quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

NilExistence: Existence In Revelation



Death Metal





A qualidade não está ligada com a quantidade e a banda NilExistence mostrou que sabe fazer a destruição com apenas duas faixas.

NilExistence tem uma forma muito brutal de fazer o seu som, e se você não tem tempo para escutar música, a banda consegue colocar toda a qualidade do mundo em apenas duas músicas, então tempo você vai ter para escutar e não vai se arrepender disso.

Em seu trabalho intitulado “Existence In Revelation” a banda não deixou faltar a fúria que está dentro da mente de cada músico e sem perder tempo a banda começou da melhor forma possível que foi com a faixa “The Quietus”, uma magnífica faixa.

The Quietus abre da melhor forma possível o álbum, não deixa faltar empenho de nenhuma parte, a bateria consegue mostrar sua velocidade de forma impactante e muito brutal, a guitarra sempre muito bem trabalhada, sempre explorando da melhor forma possível o som, o baixo consegue ser nítido na música e isso é sempre muito válido, a música se torna ainda mais rica, ainda mais bem feita.

Essa é a forma mais interessante possível para começar um trabalho, com uma música que consegue puxar todo o sentimento de todos os músicos, uma velocidade incrível dentro do gênero que é o Death Metal e sem deixar faltar o gutural que é de uma qualidade absurda, um vocal que não deixa faltar brutalidade e para deixar tudo ainda mais magnífico a banda consegue mesclar a questão da melodia com o peso, fazendo tudo ser ainda mais agradável.

NilExistence fez algo genial, a arte de capa é sempre algo muito importante, ela é a primeira parte do trabalho que chama atenção e nesse caso a banda não poderia deixar de fazer uma arte muito bem feita.

Não existe um padrão para criar uma arte de capa muito bem feito, porém, existe uma pessoa que consegue fazer das sombras, do caos, do inferno e da obscuridade a arte perfeita para o trabalho extremo, Seth Siro é o nome do mais magnífico artista dentro do mundo do metal e  a arte de capa do trabalho “Existence In Revelation” do NilExistence foi criada por esse gênio que é o Seth, uma arte que consegue transmitir toda o sentimento de destruição e de ódio da banda, ao escutar as músicas você consegue sentir o que está acontecendo dentro da imagem do álbum.

Para encerrar aparece a faixa intitulada “Screams Form Silence” que tem um pedal duplo de outro mundo, uma música que faz uma destruição muito gigantesca, um vocal que consegue quebrar tudo que existe de impossível com seu gutural totalmente profundo, você consegue entrar em um mundo criado pela banda em que o caos está vivo e você começa a correr dentro de um espaço curto de tempo, os prédios estão desabando, pessoas estão morrendo ao seu redor e você só pode contar com você para conseguir continuar vivo, uma música formidável que consegue mostrar que essa banda tem um futuro muito grande.

Com apenas duas faixas NilExistence mostrou que potência não falta em sua música e que o mundo do Metal ganhou mais um nome muito forte dentro do Death Metal, realmente essa banda tem absolutamente tudo para conquistar muito em seu tempo de vida.




Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Cvinger: The Enthronement ov Diabolical Souls



Black Metal


Cvinger, a morte caminha mais lentamente com o Black Metal bem feito dessa banda extremamente bem feita.

A banda foi criada em 2012 e tem sua carreira bem curta em questão de lançamentos, apenas uma Demo intitulada “Abyss of Horns” que saiu via independente, um EP intitulado “Monastery of Fallen” que saiu em 2013 e seu último lançamento é o mais impactante de todos que é o álbum “The Enthronement ov Diabolical Souls” que mostra a qualidade da banda sem deixar faltar absolutamente nada.

Não é segredo que a banda conseguiu fazer um som excelente em pouco tempo, e ela consegue mostrar como fazer um Black Metal bem trabalhado sem fugir da qualidade clássica desse gênero tão importante no mundo do Metal.

A primeira música intitulada “Chapter I: Charons passage to the world beyond” e não diferente de outras bandas, a Cvinger aposta em um instrumental, um instrumental que deixa um clima muito obscuro dentro do álbum, um vocal aparece, uma forma de fazer as almas levantarem do rio dos mortos.

Com um instrumental de qualidade tão forte não poderia fazer do restante do álbum algo fraco, e a banda não fez, a segunda música intitulada “Anno Inferni” tem uma bateria muito potente que consegue mostrar como um demônio acaba com a paz, a guitarra consegue criar uma linha de riff’s da melhor qualidade, o sentimento de obscuridade começa a nascer na alma de todos e assim a música consegue se tornar cada vez mais impactante, cada vez mais interessante, o vocal não deixa faltar empenho, o vocal rasgado, mas passando para o gutural em alguns momentos faz da música ainda mais das sombras.

A faixa Summoning começa de forma aterrorizante com um vocal super grave, você consegue imaginar apenas de escutar o vocal, muitas pessoas indo para a igreja, um reino que grita as mentiras de forma camuflada e consegue tomar o controle das almas perdidas, uma música que consegue colocar todo o sentimento de obscuridade de todos os integrantes da banda, uma música que consegue mostrar que o Black Metal está muito vivo e está cada vez mais explorado e essa banda sabe trabalhar com o que tem da melhor forma possível.

Um fato muito interessante da banda é que ela consegue explorar muito bem todos os instrumentos, a bateria conta com um pedal duplo em alguns momentos que consegue deixar tudo ainda mais brutal, a faixa “Eikmus Manifestation” é mestre em mostrar isso, uma forma de peso que monta o medo em sua mente, o baixo é muito bem explorado e fica nítido conforme escuta o álbum, um álbum que realmente surpreende e faz de 2014 ainda mais sensacional.

Não apenas no instrumental a banda sabe trabalhar, o vocal da banda é muito bem explorado, a técnica é muito valida, é muito bem construída, o vocalista consegue mudar do Harsh Vocal que não está tão aberto nessa banda, para o gutural que fica nítido na faixa “Bogs of the Ancient Ones”, uma música excelente e muito rápida, os riffs dignos do Black Metal aparecem e conseguem fazer ainda mais qualidade.

Quem comprar o álbum “The Enthronement ov Diabolical Souls” pode ter uma certeza, música de qualidade não vai faltar em momento algum, sempre vai ter uma música que vai te fazer se sentir dentro do mundo da destruição, mas difícil ver isso em apenas uma das bandas, uma banda destruidora de mundos.

Outro ponto importante é que quem comprar o álbum terá excelentes imagens para conferir, a arte de capa do álbum é realmente linda, uma arte que consegue absorver tudo que existe dentro do álbum, qualidade, intensidade, criatividade e muita originalidade dentro do Black Metal para não fazer todas as músicas iguais, um álbum que faz o Black Metal ser ainda mais forte em 2014 que foi um ano de grandes lançamentos.



Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Caliban: Ghost Empire



Metalcore


A Alemanha sempre conseguiu mostrar grandes nomes do Metal, isso dentro de todos os gêneros praticamente e o Metalcore não ficou de fora quando o assunto é carregar a bandeira do país com toda qualidade do mundo.

Uma das bandas mais consagradas do Metalcore consegue aparecer trazendo uma obra prima intitulada “Ghost Empire” que saiu via Century Media Records.

Ghost Empire é o novo lançamento da banda Caliban, uma banda potente e que não tem frescura em momento algum, o gutural é bem feito, a voz de peito tem um timbre excelente, uma música melhor que a outra, esse álbum tem o poder de fazer você querer escutar mais e mais do trabalho da banda.

Começando de forma impactante e destruidora, a banda coloca a música “King” sem medo, a música é sensacional e logo de cara consegue deixar o Metalcore vivo por completo, mas com o peso que só essa banda sabe utilizar, uma guitarra que tem total poder e que consegue fazer a melodia ser grudenta e em alguns momentos bem mais pesada, a energia que é colocada no vocal é algo realmente admirável, a banda consegue fazer com todo o amor possível o trabalho que está criando.

Chaos ‐ Creation tem uma cadência maior, você consegue sentir seu cérebro tremendo, uma nebulosa que o baixo consegue criar, uma música que junto do vocal um pouco mais rasgado combinou perfeitamente, mais uma vez a banda consegue ser sensacional e mostrar que seu trabalho é diferenciado.

A velocidade da bateria e peso aparecem de forma destruidora na música “Wolves And Rats” que tem uma energia impactante do começo ao fim, você consegue escutar e assim que você escuta sua alma começa a entrar em um mundo de puro caos em que você é o único que pode mudar as coisas, mas diferente disso você não quer a paz, você quer viver do caos que a música transmite para seu coração.

Good Man, uma faixa que mostra um lado diferente, mas que não poderia faltar já que o assunto é Metalcore, a banda consegue colocar um começo bem melancólico, bem triste e solitário, uma bateria rápida sem apostar muito no peso absurdo, um violão trabalhando para dar uma atmosfera um tanto mais triste e ele de fato consegue, o teclado aparece trazendo uma atmosfera também muito melancólica, a voz de peito é perfeita para a faixa e consegue fazer você entrar no mundo criado por Caliban, mas não se engane a música muda todo o cenário e começa a se tornar mais pesada ao caminhar da música, uma faixa impecável.

Pegando ainda uma característica muito forte do Metalcore que é o trabalho entre a voz de peito e o gutural, a banda consegue mesclar muito bem, a voz se torna cada vez mais rasgada e a voz de peito ganha muito espaço na faixa “I Am Rebellion”, mas diferente de muitas bandas, essa não aposta em uma voz de peito fraca, a qualidade da voz de peito é sensacional e consegue dar um clima diferenciado para a faixa que se torna uma faixa importante dentro do álbum para conseguir prender mais e mais da sua mente para nunca esquecer esse ótimo lançamento.

Se a banda é uma das principais do mundo do Metalcore, ela não poderia deixar de conhecer a outra banda que também domina o Metalcore que é a magnífica banda Trivium, e a faixa intitulada “Falling Downwards (feat. Matt Heafy of Trivium)” é provavelmente a melhor do álbum, uma música que não deixa faltar absolutamente nada.

A música “Falling Downwards” tem um clima de dor, uma música que consegue mostrar todo o sentimento da banda, a sonoridade dela é diferente, tem muita criatividade, todos os instrumentos aparecem da melhor forma possível, uma música melhor que a outra para fazer o álbum ser sempre lembrado e encerrar com a participação do sensacional Matt Heafy é para mostrar que seu trabalho realmente é de outro mundo.



Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

D.A.M: The Awakening


Melodic Death Metal



O Brasil apresenta para o mundo a banda que está conseguindo romper todas as barreiras, D.A.M, a banda que traz o puro Melodic Death Metal.

A banda mesmo sendo nova, tem um empenho e uma técnica de outro mundo, o seu último lançamento intitulado “The Awakening” mostra todo o lado mais trabalhado da banda, e deixa claro que o nome D.A.M não será esquecido.

Começando o trabalho da banda com a música “From the Ashes(T.J.O.T.F)”  que é uma faixa impecável, o começo totalmente atmosférico te faz imaginar que está entrando em um castelo totalmente obscuro, a banda sabe trabalhar muito bem com tudo que tem em mãos, mas sempre colocando o Melodic Death Metal em destaque, a voz de peito aparece na música mostrando um novo lado da banda,  a voz de peito combina perfeitamente com a sonoridade, mas o gutural ainda existe e ele predomina.

The Great Work (Magnum Opus Pt I) tem uma introdução muito atmosférica também, o trabalho dessa banda é magnífico e consegue surpreender, o Melodic Death Metal está muito vivo nessa faixa e lembrando em alguns momentos até o Power Metal pela velocidade do teclado, uma música melhor que a outra, mas essa consegue trazer um vocal mais rasgado e em alguns momentos com mais peso, dando uma característica ainda mais agradável para a música, a voz de peito é explorada também, e quando ela aparece a sonoridade se torna ainda mais Power Metal.

Reborn from the Shadows aparece com uma sonoridade um tanto mais pesada, um tanto mais Melodic Death Metal, é complicado dizer qual é a melhor música do “The Awakening”, porem, essa faixa é uma das fortes para ganhar o título da melhor faixa, afinal, ela tem tudo, potência, velocidade e muita técnica e consegue mostrar um brilho dentro do caos.

D.A.M consegue em todos os lançamentos mostrar uma cara nova, mas sempre com a característica marcante do teclado sempre muito explorado, um vocal totalmente único que não é extremamente pesado, mas sempre combinando perfeitamente com a sonoridade do instrumental, a bateria da banda é sempre muito bem trabalhada, em alguns momentos trazendo o lado mais rústico com batidas violentas sem piedade e em outros momentos com muita velocidade, uma b anda que não deixa faltar nada, você assim que escuta consegue entrar no mesmo sentimento da banda, a euforia que está dentro de cada um.

Se existe alguma dificuldade em escutar o baixo em algumas banda, então no D.A.M não existe essa dificuldade, o baixo é sempre muito bem trabalhado e consegue fazer você entrar em uma onda alucinante, a faixa “Lies” deixa muito nítido o som do baixo, mas ele não some com a sonoridade dos outros instrumentos, uma vantagem que a banda sabe trabalhar, ela consegue deixar um espaço para cada instrumento e isso é sempre impactante, sempre importante, e nessa faixa a banda consegue mostrar um lado mais cadenciado, uma música sensacional que é marcante, a mescla entre voz de peito e gutural faz da faixa ainda mais grudenta, esse é sem dúvidas o trabalho mais grudento da banda, mas isso não é ruim, afinal, música boa se uma vez em sua mente ela só vai fazer melhorias.

The Breaking Point(T.M.S pt IV) começa com muita energia, uma música que não perde tempo, o gutural está um pouco mais fechado, bem mais potente que o anterior, o instrumental está muito mais pesado, uma música que não tem frescura e conta com um teclado ao fundo que faz você querer escutar mais e mais do trabalho da banda, uma das melhores faixas do álbum.

The Awakening a faixa título, começa um tanto mais carregada que as anteriores, mas assim que entra o instrumental conseguimos notar a energia que não tem fim, uma música excelente que merece estar carregando o título do álbum, o teclado da banda consegue deixar épico o som da banda, uma musica muito bem trabalhada.

Para encerrar o “The Awakening” a banda escolheu a faixa “Thelema” que tem um peso muito interessante, um peso que consegue trazer muito brilho ao mesmo tempo, a faixa encerra o lançamento da forma mais magnífica possível, uma música melhor que a outra, isso é ser D.A.M, é saber trabalhar com qualidade e sempre conseguindo superar as expectativas.




Postado por: Renan Martins

domingo, 21 de dezembro de 2014

H5N1: A Time of No Tomorrows



Death Metal


H5N1, uma nova forma de ver o mundo do Death Metal, uma banda brutal que consegue trazer em seu som uma sonoridade totalmente saturada e com muito poder.

A banda não se preocupa em trazer um som totalmente limpo com guitarras gritantes, mas sim o peso que prevalece, uma forma de fazer você entrar dentro do escuro e sentir sua mente te metralhar com todo o terror do mundo.

Em seu álbum intitulado “A Time of No Tomorrows” que saiu via independente contem uma sonoridade destruidora, um urro diabólico que consegue fazer ter a vontade de entrar no mundo tenebroso criado pela banda.

Começando o álbum já com muito empenho na brutalidade do Death Metal mais puro possível, a banda aposta na faixa “Biochemical Warfare Kvlt” que tem uma introdução de uma conversa e logo após as vozes se tornam um tanto robóticas e a bateria aparece com muita destruição um pedal duplo digno do Death Metal e a guitarra totalmente saturada, uma sonoridade que lembra as Demos do bom e clássico Black Metal, uma sonoridade totalmente rustica, mas que consegue trazer o Death Metal da melhor forma.

Biochemical Warfare Kvlt foi uma excelente aposta para começar o álbum, mas uma boa aposta sempre tem que ter uma continuação tão boa quanto ou até melhor, e a banda não errou nisso, pois escolheu a música “Desanguination” que consegue mostrar muito a sonoridade do baixo, um instrumento que tem total força na banda, ele consegue construir um monstro dentro da sonoridade, uma música muito mais bruta quando ele é explorado da forma correta e isso a banda nunca erra.

Ministry of Supreme Hemorrhagic Revolution começa de uma forma totalmente Death Metal, uma sonoridade totalmente puxada pela guitarra distorcida e com um tom de destruição, a bateria aparece aos poucos e consegue trazer a força, a vida, a juventude e a destruição com o pedal que é sempre muito bem explorado e com os pratos que tem muito para deixar a banda cada vez melhor, isso sempre é bem interessante dessa banda, ela nunca deixa faltar nada do mundo do Death Metal, a música apresenta uma bateria muito mais preocupada em trabalhar com os pratos e isso deixa ela um tanto diferente das outras do álbum.

Embracing the Pandemic Principle a música que faz totalmente a diferença dentro do álbum, o motivo disso é que ela mostra algo diferente de todas as outras, não só na introdução, mas por um completo, a introdução da música tem muito talento, uma sonoridade inexplicável que consegue fazer você olhar para o paraíso e ver ele abrindo as portas, mas quando você menos espera, o oceano começa a se tornar ainda mais pesado e você consegue ver sua alma sendo carregada para o inferno, o fogo se torna cada vez mais ardente, cada vez mais destruidor, o vocal consegue trazer a brutalidade, a obscuridade do Death Metal, um gutural totalmente fechado que consegue ser muito compatível com a sonoridade do baixo que tem um poder absurdo, uma guitarra que consegue mostrar para todos que sua força está viva e que ela faz total diferença e a bateria consegue expandir ainda mais a sonoridade com um pedal sempre bem trabalhado e trabalhando com os pratos da melhor forma possível.

H5N1 consegue entrar no cenário do Death Metal e com ele trazer uma forma diferente de mostrar que a qualidade do álbum não interfere muito quando a banda tem a técnica e tem a brutalidade necessária para mostrar que o sentimento conta bem mais.

Com muito empenho a banda consegue colocar o nome do Canada, um país adorável que consegue se tornar cada vez mais frequente no mundo do Metal, nomes como Cuff, H5N1 devem ser lembrados quando o assunto for Death Metal do Canada.

Para encerrar o álbum a banda escolheu a faixa “A time of no tomorrow” uma música que consegue trazer o Death Metal da melhor forma, um bateria rápida, um pedal bem trabalhado, um vocal que consegue mostrar a brutalidade que existe dentro da alma do vocalista e uma junção entre o baixo e guitarra que faz total diferença para a música ser ainda mais destruidora, encerrando o álbum da melhor forma possível.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Cuff: Transient Suffering Through the Ergosphere




Death Metal/Grindcore


A brutalidade nunca deixa de existir quando o assunto é a banda Cuff, uma sensacional arma que consegue fazer o sangue ser ainda mais vivo dentro da mente de um demônio.

A banda tem uma carreira um tanto longa e consegue com sua quantidade excelente de lançamentos, mostrar o quanto ela tem de peso e seu ultimo álbum intitulado “Transient Suffering Through the Ergosphere” é uma verdadeira obra prima da brutalidade.

Começando sem frescura e com muita dor, a primeira música intitulada “Spastic Craniotomy” tem um grito para começar a música da melhor forma possível e logo depois de uma atmosfera totalmente macabra, a banda consegue colocar todo o seu poder em um vocal totalmente destruidor e que consegue trazer ainda mais brutalidade para a música, uma bateria que consegue trabalhar muito com os pratos, o vocal traz a profundidade do inferno que esquenta cada vez mais alma conforme a música vai chegando ao fim.

A segunda música não perde o peso em momento algum, ela traz um vocal ainda mais fechado, algo ainda mais difícil de fazer, uma forma ainda mais destruidora de viver, uma bateria que está ainda trabalhando com muito empenho focando na fúria da alma, uma guitarra suja que consegue trazer a melodia e o peso em determinados momentos.

Lembrando uma introdução um tanto Technical Death Metal, a música “Transfusion of Bodily Fluids” mostra como é bem trabalhado o som da banda, como o peso pode ser colocado sem medo e a banda consegue ainda mais absurdamente colocar o peso da forma mais intensa possível, uma dor, uma destruição, uma arma que não tem data para terminar, uma banda que não deixa faltar nada.

Um ponto positivo da banda é que ela consegue trazer toda a brutalidade, todo o peso e consegue fazer você entrar no mundo mais bizarro possível, uma forma de fazer você se sentir dentro da mente de um porco e a banda consegue deixar todos os instrumentos vivos, consegue deixar a bateria com muito foco, um peso muito grande e uma velocidade que faz total diferença, poucas as músicas da banda fazem você se cansar de escutar o álbum, a guitarra consegue ser totalmente suja em alguns momentos, mas consegue também trazer melodia e um som totalmente grudento em determinado momento, uma forma de fazer você querer escutar mais e mais do trabalho dessa banda magnífica que honra da melhor forma possível o Canadá, esse país incrível que tem uma qualidade muito boa no metal.

A banda puxa o Death Metal e mistura com o Grindcore, e claro, músicas de Grindcore não poderiam faltar músicas de 1 minuto ou curtas, então, esse álbum conta com a faixa “The Transcendence of Mankind”  que tem 1 minuto e é uma forma brutal de passar o tempo, você sente dentro de um estomago de uma monstruosidade, a forma de criar dessa banda é sempre excelente, você consegue sair da realidade e entrar no mundo de Cuff, uma banda que não deixa faltar nada, você vai conseguir encontrar sangue, vai conseguir encontrar dor, vai conseguir chorar e sofrer com esse álbum que tem um empenho sensacional em mostrar que o seus pesadelos tem sim vida e você está prestes a ter contato com todos eles assim que escutar o álbum.

Cuff consegue mostrar as duas caras da banda com o Death Metal trazendo um pedal sensacional e trabalhando bastante com os pratos, uma forma de fazer o som ser ainda mais agradável, ainda mais bem feito e não deixando cansativo a sonoridade do álbum, a banda mostra também o lado do Grindcore, um Grindcore que também está em alguns momentos mostrados na bateria com uma sonoridade bem seca e bem destruidora, o vocal é totalmente focado no mundo do Grindcore com um timbre muito profundo e totalmente impossível de ser copiado.

Para encerrar o álbum a banda escolhe a faixa “Supreme Genital Goddess” que começa com uma atmosfera muito bem construída pela guitarra e a bateria consegue trazer uma sonoridade pesada e o baixo muito nítido aparece criando uma forma excelente de destruir tudo que está em seu caminho, uma música excelente para fechar o trabalho. 




Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Ethereal Woods



Lançado em 2004 via Supernal Music
(Thickthorn)

Black Metal

1. Nocturnal Illusions
2. Landscapes from the Past
3. Moonlit Forests
4. The Walk into Darkness
5. The Eternal Battle
6. Thickthorn
7. The Woods of Ancient Dreams
8. Reign of Terror



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Laster: De verste verte is hier



 Atmospheric Black Metal


Laster o Atmospheric Black Metal carregando as almas para o outro mundo.

A banda tem uma atmosfera muito impecável e consegue fazer você entrar em um cenário totalmente diferente, uma das principais características da banda é que ela consegue puxar o Black Metal antigo da forma mais impactante possível.

Não focado em criar algo exagerado, mas sim em criar algo bem feito, bem construído, Laster tem como foco ser interessante impactante e completa e isso ela consegue facilmente.

A carreira da banda tem poucos lançamentos, contando com apenas uma DEMO intitulado “Wijsgeer & Narreman” que saiu via independente e um álbum que é sensacional que é o “De verste verte is hier” que saiu via Dunkelheit Produktionen.

Dunkelheit Produktionen acertou muito em escolher esse álbum, pois a criatividade que você consegue puxar logo na primeira faixa intitulada “Alles wat mij bevalt, ontvalt me” é incrível.

Alles wat mij bevalt, ontvalt me mostra um mundo diferente, uma bateria que consegue criar uma velocidade muito intensa, uma sonoridade que sabe explorar bem o que tem em seu caminho, um prato que é totalmente explorado, uma velocidade que em determinados momentos fica ainda maior conseguindo fazer da musica ainda mais impactante.

Começando o álbum dessa forma, a banda não poderia errar em escolher uma segunda música de tanta qualidade, e ela não errou, pois escolheu a faixa “Tot de tocht ons verlicht” que começa de forma atmosférica, mas logo em seguida ganha uma velocidade de extrema euforia, uma música que faz você pensar no seu dia a dia, uma música que te faz sentir a alma molhada da chuva que cai tão lentamente do céu fazendo do seu momento ainda mais marcante, uma música que faz você querer escutar mais e mais do trabalho da banda.

O vocal dessa banda tem uma característica muito intensa, ele consegue explorar bem o que tem e faz um Harsh Vocal muito aberto conseguindo em alguns momentos lembrar até o próprio Depressive Black Metal que é um subgênero magnífico do Black Metal, mas a banda não perde suas características reais.

Poucas são as bandas que conseguem explorar tudo o que tem em suas mãos, mas isso não acontece com essa banda, Laster consegue mostrar que seu atmosferic Black Metal é diferenciado por não ser repetitivo e nem ser cansativo, muitas bandas acabam pecando com isso, uma das melhores formas de criar é fazendo um som simples, e a Laster consegue fazer isso da forma mais sensacional possível.

Laster conta ainda com o músico W. Damiaen, que é membro da banda Nevel de Depressive Black Metal, uma excelente banda, e isso fazem da Laster com mais qualidade ainda, uma banda que tem tudo para conseguir muito espaço no mundo do Black Metal e do Atmospheric Black Metal, os países baixos mostrando sempre seu poder dentro do mundo do Metal.

Ik - mijn masker a música que começa trazendo o sentimento do obscuro, a música que consegue fazer você notar muito bem o Atmospheric ao fundo, a guitarra consegue criar uma linha extremamente bem feita para sua mente se sentir confortável dentro do caos, uma melancolia, uma lágrima que consegue aparecer dentro do obscuro, uma forma cada vez mais interessante de fazer tudo ser mais impactante.

Laster ganha muito com a capacidade de trazer o real Black Metal dentro da música, sempre conseguindo mesclar da forma mais interessante possível o Black Metal tradicional com suas vertentes e fazendo disso algo marcante, um álbum sensacional que conseguiu fazer de 2014 ainda melhor.



Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

StaliNO: Seven Voices



Technical Death Metal



StaliNO, o caos dentro do Technical Death Metal.

A Ucrânia apresenta uma grande quantidade de bandas, em sua maioria de qualidade e de muita técnica, e o StaliNO aparece entre elas para mostrar que seu Technical Death Metal tem tudo para ser lembrado.

Em seu álbum “Seven Voices” que saiu via Coyote Records que é um selo muito potente carregando bandas como Bursa Lamb que é uma das revelações mais impactantes desse ano, Tu Carne, Revilement e uma lista sem fim de extremo peso, a banda conseguiu com o Seven Voices mostrar um lado ainda mais brutal do que no primeiro trabalho, o EP intitulado “Conflict” que saiu via Eclectic Productions.

Seven Voices começa com uma brutalidade muito grande, um gutural que consegue jogar sua alma extremamente para baixo, uma música que consegue puxar da forma mais impactante possível seus sentimentos, a guitarra consegue apresentar uma sonoridade gritante e muito digna do que é o Technical Death Metal.

One Trail, a segunda faixa do álbum, aparece trazendo um lado ainda mais Technical Death, esse álbum consegue mostrar bem a qualidade de todos os músicos, a bateria consegue fazer uma construção totalmente interessante, uma sonoridade que chega no lado mais seco, em alguns momentos a sonoridade se torna mais densa, mas sempre muito rápido, sempre trabalhando com a velocidade mais impactante possível, o baixo aparece muito nítido na música, esse álbum consegue se tornar cada vez melhor, cada música, cada momento, cada urro, tudo tornando esse álbum, cada vez mais sólido.

The Head Cut off in Dreams é a terceira faixa do álbum e não poderia deixar faltar nada, não poderia deixar a sonoridade se tornar fraca, e essa banda não deixou, essa música consegue apresentar uma guitarra ainda mais gritante, ainda mais atordoante, uma música melhor que a outra e essa não poderia ser diferente, o vocal aparece muito pesado, um gutural que conseguiu evoluir muito de um trabalho para o outro, em alguns momentos o vocal que já consegue transmitir um peso muito grande, fica ainda mais denso, ainda mais profundo, fazendo uma onda de sangue lavar seu corpo em segundos.

Seven Voices conta com uma mudança que ficou nítida, a saída do vocalista Eugene Grachyov que ficou no EP, Eugene Grachyov consegue transmitir um vocal muito interessante, um ótimo vocalista que conseguiu fazer do EP ainda melhor, mas o peso e a profundidade brutal colocada na música por Motona consegue fazer com que o Seven Voices seja um álbum ainda mais interessante, ainda mais destruidor, StaliNO consegue trazer uma mudança de vocal que se tornou ainda mais sólida dentro dos tempos.

A qualidade da banda não está ligada apenas com o vocal, muito longe disso, a banda consegue mostrar uma linha extremamente extrema que consegue fazer você se sentir dentro do caos, dentro da guerra, a sua alma perde o lado calmo e você começa a sentir seu sangue ferver, a bateria da banda é algo realmente admirável, uma forma brutal e com muita técnica de executar o trabalho sem que falte nada e consiga completar a sonoridade do baixo que consegue ser denso ao extremo trazendo o caminhar do exercito mais brutal já visto, uma musica melhor que a outra e uma música mostrando mais e mais da técnica do guitarrista que consegue fazer a sonoridade ser gritante em alguns momentos e em outros momentos lembrando até o Brutal Death Metal com tanto peso junto do vocal, uma banda completa.

Datura é uma faixa que consegue mostrar bem o que é o Technical Death Metal da banda, uma música que tem uma velocidade interessante, mas que não apresenta uma linha cansativa, uma música que consegue fazer a velocidade crescer e quando ela fica mais densa, não perde a qualidade, a banda realmente sabe trabalhar.

Buried in Abortion é a última música do álbum e a banda não poderia deixar essa faixa ser fraca, a qualidade dessa música é impecável, uma destruição pura, e o baixo ganha ainda mais espaço, ainda mais força, ainda mais impacto, esse álbum encerra da melhor forma o trabalho da banda, fazendo o mundo underground do Technical Death Metal ser ainda mais completo.




Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Make Them Suffer:Neverbloom


Symphonic Deathcore


Neverbloom o álbum que fez a Roadrunner Records tremer.

Com uma carreira interessante pela quantidade baixa de lançamentos, a banda Make Them Suffer mostrou que sua potência no álbum Neverbloom é de outro mundo.

Make Them Suffer tem em sua carreira apenas um álbum que é o tão potente “Neverbloom” que consegue puxar a mescla perfeita entre o Symphonic Metal com o Deathcore, fazendo um Symphonic Deathcore da melhor qualidade possível.

A banda começa o álbum sem dó, sem medo, sem pensar duas vezes, com uma introdução magnífica intitulada “Prologue” que tem uma atmosfera muito interessante e muito delirante, uma introdução que faz você se sentir caminhando em um corredor, você olha uma porta e sem pensar duas vezes você chuta essa porta e começa a segunda música do álbum, a potente e destruidora faixa título “Neverbloom” que tem um teclado ao fundo criando uma interessante atmosfera de caos e dor, e por mais que o teclado tenha um papel curto em comparação das guitarras e o restante da banda, ele faz total diferença e consegue mudar totalmente a música.

A faixa “Morrow” que é a terceira faixa da banda aparece trazendo um lado muito mais puxado para o Deathcore, com um peso absurdo em suas quebras repentinas e com isso a brutalidade da banda vai ficando cada vez mais viva, o vocal faz a mescla entre o gutural extremo e o drive extremamente rasgado, uma mescla perfeita para o Deathcore e com o teclado de fundo a música ganha uma atmosfera triste mesmo estando dentro do caos eterno, uma música melhor que a outra consegue fazer esse álbum ser apaixonante.

Elegies aparece trazendo uma introdução melancólica, mas se existe uma banda que sabe fazer da melancolia uma arte que tire uma lágrima de felicidade, essa é a Make Them Suffer, uma facilidade muito grande para transformar música em obras primas, uma música melhor que a outra, a bateria aparece conseguindo em um tom totalmente bem construído, uma bateria que consegue construir um mundo diferente, uma guitarra que consegue fazer você entrar em outra alma, faz você encontrar seus pesadelos e lutar contra todos da forma mais digna possível.

Malestrom, uma música com esse nome tão impactante não poderia ser ruim, e essa obra é genial, ela começa com um coral ao fundo e a bateria aparece de forma rápida e densa, uma forma grave e brutal de fazer a sonoridade de um Malestrom e o teclado aparecendo novamente com uma melodia triste, mas nessa música a diferença está no vocal que aparece trazendo uma sonoridade muito mais rasgada, muito mais puxada para a dor, mas o gutural ainda existe e quando ganha o apoio do pedal duplo a banda faz uma sonoridade ainda mais incrível, esse álbum consegue ser surpreendente do começo ao fim, uma arte assim tem que ser lembrada, Deathcore da melhor qualidade.

Com uma guitarra sem piedade “The Well” aparece e consegue fazer sua alma se tornar pó, uma música de peso que consegue puxar a sua fúria e fazer nascer em você o pior monstro possível, você sente a vingança nascer dentro do seu espírito, sente a vontade de fazer do mundo o seu objeto de tortura, uma música impactante que te faz lembrar desse álbum e dessa banda por um bom tempo.

A música que aparece trazendo um Deathcore que faz o mundo trincar é a “Weeping Wastelands” e nessa música a impactante mágica do teclado fica ainda mais nítida, uma música melhor que a outra que consegue fazer o Neverbloom ser um álbum memorável.

Para encerrar o álbum a banda escolheu a música “Chronicles” e essa faixa consegue fazer a mescla perfeita entre o Symphonic e o Deathcore, mostrando uma técnica impecável, uma bateria extremamente rápida, um baixo da melhor qualidade e um vocal destruidor, a banda encerra o álbum da melhor forma possível.




Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Fallujah: The Flesh Prevails



Progressive Deathcore/ Technical Death Metal


Fallujah a arte do Technical Death Metal em outro nível.

A banda Fallujah deixou claro para o mundo que seu trabalho é uma grande mistura do que é linda com o que é potente, e com a mistura do Progressive Deathcore com o Technical Death Metal, a banda conseguiu abrir uma linha gigante de possibilidade para conseguir mudar sua sonoridade, mas sempre da forma mais magnífica possível.

Em seu último lançamento a banda conseguiu começar da melhor forma possível que é com uma arte de capa magnífica, uma arte linda, uma arque faz sua alma ser leve e seu espírito totalmente novo.

A primeira música do álbum é intitulada “Starlit Path” e ela começa mostrando o que acontece quando uma banda mistura a magnífica sonoridade do Technical Death Metal com o Progressive Deathcore, a banda consegue colocar uma bateria totalmente rápida, uma bateria que destrói tudo que existe em seu caminho, e a paz que existe dentro dos melódicos riff’s de fundo faz com que sua alma seja jogada em um oceano de sonhos.

O álbum começa com a melhor música possível, lembrando que não é a melhor música do álbum, mas sim, a melhor música possível para começar o álbum, mas a segunda música não fica atrás na questão de qualidade, intitulada “Carved From Stone” e essa faixa aparece destruindo tudo, a bateria está muito rápida e muito grave, o trabalho com pedal duplo faz com que a sonoridade seja brutal, a música ganha à força de uma granada e o gutural torna tudo ainda mais interessante, o lado negro da noite se torna ainda mais denso com o caminhar da música.

The Night Reveals começa de forma mais Progressiva ao fundo, a referencia é nítida, mas a bateria apresenta muito mais do Technical Death Metal junto das guitarras, uma forma sensacional de fazer música, uma melhor que a outra e essa é totalmente bem produzida, totalmente inteligente, a sonoridade dessa banda não deixa faltar nada nunca, a forma que cada musica é criada consegue transmitir muita energia e sentimento.

A banda é realmente surpreendente, ela tem uma energia que não tem fim, a técnica usada pelos músicos é realmente surpreendente, poucas bandas tem um empenho tão grande, uma inteligência e criatividade para conseguir colocar em pratica tudo o que sente e tudo o que cria, não existe momento de pausa, não existe tristeza, muito menos erros, a banda sabe muito bem o que está fazendo.

O baixo da banda aparece de forma magnífica, ele consegue deixar uma calma e ao mesmo tempo um delírio em sua mente, a banda consegue colocar isso da forma mais impactante possível, da forma mais linda possível, o baixo aparece e não deixa falar nada, o som ganha um lado com mais pegada e isso é magnífico, a guitarra apresenta sempre a melhor junção entre o Deathcore e o Technical Death Metal, uma velocidade grande, mas sem perder o peso, guitarras em alguns momentos que estão gritantes, mas sempre deixando no fundo o ar mais lindo possível do Progressive que aparece para fazer tudo ser ainda mais interessante, tudo ainda mais magnífico e delirante, a bateria aparece para criar um meteoro na música, uma velocidade tremenda que passa pelo Deathcore da forma mais magnífica possível, um trabalho com pedal duplo de dar inveja e muita motivação, uma forma de fazer o som ser ainda mais bem trabalhado, e o vocal é a arma potente que faz o monstro dormir ou acordar dependendo da música, uma junção de melhores, fazendo uma banda para ser lembrada.

Allure aparece para deixar o álbum ainda mais completo, ainda mais lindo, a música conta com um fundo progressivo que consegue atrair todos os olhares para o mais importante e magnífico sentimento de paz transmitido pela banda, a sonoridade da banda nunca deixa faltar nada e você sempre consegue puxar tudo o que os músicos querem transmitir, uma música melhor que a outra em um álbum completo.

Chemical Cave é o nome da música que encerra o trabalho da banda nesse novo álbum, a banda não deixaria o álbum tão bem feito ser encerrado de forma ruim, então ela colocou sua energia e gravou algo realmente excelente, uma música que coloca energia, emoção e a alma Fallujah.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Atena: Of Giants



Progressive Deathcore


O Deathcore aparece trazendo bandas excelentes, sempre com uma técnica potente e uma sonoridade quebrada que consegue fazer sua alma sentir o arrepio de novos dias.

Juntando o Deathcore com o Progressive as bandas conseguem chegar ao limite da criação magnífica, o limite de algo sensacional e criativo que faz com que você entre em um mundo diferente, você consegue achar a noite dentro de sua alma.

A banda Atena conseguiu chegar com seu álbum intitulado “Of Giants” com a melhor sonoridade possível, a sonoridade mais magnífica e bonita possível, sim, é possível colocar o peso e a destruição, junto do brilho de uma nova vida.

A primeira música do álbum é intitulada “Lullaby” uma introdução de pura atmosfera, puro clima progressivo e que da melhor forma possível abre o álbum com muita energia e brilho.

Segunda música intitulada “Of giants” é uma faixa bem curta que é quase uma seqüência grudada do que é a primeira música, mas diferente da anterior, essa faixa não é instrumental e ela conta com o choro de crianças ao fundo, e a bateria apresenta sua velocidade da forma mais interessante possível, traduzindo o que é o som da banda.

Começando com as faixas agora com uma duração maior, aparece à música “Kids” que tem uma bateria muito interessante e rápida a banda consegue colocar todas as características do Deathcore e conseguindo juntar com o Progressive da melhor forma possível, a banda não deixa em momento algum faltar nada, a melodia criada pela banda é algo realmente surpreendente.

Apex predator chega com o pé na porta e consegue mostrar uma introdução que começa baixa e depois aparece totalmente mais quebrada o som trabalhando da melhor forma possível, o vocal aparece de forma impactante e consegue mostrar que o gutural dele está no tom perfeito, tom que consegue fazer você chegar dentro de seus sonhos mais obscuros, a forma mais impactante possível de criar seu som, uma guitarra que sabe trabalhar da melhor forma possível em um álbum muito bem trabalhado.

Atena não deixou faltar nada, e conseguiu nesse álbum deixar todos os instrumentos em perfeita sincronia, uma forma de deixar tudo ainda mais magnífico, uma guitarra que tem muito da linha progressiva, que consegue mesclar o peso absurdo do Deathcore de alguns momentos, com o lado calmo, pensativo e bonito do Progressive, uma forma de fazer tudo ser mais bem feito, a bateria consegue aparecer de forma densa e não falha em momento algum em sua velocidade, e para encerrar com chave de ouro as qualidades da banda, se você tem dificuldade em escutar a sonoridade do baixo dentro das músicas, então nessa banda você vai deixar isso de lado, pois você consegue sentir o baixo criando uma destruidora sonoridade em sua mente, uma banda que consegue aparecer no underground e fazer uma sonoridade magnífica.

Sempre é difícil apontar uma melhor faixa desse álbum, pois se trata de um álbum muito completo, um álbum que dentro da proposta aparece do começo ao fim da melhor forma possível, mas em um gosto pessoal, a música “B.N.T.B” aparece trazendo a melhor sonoridade em vários aspectos, um deles é qualidade da guitarra, e o principal, o refrão da música é melódico e cantado com voz de peito, mas a voz de peito de uma garota que consegue fazer a música ser ainda mais magnífica, ainda mais linda, ainda mais Progressive Deathcore.

Backstabber aparece trazendo mais o lado Progressive, a banda deixa claro isso logo na introdução, mas a construção gritante das guitarras fazem você notar uma evolução no som da banda, uma música melhor que a outra, em um álbum completo.

Para encerrar o álbum a banda escolhe a música “Skinndau” que é uma música pesada, densa e que encerra o álbum como se fosse um tiro dentro de sua alma, um buraco que não tem fim, uma forma de fazer você se sentir em outro mundo, a banda encerra o álbum da melhor forma possível.



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Malignancy: Eugenics



 Brutal Technical Death Metal


Malignancy é um nome que você precisa lembrar caso queira começar a conhecer mais profundamente o mundo do Brutal Technical Death Metal.

Essa banda tem um poder que está em outro nível, uma técnica que não cansa uma velocidade ideal e uma fúria que só fica cada vez maior.

A banda deixa claro que sua potência e sua fúria crescem muito no álbum “Eugenics” que saiu via Willowtip.

A primeira música do álbum já começa deixando sua alma em pedaços, intitulada “Type Zero Civilization” a banda consegue colocar um vocal totalmente destruidor, um gutural que consegue atingir a profundidade do inferno com muita potência e que consegue deixar tudo um tanto atmosférico, a bateria consegue ao fundo construir uma forma caótica de dar andamento para a música, a guitarra aparece deixando o caos ainda mais intenso, a banda realmente sabe fazer o som entrar em sua vida e fazer o sangue escorrer.

Eugenics é a segunda música do álbum e aparece logo grudada no término da primeira e ela não perde tempo para conseguir mostrar mais uma vez como fazer um som totalmente brutal e rápido.
A técnica da banda é algo realmente impressionante, dentro de todas as músicas, absolutamente todos os momentos todos os instrumentos conseguem ganhar seu destaque, a guitarra sempre aparece com uma força muito grande criando um som gritante e a bateria sempre trazendo o caos, tudo trabalhando da melhor forma possível para fazer a melhor música possível.

Uma das principais formas de vender seu trabalho é criando uma arte de capa da melhor forma possível, uma arte que tenha muitas cores compatíveis com a sonoridade que está tentando criar, uma cor e uma sonoridade podem sim ser ligadas, cores fortes trazendo sempre, que bem trabalhadas, uma forma mais caótica, mais destruidora da sonoridade, uma forma pálida de trabalhar com as cores indica um álbum mais calmo e puxado mais para uma melodia mais lenta ou depressiva, mas a banda Malignancy consegue colocar cores da melhor forma possível em um desenho que foi muito bem feito para mostrar como começar um álbum da melhor forma possível e isso realmente chamou muita atenção para esse ultimo trabalho da banda que consegue mostrar um crescimento muito grande em suas composições.

Extinction Event é a terceira faixa do álbum e ela continua mostrando a potência e a fúria da banda, mas dessa vez o som aparece de forma mais triturada, ela consegue tirar todo o sangue do seu corpo e jogar na parede, o gutural aparece ainda mais fechado, ainda mais pesado, uma banda que aposta muito em uma bateria muito rápida trabalhando bastante com os pratos, e isso consegue deixar a sonoridade ainda mais interessante, a banda consegue fazer com que você queira escutar mais e mais do seu trabalho.

Cataclysmic Euphoria começa a mostrar um pouco mais nítido o pedal duplo que aparece na banda, um pedal que consegue dar um ritmo de tortura muito grande, a banda aposta em algumas musicas duas formas de fazer o vocal, o gutural extremo que consegue fazer o Sol se tornar negro e o vocal mais rasgado que consegue dar uma atmosfera de ainda mais dor para a música que sempre aparece trabalhada da melhor forma possível.

Separatists é uma faixa que começa diferente de todas as outras, ela começa de uma forma calma com uma bateria ao fundo que não está nada brutal, o violão é bem trabalhado e a guitarra aparece deixando a sonoridade cada vez mais interessante, a velocidade vai ficando cada vez maior e quando você menos espera a música já se tornou um Brutal Technical Death Metal da melhor qualidade.

Pare encerrar o álbum a banda escolheu a música “The Breach” que encerra o álbum da melhor forma possível, ela consegue mostrar tudo o que aconteceu no álbum até o momento, ela consegue trazer a brutalidade, a técnica, a fúria e a atmosfera, ela consegue fazer você furar o destino e puxar dele o que você tanto sonhou.




Postado por: Renan Martins

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Zaklon: Nikoli...



Black Metal


O magnífico Black Metal aparece com mais um nome potente do underground que consegue mostrar que a noite pode ser muito bem trabalhada transformada em uma atmosfera impecável.

Zaklon é o nome da banda que consegue fazer da noite uma calma impecável e um caos infernal, a prova disso está logo na primeira música do seu álbum impecável, o “Nikoli...” que saiu via independente.

A primeira música do álbum é intitulada “Atruta” tem uma introdução impecável, uma introdução que faz você sentir uma paz muito grande logo de cara com o álbum que já deixa claro que será sensacional o seu som, mas o Black Metal é conhecido como o gênero da intensidade dentro do mundo do Metal, e essa música têm uma levada mais intensa ao decorrer da música, mas ela não fica extremamente rápida, ela fica um tanto mais rápida e conta com o sintetizador para fazer uma sonoridade totalmente única, essa música começa o álbum da melhor forma possível.

Um fato muito interessante dentro da banda Zaklon é que ela é formada por apenas um membro, e ele consegue colocar sua genialidade de uma forma muito clara em todas as músicas, e logo de cara com a Atruta ele consegue fazer sua alma ficar bem, faz com que você seja ainda mais leve.

Dołu é o nome da segunda música, e ela já aparece trazendo uma característica bem mais puxada para o Black Metal antigo, o Black Metal mais intenso que não deixa falhas, essa banda tem uma bateria muito rápida, um pedal muito bem trabalhado, uma guitarra que consegue explorar cada segundo da euforia mental que você um dia poderia ter imaginado não sentir, a sua alma agora se torna elétrica e você consegue caminhar novamente na floresta à noite sem ter medo, você caminha sentindo que você faz parte dela.

Nikoli é uma das músicas que consegue trazer ainda mais do Black Metal, consegue trazer ainda mais pelo fato de que ela não é apenas rápida, ela também é muito bem construída e tem a atmosfera muito bem desenvolvida, uma atmosfera obscura, a guitarra consegue criar uma linha muito interessante de tudo que existe no mundo do Black Metal, o vocal é excelente e consegue trazer toda a podridão para a vida, uma forma de fazer a banda ser lembrada todo momento, atualmente esse álbum consegue mostrar o Black Metal real, o Black Metal noturno.

O Black Metal sempre mostra uma sonoridade interessante muito pelo fato de ser tão intenso e as bandas conseguirem trabalhar de forma simples e ainda deixar o som da melhor qualidade possível, o gênero consegue trazer a Demo sendo um dos principais trabalhos pela qualidade um tanto mais rústica, um tanto mais podre, que dentro de outros gêneros são tão colocadas de lado, mas o Black Metal consegue explorar tudo da melhor forma possível,  Zaklon é a prova viva de que não precisa de quatro pessoas na banda, não precisa de uma produção gigantesca para faze um álbum de qualidade, precisa apenas sentir o amor pela música, sentir a alma totalmente rústica e saber colocar em pratica o que está em sua mente, e isso a banda sabe fazer com muita propriedade, a banda deixa claro isso em todos os seus lançamentos.

Ahni é uma das faixas desse álbum que começa sem medo nenhum totalmente focada na atmosfera, a atmosfera da guitarra que consegue fazer você sentir o coração bater na garganta, uma música que de tão bem feita faz com que você pense que o álbum está começando agora, uma música que faz você querer escutar novamente todo o trabalho da banda, realmente uma faixa muito bem feita.

Para encerrar o álbum, Zaklon escolhe a música “Dym” uma música que também começa com uma atmosfera muito bem feita, também trabalhada com a guitarra, mas dessa vez de forma um tanto mais melancólica e misteriosa, vozes aparecem ao fundo, um encerramento digno com o violão que faz você se sentir totalmente sozinho, longe das guerras do mundo, em uma montanha tocando seu violão enquanto as cidades estão dormindo, e você está esperando nascer o Sol.



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Goregast: La Revancha



Grindcore/Death Metal


O Grindcore apresenta uma banda que é simplesmente genial, e o nome dessa obra prima é Goregast.

Goregast é uma banda um tanto underground, porem, ela consegue chamar muita atenção com seus trabalhos por conseguir colocar o seu som totalmente Grindcore e mesclar com o lado mais trabalhado do Death Metal.

Um dos mais brilhantes trabalhos do Grindcore, é o álbum “La Revancha” que saiu em 2007 via Hecatombe Records.

Um dos principais motivos do La Revancha ser um dos melhores álbuns do mundo do Grindcore/Death Metal, é que a banda conseguiu colocar dês do começo uma arte de capa totalmente bem feita, uma arte que consegue puxar tudo que tem de dor e tortura em uma arte vermelha do sangue real com a cara de um cachorro abrindo uma pessoa.

A primeira faixa do álbum é intitulada “Intro De Revancha” que é uma faixa totalmente atmosférica, focando logicamente no instrumental, um instrumental que consegue deixar tudo muito bem preparado para a dor, para o sofrimento que está por vir.

Animalismo, essa é a segunda música e ela já começa provando o motivo do porque esse é um dos melhores álbuns desse gênero, a música tem uma bateria totalmente bem trabalhada, uma batida forte sem deixar você sentir sono, um vocal totalmente fechado, um gutural da melhor qualidade, você consegue entrar na proposta da banda e consegue cair em uma imaginação de que animais estão tomando conta de tudo enquanto eles estão fazendo seu corpo de objeto de tortura, realmente uma banda das melhores.

Solo Asesinos tem uma sonoridade totalmente diferente, mas uma sonoridade diferente que traz a cara da banda e por mais confuso que isso seja, a banda mostra que a sua guitarra é totalmente bem trabalhada e tem um peso muito impactante, um vocal que dessa vez aparece de duas formas em alguns momentos totalmente brutal, totalmente seco em um gutural profundo e outros momentos totalmente rasgado fazendo com que a sonoridade seja ainda mais perturbadora, a banda sabe trabalhar e por isso carrega o ouro do Underground do Grindcore.

Varg Sucks Varg tem uma sonoridade magnífica, uma tenebrosidade tremenda que consegue fazer você entrar na fúria da banda e se sentir um torturador, você quer pegar sua vítima e amarrar ela em seu porão e fazer ela sofrer de todas as formas possíveis, essa música apresenta um gutural totalmente mais trabalhado e muito mais puxado para o Grindcore, uma música magnífica que faz você querer escutar mais e mais do álbum, uma forma em que você não se cansa, a música tem um andamento excelente, não é apenas uma música que fica sempre na mesma, essa banda sabe criar coisas diferentes, sabe fazer uma sonoridade bem diferente, sabe fazer um Grindcore da melhor forma possível.

Sorry, I Damaged Your Brain é uma das músicas que tem a sonoridade mais pesada, ela tem um baixo totalmente puxado para o lado obscuro da sua mente, uma forma muito impactante de criar, La Revancha é uma obra prima sem fim.

Pelt Coat Fuck Off! é uma obra prima desse álbum, a música tem um andamento muito brutal, essa é talvez a música que mostra o melhor lado Death Metal da banda junto do Grindcore seco e tradicional, a banda consegue dar vida para o gutural mais fechado nessa musica que representa o lado mais Death Metal das antigas e o gutural mais rasgado, um drive na verdade, é totalmente trabalhado e traz o Grindcore clássico, uma música sensacional que não deixa faltar absolutamente nada, a guitarra consegue fazer uma melodia totalmente obscura ao fundo.

Para encerrar o álbum sem ser com a faixa atmosférica a banda escolheu a torturante “Gusano Sangroso” que consegue trazer um gutural totalmente diferente, um gutural muito bem trabalhado e que mostra como se um monstro estivesse vivo e correndo por todos os cantos procurando algo para matar e comer, a banda é realmente sensacional e encerra esse álbum da melhor forma possível, uma obra prima que não tem fim e que ficará para sempre marcada.




Postado por: Renan Martins

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Bleeding Utopia: Darkest Potency


Melodic Death Metal


O Melodic Death Metal é uma das vertentes do Death Metal que sempre terá uma grande força em suas músicas, pois a banda consegue colocar toda a melodia que sonha com todo o peso possível.

Bleeding Utopia tem uma carreira com uma quantidade de lançamentos muito interessante, a banda conta com um EP e dois álbuns, o primeiro álbum que saiu em 2010 via ormHoleDeath Records do qual é intitulado “Demons to Some. Gods to Others” e o “Darkest Potency” que saiu em 2014 via Bleeding Music Records.

O motive de ser interessante a quantidade de lançamentos é que a banda consegue demonstrar um crescimento muito grande dês do primeiro EP que vai até o ultimo álbum, no caso “Darkest Potency” que é um excelente álbum.

A primeira música do Darkest Potency é a Blackest Of Bloods que é uma sensacional faixa, uma música que mostra tudo que existe dentro do mundo do Melodic Death Metal, uma bateria sempre muito rápida trabalhando de forma marcada e o vocal um tanto pesado dentro do gutural, mas que quando cai perto ou no refrão tudo se torna mais melódico, muitas vezes trabalhando ainda com o gutural que se torna em um conjunto de torturas mentais, uma banda que sabe trabalhar dessa forma você pode sempre esperar o melhor dela.

A segunda música do álbum mostra uma característica muito interessante que puxa muito mais pro lado do Death Metal mais rústico, ou melhor, mais fechado. 
Intitulada “Your Kingdom Will Fall” a banda consegue explorar a bateria de forma sensacional, e os pratos são muito bem trabalhados nessa música e outra característica que aparece é o pedal duplo que consegue destruir, consegue criar certa raiva na atmosfera e que deixa todos com muito poder.

This Is Where We Die é o nome da terceira faixa e essa faixa consegue trazer uma euforia, uma velocidade, uma tremenda quantidade de melodia e peso junto que consegue também fazer de todos os elementos muito vivos dentro da música, a bateria apresenta um pedal duplo em determinadas partes da música que consegue fazer com que você se jogue em um mundo totalmente destruidor, uma guitarra que consegue aparecer tanto na parte mais densa quanto mais na parte melódica, o baixo aparece muito nítido também criando uma onda que faz sua alma pular e virar pó aos poucos, o vocal é uma arma muito impactante que sempre consegue ser bem explorado por essa banda, o gutural está sempre pesado da forma correta, nunca muito longe do que é o peso do instrumental.

O pedal duplo aparece também na música “I Will Return” que é a faixa seguinte da música This Is Where We Die, e a banda consegue acertar mais uma vez em seu Melodic Death Metal, realmente esse álbum é um grande lançamento, a bateria aparece sempre na melodia correta, a batida nunca é seca ao ponto de se tornar outro gênero, a criatividade é sempre bem trabalhada, a banda realmente merece ser reconhecida dentro do Melodic Death Metal.

Essa banda quando pega para fazer algo bem feito ela não deixa faltar absolutamente nada, ela consegue colocar todo sentimento dela, consegue colocar toda a energia e criatividade para trabalhar em pleno conjunto, consegue fazer com que você seja totalmente possuído pela melodia da música que sempre apresenta uma bateria sensacional, uma bateria que consegue explorar também o pedal duplo, uma guitarra que consegue explorar sem medo os riff’s , uma faixa melhor que a outra que sempre consegue fazer desse álbum ser ainda melhor.

Nighttime Divine é a música escolhida para encerrar o álbum e ela consegue explorar tudo que estava faltando nesse álbum, uma faixa com uma introdução mais melancólica, uma música em que a guitarra apresenta mais o “Melodic” do que o “Death Metal” logo de cara, mas o Death Metal está presente nessa música e ele aparece com muita potencia e encerra assim o álbum da melhor forma possível.



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Witches of Doom: Obey



Gothic Stoner Doom Metal


A Obscuridade do Doom Metal é muito bem trabalhada e sempre consegue transmitir muito sentimento, muita emoção, mas quando uma banda junta o Doom Metal e o Stoner Metal a sonoridade fica extremamente única e muito ampla para explorar novas melodias.

Uma banda que consegue trabalhar muito bem nisso é a Witches of Doom que chega com seu álbum intitulado “Obey” e o mais impressionante de tudo é que esse álbum é de uma qualidade muito grande e é logo de cara o primeiro trabalho da banda.

Obey saiu via independente e faz de 2014 ainda melhor, a arte de capa do álbum é algo muito bem feito que consegue puxar o clima do Doom Metal e uma pegada um tanto Stoner também.

Focando diretamente no álbum, a primeira música intitulado “The Betrayal” já começa mostrando o motivo pelo qual essa banda pode ser considerada impecável.

The Betrayal começa com um violão da melhor qualidade e um vocal grave que consegue dar uma atmosfera muito única, você consegue imaginar o Sol no horizonte, consegue sentir seus cabelos ao vento em uma estrada que jamais terá fim.

Essa música abre o álbum da melhor forma possível, mas um álbum de qualidade não pode fazer a segunda música fraca, essa banda não faz, a segunda música é intitulada “Witches of Doom” e ela pega uma linha muito mais puxada para o Doom Metal, uma sonoridade mais carregada e ainda mais vendável, uma sonoridade que faz você imaginar a noite perfeita em que você vai conseguir tudo que sempre sonhou.

Intitulada “To the Bone” a terceira faixa começa com um solo de bateria que é impecável e logo depois o teclado fica extremamente visível, o vocal é muito bem explorado, uma voz impecável que faz a sonoridade ser ainda melhor, mas é muito interessante em ver como a banda consegue misturar entre uma música e outra a vertente do Stoner e do Doom, tudo ficando da melhor forma possível em sintonia sem escapar em momento algum.

Se você tanto procura uma banda de sonoridade única, que tem uma identidade muito forte e que sabe aplicar bem seu trabalho, que sabe fazer a guitarra trabalhar da melhor forma possível sem criar riff’s repetitivos, apostar em um baixo que consegue aparecer nitidamente na música então essa é a banda excelente para você.

Neeedless Needle é uma faixa que a banda mostra outra parte do seu foco de vertentes, ela aposta em uma sonoridade que pega muito do Gothic Metal, uma sonoridade que é totalmente compatível com uma balada em um lugar abandonado em que você está procurando esquecer tudo que existe em sua vida, e acaba deixando sua alma mais viva em cada riff.

Crown of Thorns é uma música que a banda consegue explorar tudo que poderia em questão de melodia no teclado, a música tem uma linha excelente, um vocal grave que consegue deixar a música ainda mais cadenciada e mais agradável, um teclado que consegue trabalhar de forma impecável junto da melancolia trazida na bateria e diferente de muitas outras baladas de certas bandas, essa música consegue sempre mostrar o sentimento de todos os músicos da banda, uma faixa da melhor qualidade em um álbum que por ser o primeiro da banda, já será difícil de superar por ela.

Rotten to the Core é uma música que também aparece trazendo uma sonoridade mais cadenciada e diferente das outras, essa música consegue pegar o Gothic o Stoner e o Doom Metal, tudo isso junto em uma única música faria tudo ser sensacional, e a banda consegue fazer uma música de outro mundo, essa faixa consegue ser uma das melhores desse álbum que é completo, essa banda é realmente uma que se tornou referência.

Pouco se fala nessa banda, mas isso é apenas um momento, pois essa banda merece todo o reconhecimento do mundo, esse álbum é um dos melhores desse ano, sem deixar faltar nada, essa banda vai ser uma das maiores no que faz, uma aposta que vai se tornar realidade em pouco tempo.





Postado por: Renan Martins

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cemetery Filth: Screams from the Catacombs



Death Metal


Cemetery Filth, esse é o nome da banda de Death Metal que aparece trazendo uma sonoridade totalmente carregada e muito destruidora que não deixa você fechar seus olhos com a paz quando chega à noite.

A banda tem apenas um lançamento em sua carreira, afinal, a banda foi formada em 2014, e sem perder tempo a banda começou a trabalhar em seu primeiro trabalho.

O primeiro trabalho da banda é um EP intitulado “Screams from the Catacombs” e esse trabalho é muito interessante, porque mostra logo de cara o primeiro e marcante lançamento da banda sem sair do Death Metal, um Death Metal que é rústico e que consegue puxar um pouco até do bom e velho Black Metal, mas não na parte rápida, afinal o trabalho da banda é bem carregado, ele não tem uma velocidade gigante.

A primeira música do EP é intitulada “Screams From The Catacombs” e ela deixa tudo isso vivo, deixa uma sonoridade bem carregada dês do começo, a bateria é totalmente seca e consegue ainda carregar uma sonoridade de DEMO e isso é ainda mais sensacional, a banda não se preocupou em produzir de forma pop o seu trabalho, ela focou na sonoridade e isso é importante, a guitarra consegue criar riff’s bem carregados, bem pesados sem deixar o Death Metal morrer em momento algum, a voz é um gutural um tanto diferente, o motivo é que ele não está tão fechado quanto deveria para um Death Metal, mas não está aberto o bastante para ser considerado um Harsh Vocal, por isso talvez a banda consiga um destaque ainda maior, por ter uma característica bem diferente.

Gateway Among The Graves é a segunda música e ela mostra um lado diferente da primeira música.

Gateway Among The Graves consegue trazer uma sonoridade bem carregada e ainda um pouco mais rápida puxando um pedal duplo sensacional da bateria que consegue fazer uma construção sensacional explorando tudo que tem em seu caminho, a guitarra consegue construir uma sonoridade bem pesada com riff’s rápidos e que ainda trazem um pouco do Black Metal e o vocal mesmo sendo ainda um pouco mais rasgado do que o gutural de costume, aparece trazendo uma sonoridade muito compatível com os outros instrumentos, uma forma de destruir tudo e rasgar sua mente em várias partes diferentes, a alma das pessoas ficam ainda mais abaladas ao escutarem essa faixa, uma faixa que consegue ter o poder de te puxar para o inferno pouco a pouco.

É sempre muito importante apontar o lado da Arte de Capa do trabalho, esse EP aparece da melhor forma possível trazendo uma arte totalmente em preto e branco com uns pequenos detalhes em cinza que faz a arte ser ainda mais magnífica, um desenho totalmente completo e cheio, como se estivesse representando toda a loucura que está na mente de cada um dos músicos.

O trabalho dos músicos ficou pronto e quando foi lançado o EP a banda realmente mostrou que não precisa ficar anos e anos de espera, a banda chegou e lançou o trabalho sem medo e agradou bastante por ser uma sonoridade totalmente rústica e totalmente real do que é o Death Metal antigo.

Para encerrar o álbum abanda conta com a música “Cemetery Filth” que tem um baixo totalmente carregado.

Cemetery Filth é uma música que você consegue sair da sua realidade cansativa e entrar em um mundo de total tortura e total dor, você sente sua alma caminhando lentamente em um cemitério, pessoas vestindo um manto preto começam a te seguir e isso vai cada vez te deixando mais morto, sua alma se sente fraca, ela deita, e quando abre os olhos ela sente o doce beijo da morte.

Essa é a faixa principal do EP que encerra da melhor forma possível, uma música que não deixa o trabalho que é muito bem feito ter um fim diferente, o fim é totalmente destruidor.



Postado por: Renan Martins

domingo, 26 de outubro de 2014

Chris Barnes


Six Feet Under
Estados Unidos


O gutural aparece sempre no Death Metal e se não for bem executado ele acaba se tornando algo totalmente cansativo, totalmente repetitivo, mas isso não acontece quando o gutural é feito pelo Chris Barnes.

Chris Barnes tem um gutural muito único, ele tem aquela fúria na voz que você procura em todos os momentos para torturar alguém, a técnica que é feita por ele permite que o som saia muito pesado e saia um tanto ardido também e isso faz as músicas ficarem ainda mais impactantes.

Barnes ficou muito conhecido em sua carreira por ter ficado como vocalista da banda Cannibal Corpse e ele também foi o vocalista do lendário álbum "Swarm!" que é da banda Torture Killer, um dos álbuns mais sensacionais que tem.




Mesmo com tantas bandas incríveis na carreira, o vocalista hoje está na magnífica e super respeitada Six Feet Under, e em 2013 a banda lançou o álbum "Unborn" que é uma obra prima do Death Metal e carrega todo o sentimento de um psicopata, o vocal do Chris aparece nesse álbum de forma ainda mais destruidora.

Chris Barnes  um gutural que consegue fazer sua sanidade se tornar pó dentro da noite, um gutural que faz você sentir o gosto do sangue escorrendo em sua boca enquanto você está sorrindo olhando para o espelho sem conseguir ver o seu próprio reflexo de tantos delírios que está tendo no momento.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Anckora: Экстрим



Industrial Metal


Rússia, país de bandas excelentes, mas a de Metal Industrial Anckora aparece cantando na língua do seu país e ainda trazendo toda energia e um foco muito grande na questão da produção.

A banda tem uma carreira um tanto consagrada, na questão de lançamentos a banda tem bastante conteúdo, antes de começar o lado mais industrial a banda apostava no Symphonic Gothic Metal, mas com a mudança a banda não deixou de ganhar fãs, afinal, esse gênero tem muito impacto.

Em seu último lançamento intitulado “Экстрим” que é um EP, a banda não deixou faltar absolutamente nada, uma qualidade muito grande em sua sonoridade e uma junção muito criativa entre a melodia e o extremo, realmente uma banda que surpreende.

A primeira música intitulada “Полночь” começa com uma melodia calma, mas apenas o começo é calmo, pois o resto consegue puxar totalmente a loucura que é o mundo do Metal Industrial, o vocal é um tanto diferente, uma espécie de Harsh Vocal um tanto mais rasgado e por ser uma mulher no vocal o timbre se tornou um pouco mais agudo, mas isso é fantástico, pois consegue colocar ainda mais mistério e fúria na sonoridade, uma música que começa o álbum da melhor forma possível, e se só o vocal da “Katrin "Antares" Sokolova” não for o bastante para você, a banda consegue ainda colocar uma segunda voz sensacional ao fundo que consegue criar uma atmosfera que deixa a música ainda mais carregada, uma faixa impecável.

O trabalho do Teclado consegue ficar todo momento muito vivo, ele consegue criar um espaço muito grande na música, ele consegue fazer um furo em sua mente e te levar para um mundo de destruições e muitas cores vibrantes em que seus pesadelos fazem de você um simples brinquedo.

В темноте é uma música um tanto mais diferente da primeira, essa música pega um lado mais carregado, uma forma de cantar bem diferente, uma forma mais rápida e que conta com voz de peito, o Teclado aparece novamente de forma fantástica, a guitarra tem uma sonoridade muito carregada, um peso absurdo, o baixo aparece também conseguindo criar muita densidade na musica, uma forma de mostrar que a banda sabe trabalhar em equipe sem que falte absolutamente nada, uma pedrada na boca que faz você delirar mais que cocaína.

Começando totalmente na linha do clássico Metal Industrial a banda aposta na faixa “Выше” uma sonoridade muito puxada para algo mais “máquina”, uma música melhor que a outra que consegue sempre fazer desse EP surpreendente, a voz aparece no começo com uma forma mais calma, mas a fúria começa a ganhar mais forma ao decorrer do tempo, a bateria não aparece em grande destaque nessa banda, o que mais carrega o foco é o teclado, teclado que pega apoio do baixo e da guitarra para conseguir deixar ainda mais completo o som, a magnífica forma de criar dessa banda consegue fazer o Metal Industrial ainda mais completo, ainda mais magnífico, ainda mais bem feito.

O underground consegue esconder bandas da melhor qualidade, isso não é apenas em um gênero ou subgênero, mas como o foco é o Metal Industrial, o underground consegue mostrar que não está morto, ele nunca vai ter um fim com tantas bandas excelentes nascendo, isso é ótimo, as bandas conseguem fazer o Metal se tornar cada vez mais sólido, cada vez mais impactante, cada vez mais completo.

Em uma música em que a bateria aparece bastante é a “Bluehole (Dahab, Egypt)” a bateria aparece com bastante potência e criando uma sonoridade muito poderosa junto da guitarra que aposta em um riff sensacional que faz o mundo tremer.

Para encerrar o EP a banda escolheu a música “Тени” que é uma música totalmente cheia de energia, uma música que faz sua mente entrar em outro mundo, provavelmente a música mais brutal que tem no EP, a sonoridade da língua Russa faz com que a sonoridade seja ainda mais pesada, a musica é perfeita para encerrar o Экстрим, um EP magnífico.



Postado por: Renan Martins

sábado, 18 de outubro de 2014

Tellus Terror: EZ Life DV8



Death Metal


Se o Brasil aparece sempre com novos nomes no mundo do Metal, então dessa vez ele consegue fazer o mundo conhecer mais uma obra prima que é a banda Tellus Terror.

Tellus Terror é uma forte candidata a conseguir conquistar todos os cantos do mundo, a banda não tem uma quantidade gigantesca de lançamentos, mas isso não quer dizer absolutamente nada, porque essa banda conseguiu em seu lançamento intitulado “EZ Life DV8” mostrar sua potência com muito impacto.

Sem perder tempo, a banda começa o álbum com a faixa intitulada “Stardust” que é uma música que tem uma introdução de outro mundo, a música começa com uma melancolia sensacional e muito bem trabalhada, a banda logo de cara consegue mostrar toda a sua técnica e sua capacidade focando na melodia, e logo quando você menos espera, entra um gutural que é totalmente bem feito, uma potência muito grande que consegue combinar perfeitamente com o trabalho dos instrumentos.

Com essa faixa sensacional, o álbum começa da melhor forma possível, começa fazendo uma revolução no cenário nacional que consegue sempre lançar bandas excelentes, mas dessa vez a banda conseguiu surpreender muito.

Terraformer, esse é o título da segunda magnífica faixa que consegue dar continuidade ao álbum da melhor forma possível, a sonoridade desse álbum é muito diferente, por mais que a banda esteja focada em fazer um Death Metal, a sonoridade é um tanto diferente, claro que a banda consegue manter a quantidade do peso do Death Metal, porem, existem influências que são bem diferentes do Death Metal e isso faz do álbum ainda mais sensacional, pois ele consegue transmitir a sonoridade de outras influências, mas sem apagar o Death.
Terraformer é uma música mais melódica e que consegue deixar claro uma mescla de vocal bem interessante, o gutural aparece, mas o vocal rasgado, o drive mais intenso aparece ao fundo também e isso da um tom ainda mais incrível para a música, e para completar tudo, a voz de peito aparece também e essa junção fica sensacional, uma música que é uma obra prima dentro do álbum que é uma obra prima.

3rd Rock From The Sun é a terceira faixa do álbum e ela consegue manter a qualidade das músicas anteriores, ela também aparece com a densidade grande e com o peso muito focado para baixo, uma sonoridade carregada e dessa vez que explora ainda mais a bateria, uma bateria muito sensacional que consegue mostrar uma raiva gigante e muito bem trabalhada, a guitarra consegue criar riff’s da melhor qualidade, uma banda que realmente merece todo o reconhecimento do mundo, um trabalho muito bem feito e que não poderia ficar apagado.

Bloody Vision começa de forma destruidora, uma máquina e se você tem dificuldade em escutar o baixo, então nessa faixa você consegue esquecer isso, a potência desse instrumento magnífico fica muito nítida, como se estivesse colocando seu cérebro em outro lugar, o gutural aparece ainda mais aberto, um gutural mais intenso e ao mesmo tempo mais maligno.

A banda queria realmente fazer um trabalho de outro mundo, um trabalho que não ficaria nada para trás e ela então deixou a arte de capa nas mãos de um dos maiores ou talvez o maior artista do mundo obscuro, da arte do pesadelo, Seth Siro.
Seth ficou encarregado de criar a arte da banda, e a arte ficou sensacional, e uma banda que se preocupa com a arte de capa consegue começar o álbum sempre da melhor forma possível, e esse álbum é realmente uma obra prima do cenário nacional.

I.C.U. In Hell (International Chaos United) esse é o nome de uma das melhores músicas do álbum, esse álbum é realmente uma obra prima e a música consegue sempre se tornar melhor, todas as faixas tem uma potência muito grande e essa banda é realmente magnífica, o cenário nacional nunca foi tão rico quanto agora.
I.C.U tem uma potência muito grande na bateria, uma metralhadora que não tem piedade, o vocal consegue mostrar suas várias características, e quando tudo está junto é como se o inferno estivesse esperando pela sua alma da forma mais magnífica possível.

Para encerrar o álbum a banda escolheu a música “Error” uma música que tem uma guitarra sensacional que consegue criar um ritmo muito bem pensado, um ritmo do qual combina perfeitamente com todo o resto, um ponto muito importante desse álbum é que a sonoridade do teclado fica ainda mais nítida, e isso encerra da melhor forma possível o álbum, um álbum com músicas que tem uma qualidade que outro mundo,  um mundo próprio do Tellus Terror.




Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Dimenzion: Psychosphere: Collapse



Industrial Groove Metal



O mundo do Metal Industrial precisa ganhar espaço e com a banda Dimenzion: Psychosphere isso ficou bem mais fácil.

A banda tem uma sonoridade tremendamente sensacional, um Industrial que tira o fôlego com uma sonoridade bem própria.

Dimenzion: Psychosphere apresenta seu álbum “Collapse” que saiu via Crime Records com uma sonoridade sensacional, uma musica melhor que a outra e tudo isso sempre dentro do mundo do Industrial, isso é incrível e com um poder magnífico a banda agrada praticamente todos.

A primeira música intitulada “The Machine” começa já mostrando como será a sonoridade dessa incrível banda.
Guitarras preparadas para sempre criar a sonoridade mais impecável possível, uma sonoridade totalmente própria e que consegue trazer todo o peso possível, sem deixar que falte nada, o baixo tem um papel muito importante nessa música, ou melhor, nessa banda, ele consegue fazer o som ter uma onda muito forte, com ele à sonoridade tem ainda mais impacto, ainda mais destruição, ainda mais brutalidade, o vocal aparece com uma sonoridade excelente, sem deixar que fique muito gutural tudo trabalhado em um drive excelente, uma mescla perfeita que faz o álbum começar da melhor forma possível.

Fury é totalmente impecável, ela tem uma sonoridade ainda mais carregada, como se uma máquina estivesse ganhando vida, como se ela estivesse caminhando em direção da destruição dos humanos.
Com uma arma em cada mão a máquina avança sem deixar ninguém vivo em seu caminho, e não existe mais escapatória para os humanos, apenas esperar para tudo acontecer, uma música realmente surpreendente que consegue aparecer no momento certo e fazendo o começo do álbum ser mais que impecável.

A bateria da destruição aparece cada vez mais nítida, cada vez mais impactante e dessa vez na música “Void” a banda consegue criar uma sonoridade ainda mais robótica, mas com uma técnica tão impecável, tão sensacional que você tem que dar os parabéns para a banda por conseguir criar algo tão bem feito, com tanto sentimento, o vocal é trabalhado de uma forma muito sensacional, um drive que não é tão rasgado, nem tão grave, um drive que serve como uma espécie de “capa” para o vocal e faz a sonoridade ser ainda mais interessante.

Epistemophobia é o nome da próxima obra divina que aparece e dessa vez com muita energia, a guitarra cria um efeito sensacional de brutalidade e ao mesmo tempo de puro impacto, um baixo que consegue fazer o mundo tremer, e nessa música aparece algo que é clássico desse gênero, uma sonoridade meio suja como se a máquina estivesse dando problemas , a música funciona de forma sensacional, uma sonoridade que causa uma transformação em seu cérebro e você começa a entrar em outro mundo, um mundo em que você está combatendo as máquinas com as poucas pessoas que estão vivas, esse álbum é realmente uma obra prima do mundo do Metal Industrial, a Crime Records nunca acertou tanto em lançar um álbum que carrega o nome da Crime Records como selo, porque realmente a sonoridade desse álbum é de outro mundo, um mundo de máquinas.

O Metal Industrial conseguiu muito espaço com o Rammstein, mas conforme os tempos foi perdendo um pouco a mídia, mas essa banda apresenta totalmente a sonoridade necessária da destruição que pode ser causada por esse gênero, uma música melhor que a outra em um álbum que é realmente nota 10, um álbum que consegue ser clássico, que consegue ter músicas excelentes em que você consegue notar absolutamente tudo, consegue perceber qual é a potência do baixo, qual é a brutalidade da guitarra, qual é a técnica da bateria e o quanto é especial o vocal puxado no drive sensacional que tem nessa banda.

Collapse é a faixa que foi escolhida para encerrar o álbum, uma faixa que é totalmente Industrial e tem uma leve característica que lembra um pouco a lendária banda Fear Factory, a potência do instrumental é muito grande e consegue encerrar esse álbum da melhor forma possível, consegue mostrar que o Metal Industrial não está morto e tem uma forte banda nascendo com um caminho muito destruidor.




Postado por: Renan Martins