que tem uma sonoridade diferente, um impacto profundo e que consegue te prender para ouvir o álbum todo, e isso é colocado em prova com essa banda que mostra que essa terceira faixa intitulada “Bring Forth the Dead Man” é uma música genial provavelmente a melhor do álbum.
Bring Forth the Dead Man não tem só uma atmosfera obscura, ela consegue mudar muitas vezes o ritmo dela, em certos momentos ela está mais rápida com a bateria destruindo tudo que existe em sua frente, em outros momentos você se depara com uma música mais rápida ainda e sem falar do vocal que é excelente, nessa música apresentando um lado ainda não conhecido, uma espécie de Harsh Vocal muito mais fechado criando quase que um gutural, essa música é sensacional.

Falando em música sensacional, não poderia ficar de fora uma música tão marcante quanto a faixa intitulada “Änglamakerskan Hilda Nilsson”, essa música é uma pedrada na nuca de todos os que um dia duvidaram dessa banda que hoje mostra a sua qualidade de forma impressionante.
Essa faixa é muito criativa, ela muda muitas vezes também de ritmo e consegue te fazer entrar em todos os sentimentos possíveis enquanto escuta, mas o maior deles é o de euforia dentro de um caos.
O vocal dessa música está sensacional, mais pesado e ao mesmo tempo ele consegue demonstrar toda a sua dor, é uma verdadeira obra prima.

E mudando o mundo por completo vem a música “On the Nature of Mankind”, essa música é uma verdadeira mudança real no que você estava acostumado até então no álbum, mas isso não é pra musica toda, ela tem de fato uma atmosfera um pouco menos carregada, mas ela tem o mesmo tom de Black Metal das anteriores, o motivo dela ser tão diferente é a introdução criada pelo violão que espanta pela qualidade e que deixa muito camuflado a potência da música, deixando mais vivo ainda o lado poético dessa magnífica banda.

Um álbum excelente não poderia terminar de forma ruim, e prova disso é a música “(Don´t Fear) the Reaper” que foi a escolhida para encerrar essa verdadeira obra prima que eu realmente admiro.
A qualidade dessa música é gigantesca, ela começa com riff’s muito melódico e não tão carregado, é tudo muito poético e ao mesmo tempo muito bem feito, essa banda se superou e fez a Suécia se tornar ainda maior no cenário do Black Metal.




Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Artep: Thy Will Be Done on Earth as Is Done in Hell




Após anos e anos de um Black Metal cru, onde tudo tinha que ser muito cadavérico e muito rasgado, criou-se um grande campo para a chagada de novos gêneros, no caso, subgêneros.

E em uma quantidade gigantesca, e sim, gigantescos mesmo, muitos subgêneros nasceram, entre eles o Melodic Black Metal, Symphonic Black Metal, NS Black Metal, Depressive Black Metal, Atmospheric Black Metal, Black Death Metal e todos eles com bandas excelentes e que hoje tem um respeito gigantesco dentro do Metal servindo de exemplo para todas as bandas.

Uma das bandas interessantes que conseguem apostar em fazer um som antigo, no caso, Black Metal rústico, mas que também consegue ao mesmo tempo criar uma atmosférica mais moderna lembrando bastante o Melodic Black Metal e o Symphonic Black Metal é a banda Artep.

Essa magnífica banda que aposta em letras falando das trevas, anti cristianismo, guerras e mortes, tem uma sonoridade muito particular, em seu álbum intitulado “Thy Will Be Done on Earth as Is Done in Hell” começa com uma faixa sensacional que é um instrumental muito perturbador e muito atmosférico.

Birth Of The Antichrist, esse é o instrumental de apenas 1 minuto que começa esse álbum tão bem feito.
Essa música é perturbadora do começo ao fim, e ela tem uma qualidade excelente, pois ela cria todo o cenário da banda, como se fosse uma trilha sonora de pura euforia em um castelo negro onde todos os guerreiros estão prestes a lutar pelas suas almas, mas poucos sabem que todos estão mortos e que a alma deles pertence ao Satã.

Se você é uma pessoa que se preocupa com um arranjo mais bem construído, ou então uma guitarra mais melódica, ou um teclado ao fundo criando uma atmosfera rica em perturbação, ou se você for uma pessoa que esta totalmente preocupada com o vocal que tem costume do no Black Metal ser super-rasgado em um Harsh Vocal profundo, você pode ficar tranquilo, pois essa banda consegue juntar tudo isso nesse álbum e fazer as músicas mais interessantes e com a cara própria do Artep.
Antichrist é uma música que vem mostrando tudo isso, ela mostra a bateria rápida com direito ao pedal duplo, lindo pedal duplo que consegue dar um peso e uma brutalidade ao mesmo tempo, e isso não é muito comum de ser visto em um Black Metal que aposta na sonoridade crua também.
O vocal é sensacional, um Harsh Vocal muito agudo, muito bem feito com muita tenebrosidade e técnica, e se faltava o solo da guitarra, não falta mais nada, pois a banda traz o solo sensacional da guitarra que cria uma ponte entre o obscuro e o poético.

A terceira faixa é sempre considerada a melhor do álbum, no caso, é muito difícil dizer qual é a melhor do álbum, afinal, essa banda é completa, mas sem dúvidas essa música tem uma qualidade muito interessante.
O começo dessa canção tão perturbadora se trata de um som como se fosse grito de almas sendo queimadas no inferno, fica muito nítido um cenário de um corpo sendo derretido e ele não morre com o fogo em seu corpo, ele apenas vai sentindo dor pouco a pouco, fazendo o fogo tomar conta da noite.

Com o som de um trovão vem a faixa “Crossing The Acheron”, e essa faixa tem uma potência e um som tão incrível que em particular considero ela a melhor do álbum.
O som da guitarra no começo da música fazendo um solo totalmente rápido e depois vem a bateria totalmente esmagadora, uma máquina que quebra absolutamente tudo que está em seu caminho, isso é um espanto no espírito, e o vocal está ainda mais aberto, no caso, mais agudo, mais rasgado.
O vocal do coral aparece ao fundo, dando um clima ainda mais interessante para a atmosfera da banda que parecia completa, e que agora se torna completa, e para tornar tudo ainda mais atraente, vem um vocal mais grave, lembrando muito o vocal do Shagrath do Dimmu Borgir, lendária banda do Symphonic Black Metal.

Encerrando esse álbum incrível vem a faixa “Eye Of The Serpent/Oko Hada”, essa música não deixa escapar nada, ela é completa em seu foco, ela tem muito peso e muita qualidade melódica, a Guitarra cria a noite em seu pensamento, e a bateria dita o ritmo do caminhar da morte que procura a sua próxima vítima, Artep, sem dúvidas, O Caos da Noite.



Postado por: Renan Martins

domingo, 18 de maio de 2014

Urgehal: Through Thick Fog Till Death



A Noruega sempre teve muita visualização no Black Metal, e não é pra menos, afinal, foi esse magnífico país que catapultou o Black Metal.

Se para muitos o Black Metal tem outros focos, a Noruega mostra que lá existem ainda bandas excelentes e que fazem do underground um lugar mais interessante e muito mais completo do que o mainstream.

Um excelente exemplo de banda que é impecável por completo é a banda completa “Urgehal”.

Urgehal tem uma competência gigantesca, álbuns excelentes e uma carreira com muitos lançamentos, contando eles com 6 álbuns e um melhor que o outro, no caso dessa vez será o
“Through Thick Fog Till Death”, o motivo de ser o Through Thick Fog Till Death é que esse álbum dês da capa já mostra a intensidade e insanidade mental da banda que faz o mundo um lugar mais escuro e underground.

A primeira faixa intitulada “666” é um instrumental bem breve,  esse instrumental não mostra muito o que está por vir, porem, ele já é um tanto tenebroso, com uma sonoridade de tortura pura.
Muito diferente da primeira faixa vem a “Possessed (Raped by Evil)” que tem uma excelente sonoridade com o Black Metal mais puro possível, com uma guitarra muito frenética criando um caos junto com a bateria e a atmosfera criada pelo baixo torna a música algo completo, o vocal é tão excelente quanto poderia ser, ele traz todo o Harsh Vocal agudo tão frequentado do Black Metal tradicional.

Se a segunda música não foi o bastante para te convencer que essa banda tem tudo para ser uma das maiores do Black Metal, vem a terceira faixa que é excelente.
Intitulada “Raise the Symbols of Satan” ela com a sua sonoridade rápida te coloca em um cenário como se você estivesse sendo amarrado e torturado, como se você estivesse sendo a oferenda da noite para os demônios que estão nascendo, essa banda tem uma bateria muito caótica que demonstra totalmente o quanto é incansável esse músico.

Não é pra qualquer banda apostar em um gênero onde o foco é a intensidade e conseguir ser versátil, mas isso parece não ser problema para essa banda que consegue trazer uma excelente linha de instrumental nessa música de número 4.
E intitulada “Invasion” essa é a música que te coloca diretamente na mente de uma pessoa que está prestes a cometer um genocídio.
Essa música mostra o lado mais pesado da banda com o pedal duplo dando uma qualidade excelente para essa música que é de tirar o fôlego.

A outra música que vem a seguir, tem uma qualidade muito Black Metal Old School, a bateria marcada em um ritmo de Blast Beat muito tradicional, e o vocal em um tom excelente que não cansa de ouvir, essa música te faz lembrar a época antiga do Black Metal, revivendo o manto negro.
Essa música não mostra só o lado cru, ela também demonstra uma excelente qualidade nos riff’s melódicos que nascem ao fundo, e esses riff’s fazem com que você fique viciado na música.

Se o Black Metal é a parte intensa do Metal, então essa banda consegue seguir essa lei, e na música “Mirror Satan”, ela já começa totalmente elétrica, e se você esta se perguntando se isso não fica repetitivo eu logo digo que não, pois a banda consegue criar uma linha de baixo e guitarra muito diferente de música pra música.
Mirror Satan conta também com uma quebra de ritmo excelente que faz tudo ficar mais pesado, mais tenebroso.

A triste introdução da música “Dead Cold December” ficou perfeita para essa música, ela dita um ritmo muito único e consegue te fazer se sentir uma vítima de uma tortura, essa banda consegue te deixar atordoado com um som extremamente extremo, e muito interessante, com esse álbum você aprende a pensar igual um assassino, essa música é intensa do começo ao fim.

Uma das faixas principais do álbum é a incrível “Død, Død Og Atter Død”, essa música é sensacional, ela tem uma guitarra muito eufórica, muito impactante e completa que da um sentimento de dor na alma, o baixo dessa música é algo muito impressionante ele traz a noite para a música e deixa tudo mais interessante.

Essa banda é completa em seu trabalho, a temática dês da aparência até o fim da última música dos álbuns ela consegue se empenhar muito e não decepcionar em nenhum momento, uma banda pra poucos.



Postado por: Renan Martins

sábado, 17 de maio de 2014

Alastis: Revenge



A cor vermelha e branca da bandeira da Suíça nunca foi tão bem representada quanto agora com a banda Alastis.

Alastis tem uma sonoridade muito única, e é realmente muito única, ela tem riff’s diferentes, tem um vocal muito interessante e muito bom de ouvir, e tem um som cadenciado que traz toda a melodia e faz a atmosfera perfeita para o Black Metal.

Poucas pessoas infelizmente conhecem essa banda, que é de verdade uma pena, pois essa banda tem uma potência incrível, e pode ser considerada uma das melhores, ou uma das que tem um dos álbuns mais completos do mundo do Black Metal.

O motivo disso tudo é que a banda sabe explorar cada pedaço obscuro e esquecido no lado da mente, a verdadeira potência vem da alma, e a banda sabe usar isso ao seu favor, e no álbum intitulado “Revenge” a banda se superou e lançou um álbum mais que marcante, um álbum magistral.

Começando esse álbum que tem uma arte de capa já muito interessante apostando em uma cor vermelha muito intensa e um rosto ao meio das chamas do inferno, vem à primeira música intitulada “Just Hate”, essa música começa com uma guitarra muito aguda e um baixo extremamente impecável, esse é um dos motivos pelos quais essa banda consegue se superar em quase tudo, o baixo dela é muito potente, muito carregado, e faz com que você se sinta muito no sentimento da música.
Diferente do que estamos acostumados á ver no Black Metal tradicional, essa banda tem uma sonoridade muito mais cadenciada, riff’s pesados, tudo muito mais melódico, e sinceramente, não teria nada mais perfeito para combinar com essa banda que é impecável.

A segunda música vem tão incrível, tão potente quanto à outra.
E intitulada “Burnt Alive”, ela já começa em um tom mais épico, um tom mais eufórico e atmosférico.
São poucas as bandas que conseguem traduzir tão bem assim o seu sentimento, e isso não foi problema para essa banda que supera barreiras, e nessa música ela aposta muito na obscuridade, é como se você estivesse caminhando em direção ao monte onde sua alma será levada pelo pacto profano, e com muita inteligência a banda conseguiu construir o som e utilizar um sintetizador ao fundo que da um tom muito mágico para a música, dando uma paz no caos obscuro da alma.

Se você imagina que esse álbum está bom, e que ele não pode ficar melhor, você está totalmente errado, pois essa banda consegue surpreender todo momento, e na faixa seguinte intitulada “Eternal Cycle”, essa banda criou uma base tão impecável de baixo que parece que tem um exército indo em sua direção para destruir sua alma, e com muita técnica e muito sentimento a banda consegue fazer um som de classe A.
O vocal dessa banda é bem diferente das outras de Black Metal tradicional, essa banda tem tudo diferente na verdade, ela é única e muito difícil de ser superada.
A faixa “Eternal Cycle”, mostra toda a extensão vocal com urros longos e o Harsh Vocal não apresenta uma sonoridade totalmente aguda, o vocal na verdade tem um tom muito mais 

puxado para o grave, e isso da uma qualidade muito grande para a banda, pois faz ela ser destacada mesmo estando junta de outras, e falando em música boa já emendado vem a faixa seguinte intitulada “Sacrifice”, essa faixa é bem mais cadenciada que as faixas anteriores, ela tem uma bateria mais cadenciada, uma bateria com batidas lentas, mas isso em sua introdução, e mesmo quando fica mais rápido, não fica extremamente rápido, o vocal consegue transmitir toda a sua raiva e isso é formidável, o sintetizador também ganha muito destaque criando uma atmosfera muito eufórica e poética ao fundo.

Ecstasy é uma faixa que consegue dar um tom mais focado no sintetizador ao fundo, ele consegue em sua introdução criar uma atmosfera tão incrível que muda totalmente o rumo da música, mas o baixo dessa música também consegue um destaque, e ele é surpreendente que consegue sempre deixar a música mais interessante, mais completa, e puxando diretamente para a próxima faixa, essa faixa que traz a mistura perfeita da calmaria com a tenebrosidade.
Intitulada “Like A Dream”, essa música começa com um toque de guitarra muito atmosférico e muito melódico, essa banda tem bastante a cara do Melodic Black Metal, e essa música traz isso da melhor forma possível, esse toque de guitarra deixa tudo muito melhor, e da uma paz para a alma, ao mesmo tempo que você se sente caminhando em um local escuro com seu manto preto.

A penúltima faixa vem com uma energia muito grande, provavelmente a faixa que mais carrega a energia no álbum, e intitulada “Agony”, ela surpreende de mais com a guitarra e a bateria em uma velocidade maior, a guitarra é distorcida ao nível de Death Metal e isso da uma qualidade muito impecável pra banda, que mesmo contando com uma distorção assim consegue ainda deixar vivo o Black Metal Old School.
O vocal dessa música não precisa nem ser comentado, ele é perfeito e consegue sintetizar toda a euforia do espírito, e mesmo na quebra de ritmo, essa música consegue se encaixar perfeitamente.

Chegando infelizmente no fim desse álbum que é supremo, vem a última faixa, a faixa que todo mundo sempre espera por ser a melhor.
A última música do álbum é a famosa faixa título, “Revenge”, e essa música não deixou faltar nada para o encerramento do álbum.
Ela conta com uma guitarra muito tenebrosa e muito carregada, a bateria está mais pesada, e essa banda mostra como é encerrar o álbum da melhor forma possível, uma banda que alavancou a Suíça no cenário obscuro.



Postado por: Renan Martins